Adriano Machado/Crusoé

Os ‘novos’ que decepcionaram

De Wilson Witzel ao pré-candidato do Novo à prefeitura paulista, não faltam exemplos que depõem contra o discurso de que é preciso renovar a política brasileira
02.10.20

Wilson Witzel entrou na campanha ao governo do Rio de Janeiro, em 2018, como um azarão. Nas primeiras pesquisas eleitorais, exibia míseros 2% das intenções de voto. Em um estado traumatizado por escândalos de corrupção, o discurso do candidato do PSC rapidamente conquistou o coração do eleitorado. No embalo da Lava Jato, Witzel ostentou as credenciais de ex-juiz federal, apresentou-se como um símbolo da renovação e, na reta final da disputa, usou o apoio da família Bolsonaro como um trunfo. A fórmula deu certo: ele bateu com folga o ex-prefeito Eduardo Paes e chegou ao Palácio da Guanabara como uma esperança de novos ares no cenário fluminense. Menos de dois anos depois de seu triunfo na estreia, o outsider caminha a passos largos rumo ao impeachment. Witzel não é o único a personificar a decepção com aqueles que se elegeram protendo mudar “tudo o que está aí”. Outros neófitos que estrearam nas urnas em 2018 acabaram se rendendo à política como ela é e às práticas nefastas que juravam combater – e, com isso, sofreram reveses.

Na última quarta-feira, 30, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, do PSL, foi alvo de uma operação da Polícia Federal. Com autorização do Superior Tribunal de Justiça, agentes fizeram buscas em endereços ligados ao ex-bombeiro. Apreenderam telefones celulares e documentos. A situação política de Moisés, que já era frágil, agora beira o insustentável. Acusado de fraude na compra de respiradores, o novato perdeu apoio político e virou alvo de um processo de impeachment, que deve ser concluído com seu afastamento. O envolvimento com o que há de mais abominável na política de personagens eleitos sob a bandeira da renovação representa uma frustração para os brasileiros que acreditam que um novo jeito de fazer política, alheio ao modo de operar tradicional, é possível.

E não são apenas os cidadãos do Rio de Janeiro e de Santa Catarina que amargam esse desapontamento. De Brasília, surgem sinais cada vez mais inequívocos de que a velha política voltou a dar as cartas. Em nome da sobrevivência política, o presidente Jair Bolsonaro estreitou os laços com o Centrão e fez concessões que seriam inimagináveis para os eleitores do longínquo ano de 2018. Mestres do toma lá dá cá, as lideranças de partidos fisiológicos ganharam força suficiente até para influir nos rumos do governo, incluindo até indicações para o Supremo Tribunal Federal – corte na qual muitos deles enfrentam processos.

Mauricio Vieira/SecomMauricio Vieira/SecomCarlos Moisés, o governador catarinense, é outro que se elegeu com a bandeira da nova política, mas está em apuros
As promessas vãs dos novatos da política esmoreceram o ânimo dos eleitores, mas não eliminaram a necessidade de mudanças efetivas nos três poderes. Pelo contrário: em tempos de desvios que alcançam até recursos para combater a pandemia, a adoção de novas práticas nunca foi tão premente. Especialistas e integrantes de movimentos de renovação política reconhecem que os escândalos recentes envolvendo outsiders foram um banho de água fria, mas apostam na persistente indignação dos brasileiros para buscar uma nova rodada de mudanças a partir das eleições municipais deste ano.

O processo de declínio dos representantes da nova política ganhou força com a crise da Covid-19 e com casos rumorosos que envolveram Witzel, Carlos Moisés e outros estreantes, como o governador do Amazonas, Wilson Lima, do PSC. A Polícia Federal chegou a pedir a prisão do ex-apresentador de TV – o ministro Francisco Falcão, do Superior Tribunal de Justiça, autorizou a realização de buscas nos endereços do governador, mas negou a prisão preventiva. Wilson Lima é acusado de fraudes na compra de respiradores. Assim como os outros governadores investigados, ele nega envolvimento no esquema e diz que sua determinação era para que “se salvassem vidas”.

