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Edição Semana 313

O cabidão da República

Mais de 2 milhões de brasileiros irão prestar um único concurso neste domingo, 5 de maio, em 228 cidades. Eles concorrerão a 6.690 vagas na administração pública federal. A relação é de uma vaga para cada 319 pessoas, com cerca de 1% da população tentando se pendurar no cabide estatal. Apelidado de o “Enem dos...

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Carlos Graieb
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Duda Teixeira
9 minutos de leitura 03.05.2024 03:30 comentários 10
O cabidão da República
Concurso unificado: depois de abrir 6 mil vagas, governo anunciou edital para o dimensionamento da força de trabalho
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Mais de 2 milhões de brasileiros irão prestar um único concurso neste domingo, 5 de maio, em 228 cidades. Eles concorrerão a 6.690 vagas na administração pública federal. A relação é de uma vaga para cada 319 pessoas, com cerca de 1% da população tentando se pendurar no cabide estatal.

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Carlos Graieb

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Duda Teixeira

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Acir Martins da Silva

2024-10-21 18:30:28

teste


Maria

2024-05-05 21:49:11

Estabilidade é importante pra poder denunciar coisas erradas e pro orgão público não virar curral eleitoral. OSs Já deram muito problemas aqui no Brasil! Não sei qual seria a solução…


Ana Lucia Amaral

2024-05-04 13:04:56

Assistente social como responsável por uma UBS, que se acredita em condições de alterar prescrição médica, não melhora a saúde. Sobre Saúde: agência publica responsável pela fiscalização dos prestadores privados, não funciona também. Tudo ao Deus dará.


Ana Lucia Amaral

2024-05-04 12:59:42

Necessário fixar quais são as carreiras efetivamente vinculadas à ação do Estado, os serviços públicos essenciais, que não podem ser realizados pela esfera privada. Atividade meio poderia ser preenchida via contratação laboral, como na iniciativa privada. Fiscalização a cargo do IBAMA, por exemplo: tem que ser carreira de Estado, com concurso público próprio. Por outro lado, dar as organizações sociais o poder de colocar uma pessoa com formação deficiente em assistência social,


Geraldo Afonso Scomparim

2024-05-03 18:22:06

A verdade é que a classe politica, vide os presidentes das casas, não estão nem aí para a população. Usam estas armas para mais verbas das emendas. Uma vergonha!!


Andersson Antônio Ferreira Porto

2024-05-03 17:18:27

Se a contabilidade pública passasse a ser igual a contabilidade privada, o Estado seria eficiente como a empresa privada bem administrada. A produtividade deve ser cobrada dos funcionários. Meios e formas existem. Falta vontade política. Gostei das ponderações do artigo.


Renata

2024-05-03 11:55:32

Algumas carreiras têm que ter estabilidade, como policiais, fiscais e outros. Senão, o autuado dá-lhe uma carteirada com ameaças, ou corre até seu padrinho político, que pressiona para o servidor ser demitido. Faltou abordar a ingerência política nesse setor. As avaliações de desempenho já existem mas é como se não existissem. Pura peça de ficção. Os pares sempre se avaliam bem.


Clayton De Souza pontes

2024-05-03 14:02:25

Entendo que os concursos para contratos temporários podem ser uma boa alternativa pra evitar o baixo desempenho de alguns profissionais e permitir maior previsibilidade pra o governo, afinal a Lei de Parkinson impera no serviço público, motivando o aumento de tributos pra pagar salários


MARCEL SILVIO HIRSCH

2024-05-03 08:36:55

Excelente matéria. Direta e objetiva para quer quer que a "coisa" Estado mude, mas impossível para os 0,06 que realmente mandam na "coisa" toda.


WAGNER LUNGOV

2024-05-03 07:50:46

Melhor que comparar com outros países um percentual geral, seria explorar mais como que a folha de pagamentos se distribuir por setores e funções. Isso foi feito muito de leve sobre os super salários percebidos pos 0,6% dos funcionários, mas uma análise detalhada seria muito útil para entendermos melhor onde estão as maiores distorções.


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Comentários (10)

Acir Martins da Silva

2024-10-21 18:30:28

teste


Maria

2024-05-05 21:49:11

Estabilidade é importante pra poder denunciar coisas erradas e pro orgão público não virar curral eleitoral. OSs Já deram muito problemas aqui no Brasil! Não sei qual seria a solução…


Ana Lucia Amaral

2024-05-04 13:04:56

Assistente social como responsável por uma UBS, que se acredita em condições de alterar prescrição médica, não melhora a saúde. Sobre Saúde: agência publica responsável pela fiscalização dos prestadores privados, não funciona também. Tudo ao Deus dará.


Ana Lucia Amaral

2024-05-04 12:59:42

Necessário fixar quais são as carreiras efetivamente vinculadas à ação do Estado, os serviços públicos essenciais, que não podem ser realizados pela esfera privada. Atividade meio poderia ser preenchida via contratação laboral, como na iniciativa privada. Fiscalização a cargo do IBAMA, por exemplo: tem que ser carreira de Estado, com concurso público próprio. Por outro lado, dar as organizações sociais o poder de colocar uma pessoa com formação deficiente em assistência social,


Geraldo Afonso Scomparim

2024-05-03 18:22:06

A verdade é que a classe politica, vide os presidentes das casas, não estão nem aí para a população. Usam estas armas para mais verbas das emendas. Uma vergonha!!


Andersson Antônio Ferreira Porto

2024-05-03 17:18:27

Se a contabilidade pública passasse a ser igual a contabilidade privada, o Estado seria eficiente como a empresa privada bem administrada. A produtividade deve ser cobrada dos funcionários. Meios e formas existem. Falta vontade política. Gostei das ponderações do artigo.


Renata

2024-05-03 11:55:32

Algumas carreiras têm que ter estabilidade, como policiais, fiscais e outros. Senão, o autuado dá-lhe uma carteirada com ameaças, ou corre até seu padrinho político, que pressiona para o servidor ser demitido. Faltou abordar a ingerência política nesse setor. As avaliações de desempenho já existem mas é como se não existissem. Pura peça de ficção. Os pares sempre se avaliam bem.


Clayton De Souza pontes

2024-05-03 14:02:25

Entendo que os concursos para contratos temporários podem ser uma boa alternativa pra evitar o baixo desempenho de alguns profissionais e permitir maior previsibilidade pra o governo, afinal a Lei de Parkinson impera no serviço público, motivando o aumento de tributos pra pagar salários


MARCEL SILVIO HIRSCH

2024-05-03 08:36:55

Excelente matéria. Direta e objetiva para quer quer que a "coisa" Estado mude, mas impossível para os 0,06 que realmente mandam na "coisa" toda.


WAGNER LUNGOV

2024-05-03 07:50:46

Melhor que comparar com outros países um percentual geral, seria explorar mais como que a folha de pagamentos se distribuir por setores e funções. Isso foi feito muito de leve sobre os super salários percebidos pos 0,6% dos funcionários, mas uma análise detalhada seria muito útil para entendermos melhor onde estão as maiores distorções.



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