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    Witzel: decisões contra governadores não deveriam ser monocráticas

    O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (foto), avaliou nesta terça-feira, 26, que as decisões sobre medidas cautelares contra chefes de Executivos estaduais, como buscas e apreensões, não deveriam ser monocráticas. Ele defendeu que os casos sejam analisados por um colegiado no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, a fim de evitar "perseguições políticas"....

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    Redação Crusoé
    3 minutos de leitura 26.05.2020 20:38 comentários 0
    Wilson WItzel
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    O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (foto), avaliou nesta terça-feira, 26, que as decisões sobre medidas cautelares contra chefes de Executivos estaduais, como buscas e apreensões, não deveriam ser monocráticas. Ele defendeu que os casos sejam analisados por um colegiado no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, a fim de evitar "perseguições políticas".

    Alvo da Operação Placebo, que investiga desvios de recursos públicos na construção de hospitais de campanha, Witzel fez a observação ao atribuir mais uma vez as investigações ao presidente Jair Bolsonaro, seu adversário político. “Governadores estão sendo investigados com ilações mínimas, com o objetivo de atingi-los com busca e apreensão, com afastamento de mandato, o que é muito grave”, declarou em entrevista à CNN.

    “Nós precisamos exigir que decisões envolvendo governadores daqui para frente sejam decisões colegiadas, para que a gente tenha mais segurança e mais tempo de avaliar prova, para não ter essa violência que estamos sofrendo aqui e essas acusações absolutamente injustas”, emendou. 

    O governador voltou a defender a própria inocência, classificando o inquérito como “fantasioso”, e falou sobre a situação da primeira-dama, Helena Witzel, que também foi alvo das medidas de busca e apreensão. De acordo com o Ministério Público Federal, o escritório de advocacia dela recebeu dinheiro de uma das empresas de Mário Peixoto, acusado de fraudar contratos milionários com o governo do Rio.

    Witzel alegou não ter conhecimento sobre os serviços prestados pela esposa e contou ter recomendado que a primeira-dama sempre pedisse “a declaração dos clientes de que eles não tem absolutamente nada com o estado” a fim de evitar “constrangimentos”. O governador, no entanto, disse que a informação “foi completamente omitida” de Helena. 

    Documentos apreendidos pela Operação Favorito, deflagrada pelo MPF do Rio em 14 de maio e que resultou na prisão de Peixoto, revelam "transferências de recursos" entre a empresa do grupo dele, a DPAD Serviços Diagnósticos, e o escritório de Helena.

    No mesmo dia da operação, as provas foram compartilhadas com a Procuradoria-Geral da República, que havia aberto um dia antes um inquérito para investigar a participação de Witzel em contrato de 770 milhões de reais para a construção de hospitais de campanha. O negócio está sob suspeita.

     

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