Embora tenha se intensificado com as medidas nada republicanas adotadas a pretexto de combater o coronavírus no país, a sequência de infortúnios envolvendo os que debutaram na política nas eleições de 2018 começou no ano passado, bem antes das denúncias relacionadas a recursos para a pandemia. Em dezembro, o Tribunal Superior Eleitoral já havia cassado o mandato da senadora Selma Arruda por abuso de poder econômico e caixa dois nas eleições de 2018. Apelidada de “Moro de saias”, a ex-juíza federal foi eleita em sua estreia em campanhas como defensora da Lava Jato, mas caiu em desgraça após ser flagrada em práticas denunciadas à exaustão pela operação.

Assim como Witzel e Carlos Moisés, a ex-senadora também enfrentou a derrocada depois de romper com Jair Bolsonaro e seus filhos – Selma acusou o então colega Flávio Bolsonaro de pressioná-la para que retirasse sua assinatura da CPI da Lava Toga. Ao longo de seus quase dois anos como senador, o filho 01 do presidente da República também se consolidou como um exemplar legítimo da velha política. Até chegar ao Congresso, bradava contra o foro privilegiado e afirmava que “a lei é para todos”. Ao entrar no epicentro das investigações sobre um esquema de rachid em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, ele apresentou nove recursos à Justiça até conseguir uma decisão que lhe assegurou o benefício. Hoje, a primeira família faz lobby explícito pela manutenção desse privilégio, que pode salvar Flávio de uma condenação.

Reprodução/redes sociaisReprodução/redes sociaisSabará, do Novo, foi suspenso pelo partido por suspeitas de má conduta, entre elas a de anabolizar o próprio currículo
A família Bolsonaro e parte de seus aliados ascenderam ao poder em 2018 vendendo-se como ferrenhos defensores da Lava Jato e de causas apoiadas pelos procuradores da força-tarefa, como o fim do foro especial e a prisão após condenação em segunda instância. A operação deflagrada em 2014 lançou luz sobre práticas centenárias de corrupção, sedimentou a derrocada do PT e dos esquemas operados pelo partido acendendo a esperança de uma renovação política no país. Seis anos depois, a desilusão com os que se apresentaram como legítimos representantes da nova política se acentua justamente no momento em que os mais duros ataques à operação são desferidos – muitas vezes, por aqueles que foram eleitos prometendo preservá-la.

“Boa parte dos eleitos na onda da nova política não passou antes por um processo de maturação institucional. Esse fenômeno de uma suposta renovação foi sustentado por uma atitude de desespero dos eleitores, que olhavam para o sistema político sem encontrar nenhuma opção que agradasse”, avalia o cientista político Leonardo Barreto. “E aí surgiu uma leva de outsiders. Eles passaram a ser vistos como fonte de ética e de probidade pela população, que não se preocupou em conhecer efetivamente o histórico dessas pessoas.” As pesquisas de intenção de voto no Rio de Janeiro confirmam a tese: na semana anterior à eleição, Wilson Witzel saltou de 9% para 41% das intenções de voto. Essas estatísticas mostram que os cidadãos fluminenses escolheram o candidato a governador de forma intempestiva, sem avaliar com cautela a solidez das promessas de campanha. Nos últimos dois anos, porém, o establishment se reestruturou, inclusive com a benção do governo Jair Bolsonaro. Agora, trabalha para que o fenômeno da renovação de quadros não se repita na mesma intensidade. “As instituições buscam maneiras de se preservar e se perpetuar. Quando percebem ameaças, dão um jeito de reduzir problemas”, afirma Barreto.

