O Brasil vive um preocupante aumento nas ocorrências e mortes causadas por picadas de escorpiões.
Em 2025, foram registrados mais de 173 mil casos, resultando em mais de 200 mortes confirmadas. Crianças e idosos destacam-se como os grupos mais vulneráveis, exigindo atenção.
Enquanto 2024 teve um maior número de casos (201 mil), o número de mortes foi menor, com 126 óbitos, demonstrando um aumento preocupante na letalidade em 2025.
A combinação de altas temperaturas e crescente urbanização facilita a presença desses aracnídeos venenosos nas cidades, criando desafios para a saúde pública.
Escorpiões, urbanização e mudanças no clima
A urbanização sem controle e as mudanças climáticas formam um cenário propício para a presença crescente desses animais nas áreas urbanas.
Os escorpiões preferem ambientes quentes e úmidos, investindo em espaços como entulhos e redes de esgoto para se abrigar.
Como proceder em caso de picada de escorpião?
Em caso de picada, medidas imediatas podem salvar vidas. É essencial evitar o uso de pomadas, que não impedem a ação do veneno e podem alterar a cor da pele.
Lave a área afetada com água e sabão para prevenir lesões secundárias. Práticas como torniquetes, cortes ou sucção são prejudiciais e devem ser evitadas.
Compressas mornas podem aliviar a dor até o atendimento médico, que deve ser procurado de imediato.
Como diminuir os riscos?
Prevenir o aparecimento dos escorpiões é possível com práticas simples. Manter o lixo fechado reduz a proliferação de baratas, principal fonte de alimento para os aracnídeos.
É fundamental evitar o acúmulo de entulho e folhas secas em quintais e jardins. Dentro de casa, vedar ralos, buracos em paredes e caixas de eletricidade pode fazer diferença na prevenção.




