Por conta da queda de preços registradas nos últimos meses, o azeite de oliva voltou a integrar o carrinho de compras de muitos brasileiros. Entretanto, valores excessivamente baixos podem representar um sinal de alerta.
Afinal, fiscalizações conduzidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Ministério da Agricultura desde o início do ano identificaram pelo menos 25 marcas irregulares de azeite, que foram imediatamente retiradas de circulação.
De acordo com as informações divulgadas, apesar dos valores acessíveis, que ajudavam a popularizar as marcas, os produtos apresentavam irregularidades como adulteração e falhas de segurança sanitária. A proibição atingiu as seguintes marcas:
- Royal
- Godio
- La Vitta
- Santa Lucia
- Azapa
- Doma
- AlonsoQuintas D’Oliveira
- AlmazaraEscarpas das Oliveiras
- La Ventosa
- Grego Santorini
- San Martín
- Castelo de Viana
- Terrasa
- Casa do Azeite
- Terra de Olivos
- Alcobaça
- Villa Glória
- Campo Ourique
- Málaga
- Serrano
- Vale dos Vinhedos
- Los Nobles
- Ouro Negro
Além de terem seus produtos retirados de circulação, as empresas responsáveis pelos azeites citados também foram impedidas de comercializar novos lotes até que regularizem plenamente suas atividades.
Motivos da proibição: entenda porque os azeites foram retirados de circulação
Conforme divulgado pelo portal Olhar Digital, o governo federal apresentou diversos motivos que levaram à proibição das marcas de azeite citadas, como a adulteração com óleos vegetais e falta de licenciamento sanitário citados anteriormente.
Contudo, irregularidades como importação e distribuição inadequadas, rótulos enganosos e falta de transparência quanto à origem e à composição do produto também influenciaram a decisão.
Caso o consumidor encontre algum dos azeites citados à venda, é ideal não comprá-lo e nem consumi-lo. Todavia, em situações de aquisição, é fundamental interromper o uso imediatamente, solicitar a substituição e registrar uma denúncia no canal Fala.BR.
Em caso de dúvidas, o Ministério da Agricultura ainda orienta que os consumidores desconfiem de preços muito baixos e, se necessário, utilizem a ferramenta da Anvisa para verificar se a marca está regularizada.