Uma das legendas que ganharam mais espaço foi o Partido Novo. A sigla traz no nome a proposta de renovação política e conseguiu levar para o Congresso práticas ainda raras no Parlamento, como o enxugamento de gastos e de contratações em gabinetes. Mas, no começo do ano, sofreu desgastes quando seu único governador, Romeu Zema, de Minas Gerais, contrariou diretrizes partidárias e prometeu um aumento de 41% a policiais do estado. Diante da penúria financeira dos cofres mineiros, a benesse ganhou ares de escândalo e o próprio Novo questionou judicialmente o reajuste. Depois de aprovado, o aumento salarial da categoria acabou vetado por Zema, que reduziu o percentual para 13% e conseguiu estancar os conflitos internos. Empenhado em se descolar de crises, o partido recentemente expulsou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, mas desde agosto enfrenta mais um dissabor. O candidato do Novo à prefeitura de São Paulo, Filipe Sabará, que havia sido aprovado no famoso processo seletivo da legenda, acabou suspenso depois que foram identificadas inconsistências em seu currículo – a decisão foi tomada na esteira de uma apuração de Crusoé sobre o assunto. Também se descobriu uma diferença de nada menos do que 3,9 milhões de reais em sua declaração de bens. Na quinta-feira, 1º, Sabará conseguiu reverter a medida no TSE. “A citação de um político corrupto como exemplo de gestão é inadmissível”, disse João Amoêdo, fundador da sigla, criticando a exaltação de Sabará a Paulo Maluf — acredite, isso também aconteceu.

Para o empresário Eduardo Mufarej, idealizador do movimento RenovaBR, uma iniciativa de renovação política que capacita interessados em entrar na vida pública, os cidadãos “ainda sentem fadiga” do sistema político e seus personagens carimbados. “O que todos os brasileiros sabem é que a política não está entregando o que eles gostariam, a vida não está boa, a vida está dura e a política brasileira continua envelhecida”, afirma. “Mas não adianta trocar personagens, se as práticas forem as mesmas.” O RenovaBr ficou conhecido após revelar nomes como os dos deputados Felipe Rigoni, do PSB, e Tabata Amaral, do PDT. Nos últimos dois anos, o movimento formou quase 1,8 mil pessoas, das quais cerca de mil devem se candidatar. A maioria deles está à esquerda no espectro político, característica que não atende às expectativas de parte importante do eleitorado. Mufarej diz que a escolha do eleitor deveria ser precedida de uma extensa e minuciosa pesquisa sobre o histórico e as propostas dos candidatos. Hoje, até a tecnologia facilita o trabalho – há aplicativos, por exemplo, que fazem uma espécie de “match” eleitoral para ajudar os cidadãos a escolherem candidatos alinhados com as causas nas quais acreditam. O risco, a julgar pela experiência recente, é o mesmo que envolve o “match” tradicional: o de haver traições e desilusões.

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  1. De outra parte, quem recebe o VOTO, o considera como ganho pessoal que pode dispor como quiser. Quase um prêmio de loteria. O cargo público é objeto de cobiça, é investimento rentável se alcançado. Para limpar e mantê-lo na sua função de purificador permanente da Democracia,o filtro VOTO precisa estar sempre embebido de Educação de qualidade. É isso.

  2. O VOTO é o filtro mais importante da Democracia. Como todo filtro,o VOTO não pode estar sujo,contaminado. No Brasil, regra geral, o VOTO está contaminado tanto pelas mãos de quem os dá, como pelas mãos dos que os recebem. A miséria, as necessidades básicas não atendidas,os socorros emergenciais, as políticas assistencialistas sujam ,corrompem, comprometem o voto do eleitor.

  3. Ouvimos, com frequência, que as pessoas no Século XXI devem ser resilientes. Haja resiliência para aguentar a política brasileira. como já disse algumas vezes um colunista desta revista: o Brasil cansa....

  4. Excelente artigo. Capturou muito bem o fenômeno da frustração dos eleitores em relação à desilusão recentes das urnas. De fato, há muitos candidatos se dizendo novo e de novo só tem o nome do partido. O importante é constatar se tem expertise na Administração Pública. Quem nunca atuou no serviço público tende a generalizar pregando que nenhum servidor presta, são todos marajás, quando na verdade a maioria têm condições péssimas de trabalho. Há de se cobrar um amadurecimento político.

  5. A ex senadora Selma Arruda não era Juiza federal, mas estadual. Tb me parece que as acusações contra ela na justiça eleitoral não eram todas as descritas no artigo.

