Google atualizou a oferta de planos pagos de Inteligência Artificial (IA) no Brasil e passou a vender o Google AI Ultra a partir de R$779,90 por mês, com opção superior a R$999,90.
A mudança amplia a distância entre os planos comuns e o pacote premium da empresa, voltado a usuários que precisam de mais limites no Gemini, geração de vídeo, armazenamento e recursos avançados de produtividade.
O que muda nos planos
Na página oficial do Gemini, o Google informa que o AI Ultra oferece até 20 vezes mais limites de uso no Gemini em relação ao plano Pro.
Além disso, o pacote inclui acesso a recursos como Deep Think, Google Flow, NotebookLM, Gemini em aplicativos como Gmail e Docs, YouTube Premium individual e armazenamento em nuvem a partir de 20 TB.
O Google também informa que o plano Ultra está disponível em mais de 150 países. No Brasil, a página mostra duas faixas de preço: R$779,90 por mês, com limite cinco vezes maior que o Pro, e R$999,90 por mês, com limite até 20 vezes maior.
Plano intermediário ganha força
Além do Ultra, o Google organiza a oferta em três pacotes de IA: Plus, Pro e Ultra. Segundo a página oficial do Google One, o AI Plus inclui mais acesso ao Gemini, NotebookLM, Google Flow e 200 GB de armazenamento.
Já o Pro amplia o acesso aos modelos, ao Google Flow, ao AI Studio e aos recursos de IA em aplicativos do Google.
Com isso, a empresa tenta atender perfis diferentes. O usuário casual pode ficar no Plus. Quem usa IA para estudo, trabalho e criação pode escolher o Pro. Já o Ultra mira profissionais que precisam de limites maiores, vídeo, automação e uso mais intenso.
Disputa por assinantes
A estratégia deixa a IA do Google mais competitiva porque evita uma única opção cara para todos. Além disso, aproxima os planos de usos práticos, como criação de imagens, vídeos, textos, pesquisa e programação.
Ainda assim, o valor do Ultra continua alto para a maioria dos usuários. Portanto, o plano intermediário tende a ser o caminho mais atrativo para quem quer mais recursos sem chegar ao pacote premium.





