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Um ano dos Acordos de Abraão: turismo em Dubai e investimentos em Israel

Israel comemora neste 15 de setembro um ano da assinatura dos Acordos de Abraão, que normalizaram as relações com Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Sudão e Marrocos. Nesse dia, no ano passado, os ministros de relações exteriores de Israel, dos Emirados, do Bahrein e o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, formalizaram os primeiros acordos...

Redação Crusoé
3 minutos de leitura 14.09.2021 15:33 comentários 2
Lior Haiat porta-voz Ministério das Relações Exteriores Israel
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Israel comemora neste 15 de setembro um ano da assinatura dos Acordos de Abraão, que normalizaram as relações com Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Sudão e Marrocos. Nesse dia, no ano passado, os ministros de relações exteriores de Israel, dos Emirados, do Bahrein e o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, formalizaram os primeiros acordos com uma cerimônia na Casa Branca, em Washington.

Entre os quatro países que se aproximaram de Israel, o Emirados Árabes é o que mais tem aproveitado a oportunidade. Trinta e quatro acordos estão em andamento entre os dois países, sendo que 14 já foram assinados em áreas como saúde, meio ambiente e agricultura.

Desde o primeiro voo direto entre Tel Aviv e Dubai, em novembro do ano passado, mais de 200 mil turistas e empresários israelenses visitaram o país árabe. Restaurantes locais até começaram a vender comida kosher para os novos visitantes. "Por 72 anos, desde a criação do estado de Israel, tivemos poucas chances de conhecer nossos vizinhos. Os Emirados são um destino novo, que não era conhecido. Acho que o potencial para o turismo é muito maior, porque com a pandemia muitas pessoas adiaram suas viagens", diz o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lior Haiat (foto).

Os Emirados Árabes, por sua vez, começaram a investir em Israel. Em abril, a Mubadala, que pertence ao fundo soberano dos Emirados, assinou a intenção de comprar 22% do campo de petróleo israelense de Tamar. A transação é avaliada em 1 bilhão de dólares. 

Segundo Haiat, outros países estão olhando para os resultados desses acordos e pensando em seguir os mesmos passos. "Tenho certeza de que logo mais teremos outros países muçulmanos, dentro e fora do Oriente Médio, fazendo algo semelhante", diz Haiat. Embora o ministro não cite quais países estão em negociações avançadas, a especulação é de que os próximos na fila são Omã, Mauritânia, Indonésia e Catar.

Ainda que os Acordos de Abraão tenham sido negociados e assinados no período de Trump, Haiat afirma que o atual governo americano, comandado por Joe Biden, segue apoiando as conversas entre Israel e países árabes.

"Membros do alto escalão do governo de Joe Biden nos têm dito que eles estão totalmente comprometidos com o processo de paz no Oriente Médio e que apoiam a expansão do círculo de nações amigas de Israel", diz Haiat.

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Comentários (2)

Sergio Roberto de Oliveira

2021-09-15 02:32:59

Os árabes que querem viver em paz em Israel, vivem muito bem, mas se quiserem fazer palhaçada, vão viver espremidos na Faixa de Gaza. Simples assim.


M Cristina D V R Dantas

2021-09-15 01:20:00

Acordar algo contra a barbárie que Israel impõe aos palestinos em todos os níveis.


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Comentários (2)

Sergio Roberto de Oliveira

2021-09-15 02:32:59

Os árabes que querem viver em paz em Israel, vivem muito bem, mas se quiserem fazer palhaçada, vão viver espremidos na Faixa de Gaza. Simples assim.


M Cristina D V R Dantas

2021-09-15 01:20:00

Acordar algo contra a barbárie que Israel impõe aos palestinos em todos os níveis.



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