  6. Saída pelo alto... Não votar e observar. Nada presta.... Me indique um! Apenas para votar no Rio de Janeiro! Faça a mesma pergunta na sua cidade! Vamos nos decepcionar novamente? Meu coração não aguenta e o seu?

    1. Carl Von Clausewitz dizia que: "Guerra é a diplomacia por outros meios". Do jeito que vai a política brasileira, haverá um novo golpe militar no Brasil, pois nossa política só limpa a força, na marra, na porrada...

  7. Não tenho esperança nenhuma de melhora nas escolhas políticas, pelo simples fato da nossa sociedade ser iliterada e muito ignorante. Apegam -se a conceitos que há séculos foram sepultado na Europa, por exemplo. Somos um povinho muito vagabundo e, consequente, elegemos estas porcarias que aí estão.

    1. Cara Goiaba, o problema começa nos partidos safados que tem DONOS. Eles só nos oferecem LIXO. Votar consciente em quem???

    2. É isso mesmo. Os políticos saem do seio da nossa sociedade. Se a sociedade tem um baixo índice de apego aos valores da cidadania, isso é levado naturalmente para a vida pública. Enquanto não melhorarmos como sociedade não geraremos representantes melhores.

  8. Novo só no nome. Em MG fez como o Presidente na reforma federal, jogou nas costas dos servidores "chão de fábrica" o ônus, e "agraciou" a casta militar com o bônus de sempre . O que há de novo nisso????NADA, pois assim também agiam PSDB e MDB para conseguirem governar. As urnas ecoarão em novembro um sonoro " aqui prá vocês"💪, e que venha 2022!

    1. Não creio que o Mainardi seja adepto de FHC, José Serra, Doria, Alckmin & enrustidos melancias. Seria apenas mais uma decepção.

    2. Na minha opinião, há políticos bons sim....., e só acessar o site "ranking dos políticos", e um excelente termômetro para a escolha de um bom político....

    3. Não entendi! "A Crusoé quer a volta do PSDB. Abram os olhos"??? Creio que a revista fez, com brilhantismo, seu trabalho, mostrou os fatos: A decepção com as "novidades" de 2018. E quem acompanha o noticiário em geral, já conhecia esses fatos. Quanto ao Partido Novo, não vi quaisquer critica por parte da Crusoé, citou os 3 casos E AS PROVIDÊNCIAS do Partido: Enquadrou a "escorregadela" do Zema; expulsou o "passador de boiada"; está enquadrando o filhote do Maluf, espero que o expulse.

    4. Parece mesmo! Achei a atitude do partido Novo digna de respeito ao retirar a candidatura de alguém q não mostrou ser honrar a história do partido!

  9. Culpa do povo. Jamais eles vão deixar de ver o TikTok para pesquisar um candidato. Povo inculto por gerações, de direita de centro e de esquerda.

    1. Paulo tem toda razão peço licença para fazer minhas as suas palavras. O Rio está há 30 anos sendo roubado, e o povo do Estado ainda vota em neófitos interessados em ficar ricos tipo Cabral, e todos os presidentes q foram eleitos em que votei , com exceção do ex- presidiário de 9 dedos, foram ladrões e deviam estar presos, mas no Brasil das Jaboticabas cada um se arruma como pode e estão todos soltos. Tenho vergonha de ser brasileira. Nas eleições próximas temos 14 candidatos.

  10. Veja que o Novo errou no processo seletivo, mas já está questionando seu candidato... isso não invalida em nada os valores e propostas do Novo. Pelo contrário, mostra que o partido tem sido coerente com o que prega... O candidato é que mentiu no processo não o partido.

    1. Concordo com você, acho que o partido agiu com coerência

  11. O sistema é podre e decadente. Engole qualquer tentativa de limpeza. Os últimos anos de combate à corrupção foram engolidos e agora se invertem as coisas. Os que se elegeram com aquela Bandeira, traíram seus eleitores. É incontestável e vergonhoso.

