Em fevereiro de 2026, o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Hospital Sírio-Libanês iniciam uma parceria para oferecer teleatendimento em saúde mental.
O foco é atender pessoas que sofrem com transtornos relacionados ao aumento das plataformas de apostas online no Brasil.
Serão disponibilizados inicialmente 450 atendimentos mensais, com pacientes sendo encaminhados para a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) quando necessário.
Mobilização para enfrentar a dependência em apostas
Os ministérios da Saúde e da Fazenda identificaram um crescente problema de saúde pública relacionado aos jogos. Nos primeiros seis meses de 2025, o SUS realizou 1.951 atendimentos devido a questões com apostas.
Esse aumento motivou a criação de ações para enfrentar o vício em apostas de maneira proativa, promovendo tanto a prevenção quanto o tratamento.
Observatório de Apostas
Para apoiar essas ações, foi estabelecido o Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas. Este projeto focaliza o monitoramento do uso das plataformas de apostas, permitindo a coleta de dados importantes que orientarão políticas públicas.
Os setores da saúde e da fazenda estão colaborando para desenvolver estratégias integradas e coordenadas, beneficiando aqueles que sofrem com a compulsão por apostas.
Autoexclusão como mecanismo de proteção
Um elemento fundamental do projeto é a plataforma de autoexclusão. Esta ferramenta permitirá que pessoas bloqueiem voluntariamente seu acesso a sites de apostas, removendo a possibilidade de novos cadastros e publicidade.
A colaboração entre o SUS e o Hospital Sírio-Libanês, com início em fevereiro do ano que vem, busca oferecer 450 teleatendimentos mensais, focando na identificação e tratamento de compulsão por apostas.
Com o apoio da plataforma de autoexclusão e do Observatório de Apostas, o esforço integrado visa mitigar os efeitos adversos das apostas no Brasil, diminuindo o impacto social e econômico destas atividades.




