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Autoritarismo "do bem" na USP

As universidades já não são referência de bom senso (se é que já foram). Não dá mais para confiar nelas como uma âncora de moderação da sociedade. Uma amostra recente disso é a decisão da Faculdade de Direito da USP – onde estudaram treze presidentes brasileiros – de reservar cotas para mulheres em todos os...

Redação Crusoé
3 minutos de leitura 06.03.2020 01:42 comentários 10
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As universidades já não são referência de bom senso (se é que já foram). Não dá mais para confiar nelas como uma âncora de moderação da sociedade. Uma amostra recente disso é a decisão da Faculdade de Direito da USP – onde estudaram treze presidentes brasileiros – de reservar cotas para mulheres em todos os debates e palestras.

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Comentários (10)

Carla

2020-04-11 09:58:01

Ótimo texto. 👏👏👏👏


Ruy

2020-03-13 05:30:26

Parabéns.


SONIA

2020-03-12 16:41:41

Weintraub neles!


Vimar

2020-03-12 12:50:25

Muito bom!


Ana

2020-03-12 07:41:40

Quando o governo de esquerda criou várias cotas, como a de negros na faculdade, era democracia e não autoritarismo ??! Adoro a incoerência da esquerda ..... !!!


Clovis

2020-03-11 19:03:24

O que irá acontecer é o aparecimento de mulheres debatedoras laranjas. Se um debate está previsto com 3 homens experts no assunto, adiciona-se mais um personagem e convida-se uma mulher debatedora laranja, sem expertise, que vai balbuciar algumas coisas no debate. Mas, cumpre-se a regra, 25% de mulheres. Uma idéia destas só poderia ser da esquerda da USP. Que tragédia!!!


Simone

2020-03-11 17:52:07

Faltam cotas obrigatórias para o bom-senso na sociedade em geral. Essa moda de criar nichos de oprimidos oprime o pensamento livre e criativo, além de facilitar a acomodação daqueles que querem ganhar tudo sem nada fazer.


Voldi

2020-03-11 14:56:41

Então, 25% de mulheres... mas mulher biologica que trans em homem e homem biologico que trans em mulher conta como? Ou são uma cota a parte? Mas este é um termo genérico e ofensivo. Precisa separar em mulheres negras, asiaticas (japonesas, chinesas, outras), médio-orientais, nativas-americanas, etc. E, na entrada, por alguém para fazer a separação, viu USP. Pode pedir ajuda para uns tais 'n@zistas', que vão se dar muito bem com a 'ditadura do bem' uspiana.


Ana

2020-03-10 12:17:10

Narloch, sempre fui bem receosa com cotas, já entendi que inclusão não acontece voluntariamente sem empurrão, mas não tenho opinião rigorosa do tema. Meu ponto para você é que citar UM caso somente, da Janaína, é tão pouco que por si só já mostra como a inclusão e representatividade tem sido falha e precisa ser mudada.


Fernando

2020-03-10 07:08:53

Duas colocações: 1- não deveria ter cota para assuntos relevantes e bem desenvolvidos antes de cota baseada em genes?... quanto mais jogamos luz em um assunto, mais ele aparece. 2- democracia é legal... desde que seja a minha.


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Comentários (10)

Carla

2020-04-11 09:58:01

Ótimo texto. 👏👏👏👏


Ruy

2020-03-13 05:30:26

Parabéns.


SONIA

2020-03-12 16:41:41

Weintraub neles!


Vimar

2020-03-12 12:50:25

Muito bom!


Ana

2020-03-12 07:41:40

Quando o governo de esquerda criou várias cotas, como a de negros na faculdade, era democracia e não autoritarismo ??! Adoro a incoerência da esquerda ..... !!!


Clovis

2020-03-11 19:03:24

O que irá acontecer é o aparecimento de mulheres debatedoras laranjas. Se um debate está previsto com 3 homens experts no assunto, adiciona-se mais um personagem e convida-se uma mulher debatedora laranja, sem expertise, que vai balbuciar algumas coisas no debate. Mas, cumpre-se a regra, 25% de mulheres. Uma idéia destas só poderia ser da esquerda da USP. Que tragédia!!!


Simone

2020-03-11 17:52:07

Faltam cotas obrigatórias para o bom-senso na sociedade em geral. Essa moda de criar nichos de oprimidos oprime o pensamento livre e criativo, além de facilitar a acomodação daqueles que querem ganhar tudo sem nada fazer.


Voldi

2020-03-11 14:56:41

Então, 25% de mulheres... mas mulher biologica que trans em homem e homem biologico que trans em mulher conta como? Ou são uma cota a parte? Mas este é um termo genérico e ofensivo. Precisa separar em mulheres negras, asiaticas (japonesas, chinesas, outras), médio-orientais, nativas-americanas, etc. E, na entrada, por alguém para fazer a separação, viu USP. Pode pedir ajuda para uns tais 'n@zistas', que vão se dar muito bem com a 'ditadura do bem' uspiana.


Ana

2020-03-10 12:17:10

Narloch, sempre fui bem receosa com cotas, já entendi que inclusão não acontece voluntariamente sem empurrão, mas não tenho opinião rigorosa do tema. Meu ponto para você é que citar UM caso somente, da Janaína, é tão pouco que por si só já mostra como a inclusão e representatividade tem sido falha e precisa ser mudada.


Fernando

2020-03-10 07:08:53

Duas colocações: 1- não deveria ter cota para assuntos relevantes e bem desenvolvidos antes de cota baseada em genes?... quanto mais jogamos luz em um assunto, mais ele aparece. 2- democracia é legal... desde que seja a minha.



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