  12. Dentre as opções, estou bastante motivado pelas boas atitudes dos eleitos do NOVO. Trata-se para mim em escolha certa. Como bem dizem eles, não há jeito de fazer uma nova política, com velhos políticos. Lastimável é o fato de o eleitor não se interessar mais em saber o que se passa, quem são as pessoas. Lembre-se quando os honestos se calam, os mal feitores se impõe. Povo precisa participar. O NOVO expressa suas ideias e expõe suas determinações em público. Basta se informar.

    1. Concordo Ricardo! Nada a ver a revistar ter colocado o novo na chamada.

  13. muito decepcionada com bolsonaro, desiludida com a política, e com pena do Brasil e seus humildes habitantes, não vamos conseguir nunca nos livrar dos corruptos..

  14. Temos que prestigiar o Partido Novo. Único que tomou providências quando percebeu problemas com seu candidato. Além disso, é o único Partido contrário ao fundo eleitoral, uma das maiores vergonha do país.

  15. "Quer conhecer o Sapiens? Dê poder ou pinga prá ele!" (do Popular). Mais um brilhante artigo da Jornalista e, mais uma vez, os Antagonistas fazem gol de placa. Só vejo saída para essa angústia Republicana e da consolidação democrática se exigirmos dos partidos políticos compostura e respeito ao eleitor. Um dos maiores erros da Ditadura foi desfazer a experiência da constituição de 45, liquidando os partidos políticos (e não eram muitos) com o AI2 e assumindo com isso, definitivamente a sua face

    1. Ah! para encerrar: a gloriosa grande mídia, com cara de paisagem, omissa mesmo, avaliza esse status quo e vai cansando a nossa beleza, queimando carga horária com debates sobre remendinhos e chuleios na tal constituição cidadã.

    2. a essa cúpula maldita pondo o seu partido para eleger a maioria dos seus picaretas nossa ética democrática será essa: poder lotado de picaretas. Velhos ou novos.

    3. cruel, "consentida" pela substituição por 2 partidos tbém consentidos. Na verdade, cara Jornalista Helena, os "novos" eleitos e decepcionante ( e afirmo a quase maioria) são velhos e autocratas pois já poderosos (ou juiz não é poderoso?) e 'empresários" mesmo quarentões e ricos ( muito pelo dinheiro público, ou não é?) são velhos, autocratas, donos da verdade ou "reis da cocada preta". Cheiro de povo, no sentido do que a população quer, NADA! Se os partidos continuarem com donos e traidores, não

  16. O dilema do eleitor: encontrar um candidato íntegro. Como já foi comentado, os partidos não se interessam por lançar candidatos honestos. Se o NOVO souber aproveitar essa lacuna, pode emplacar muitos nomes.

  17. Vocês deveriam olhar com mais atenção o Governador Zema. Ele está entregando ao povo mineiro tudo o que prometeu, ou seja, zelo e correção na administração da coisa pública. Pode não ser perfeito, mas é um modelo a ser seguido.

    1. Concordo. Parece que a Crusoé está tentando achar algo contra ele. Como não consegue, fica incluindo seu nome em artigos como este, injustamente. Orgulho de Zema.

    2. exatamente! Nem merecia ser citado na reportagem. Muito orgulho do trabalho do Zema!

  18. Dos novatos na política, ZEMA nos dá esperança de que o Brasil tem jeito, com seu jeitinho de Chico Bento e sotaque cativante consegue esconder o grande político que é. MARCEL VAN HATTEN , ao contrário de Zema, é explosivo e indignado mas não menos que Zema é uma esperança para o Brasil.

  19. sinto me na obrigação da defesa,em MG o partido NOVO representado por Zema não decepcionou seus eleitores....num estado quase falido nosso governador tem "tirado leite em pedra" pra honrar seus compromissos de campanha...até aqui tudo bem.

    1. O problema do Novo, chama Amoedo, Dono do partido. Zema desponta porque peita o Dono.

  20. Em quase sua totalidade os partidos políticos são comandados por chefes de quadrilha que administram a grana e por isso dão passe para os mancomunados, com essas características quase impossível pessoas decentes terem ascensão política.

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