O comércio com amigos
Reorganização das cadeias produtivas está se dando com parceiros que compartilham os mesmos valores
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A história econômica das últimas três décadas foi escrita sob o signo de uma ilusão sedutora: a de que o comércio, por si só, seria capaz de domesticar impulsos autocráticos. Acreditou-se que a busca pelo menor custo marginal — o mantra do just-in-time — criaria uma teia de interdependências tão profunda que a coerção política se tornaria obsoleta. O início desta década, contudo, impôs um despertar abrupto. A pandemia e as fraturas geopolíticas revelaram que cadeias de suprimentos otimizadas exclusivamente para o lucro são, na verdade, arquiteturas de vulnerabilidade.�
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