O exemplo do coronel

13.07.18

Assim como fez o notório coronel João Baptista de Lima Filho, amigo de Michel Temer e suspeito de gerenciar propinas em nome do presidente, outro personagem importante do chamado “inquérito dos portos” tem tentado adiar ao máximo a obrigação de prestar esclarecimentos à Polícia Federal. Marcelo de Azeredo, que comandou o Porto de Santos por indicação de Temer e também é apontado como coletor de dinheiro sujo, alega que está em viagem ao exterior e, por isso, não pode responder às perguntas do delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pela investigação. O coronel Lima, que chegou a ser preso em março, recorre a outro argumento para não falar aos investigadores: diz que passa por graves problemas de saúde.

Carlos Nogueira/Tribuna de SantosCarlos Nogueira/Tribuna de SantosMarcelo de Azeredo diz que não pode falar à PF porque está fora do país

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  1. Há vinte anos a revista isto é publicou detalhes da administração do Azeredo sob o título " o porto da mamata" , interessantíssimo ser relida . Mas naquele tempo certamente ainda não existia órgão repressor interessado em exercer sua missão . Será que atualmente há ?

  2. Quanto ao tal coronel, que raios de atestados médicos são esses? Ele operou as cordas vocais? Manda sob custódia pro Sírio e Libanês, e colhe o depoimento lá mesmo, acompanhado por todos os médicos que desejar...

  3. Tá no exterior e não pode responder? Já que o "favreto do psdb" proibiu depoimentos coercitivos, é só decretar prisão preventiva e expedir notificação à Interpol, ou não?

  4. Haja Lavajato pra limpar a bandidagem do Brasil. Tomam conta na cara dura, parece até que é normal essa bandidagem toda!

  5. Essa ORCRIM parece mais poderosa e tanto o coronel Lima quanto Marcelo Azeredo estão conseguindo se safar e assim vão dando proteção ao poderoso chefão da quadrilha.

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