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Após suspeita de hantavírus, militares fazem missão em ilha remota

Equipe levou médicos, oxigênio e suprimentos a território sem aeroporto

Por Sofia Volpi
11/05/2026
Em Geral
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Foto: Georgia Callaway/UK MOD Crown/Handout via REUTERS

Foto: Georgia Callaway/UK MOD Crown/Handout via REUTERS

Militares britânicos saltaram de paraquedas em Tristão da Cunha, no Atlântico Sul, após a confirmação de um caso suspeito de hantavírus em um cidadão britânico na ilha.

A operação levou uma equipe médica, oxigênio e suprimentos a um dos territórios habitados mais remotos do mundo.

De acordo com o governo do Reino Unido, a missão ocorreu depois que a Agência de Segurança em Saúde do Reino Unido (UKHSA) confirmou, na sexta-feira, 8 de maio, a suspeita da doença. A ilha não tem aeroporto e costuma receber acesso apenas por barco.

Como foi a operação

A equipe saiu da base da Força Aérea Real (RAF) em Brize Norton, na Inglaterra, em uma aeronave A400M. Em seguida, o grupo passou pela Ilha de Ascensão antes de seguir para Tristão da Cunha, com apoio de reabastecimento aéreo.

Segundo o Ministério da Defesa britânico, seis paraquedistas, um consultor médico da RAF e uma enfermeira do Exército participaram da ação.

Além disso, equipamentos médicos e cilindros de oxigênio chegaram ao território por lançamento aéreo.

Por que a ilha preocupa

Tristão da Cunha fica no meio do Atlântico Sul e integra os territórios ultramarinos britânicos. Por causa do isolamento, a comunidade local conta com estrutura limitada de saúde, o que aumenta a complexidade de qualquer atendimento urgente.

O governo britânico informou que a operação teve caráter humanitário e buscou reforçar a assistência médica disponível na ilha. A Reuters classificou a ação como inédita para o Reino Unido no envio de apoio médico por paraquedas em uma emergência humanitária.

Entenda o hantavírus

O hantavírus pode causar doença grave em humanos e costuma ter relação com contato com urina, fezes ou saliva de roedores contaminados. No caso investigado, o paciente esteve ligado a um cruzeiro que registrou casos da doença. 

Ainda assim, as autoridades não divulgaram detalhes clínicos completos sobre o paciente. Agora, a equipe enviada deve reforçar o atendimento local e acompanhar a situação de saúde na ilha.

 

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Sofia Volpi

Sofia Volpi

Comunicadora, jornalista em formação. Apaixonada por esportes e cultura, colunista.

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