Por conta de fatores como sua textura ou seu sabor forte, o fígado bovino raramente figura entre as escolhas preferidas de carne na dieta de muitas pessoas. Contudo, a peça conta com muitas características que podem mudar esta perspectiva.
Afinal, além de ser um importante aliado no combate a doenças como a anemia, o fígado ainda é extremamente rico em nutrientes, chegando a ser classificado como um verdadeiro “superalimento” por especialistas.
Inclusive, sua lista de benefícios é tão extensa que a carne pode ser um alimento ideal para atletas, embora deva ser consumido com moderação por ser rico em colesterol. Suas principais vantagens incluem:
- Ferro: devido ao seu elevado teor de ferro, o fígado não contribui para a prevenção e o tratamento de anemias, como ainda é uma excelente fonte de energia;
- Vitaminas: o fígado também é uma excelente fonte de vitaminas que fortalecem o sistema imunológico, reduzem inflamações, favorecem a formação de glóbulos vermelhos e contribuem para a saúde da visão, pele, cabelos e cérebro;
- Proteínas: a carne fornece aminoácidos essenciais para a manutenção da massa muscular e reparação de tecidos;
- Minerais: a função da tireoide e a saúde do sistema imunológico são fortalecidas por conta da ação de minerais como selêncio, cobre e zinco presentes no fígado.
Como se acostumar a comer fígado? Aprenda a incluir a carne na dieta
Conforme mencionado anteriormente, a textura e, sobretudo, o sabor representam os principais obstáculos à inclusão do fígado na alimentação diária de muitas pessoas.
Entretanto, é possível adotar algumas práticas para suavizar estes fatores, como escolher um corte com poucos nervos e deixar a carne de molho no leite por cerca de 30 minutos antes de cozinhar.
Além disso, o preparo também pode incluir temperos marcantes e outros complementos, como tomate, cebola e pimentão, que podem incrementar o sabor de fígado, tornando-o mais palatável.




