Crusoé
09.03.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Crônica
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

'Sem renovação das elites, o populismo prospera', diz Carlos J. Rangel

O livro Do bom selvagem ao bom revolucionário, escrito pelo jornalista, político e diplomata venezuelano Carlos Rangel, é um clássico do pensamento liberal da América Latina. Desde que foi publicado, em 1976, a obra tornou-se um contraponto ao Veias abertas da América Latina, lançado cinco anos antes pelo uruguaio Eduardo Galeano. Mas, em vez de...

Crusoe
Redação Crusoé
10 minutos de leitura 30.06.2019 10:30 comentários 10
'Sem renovação das elites, o populismo prospera', diz Carlos J. Rangel
O venezuelano Carlos J. Rangel: hoje "há líderes e partidos que oferecem uma alternativa à hegemonia socialista"
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

O livro Do bom selvagem ao bom revolucionário, escrito pelo jornalista, político e diplomata venezuelano Carlos Rangel, é um clássico do pensamento liberal da América Latina. Desde que foi publicado, em 1976, a obra tornou-se um contraponto ao Veias abertas da América Latina, lançado cinco anos antes pelo uruguaio Eduardo Galeano. Mas, em vez de jogar a culpa de todos os fracassos da região nos Estados Unidos, como fez o uruguaio, o venezuelano preferiu explicar por que as promessas de desenvolvimento nunca se concretizarem. Entres as razões apontadas por ele estão a inclinação por caudilhos, o antiamericanismo, o cultivo do mito de um “bom selvagem” e a fragilidade do estado de direito. Rangel faleceu em 1988, antes de ver seu rico país ser tomado pela antítese do liberalismo que ele tanto pregou em palestras, matérias de jornais e livros.

Este ano, a obra de Carlos Rangel foi relançada pela Faro Editorial. Quem escreve o prólogo é o filho do autor, Carlos J. Rangel. Nascido em Caracas, o filho – que tem o mesmo nome do pai – formou-se em administração e foi morar nos Estados Unidos. Deu aulas de gestão de tecnologia e inovação na Universidade da Califórnia e, mais tarde, na Universidade Atlantic da Flórida.

Aos 63 anos, Rangel, o filho, já publicou três livros. Entre eles, um sobre seu país de nascimento: Venezuela Impossível: Crônicas e Reflexões sobre Democracia e Liberdade. A maior parte de seu tempo atual ele dedica à consultoria AMLA, focada em negócios em países da América Latina. A Venezuela, que já foi um dos países em que ele já se aventurou a fazer negócios, naturalmente deixou de estar entre as possibilidades. Por telefone, Carlos J. Rangel conversou com Crusoé.

Em que a América Latina hoje é diferente daquela que foi descrita por seu pai no livro Do bom selvagem ao bom revolucionário, lançado em 1976?
Logo na introdução, meu pai escreveu que, "desde Simón Bolívar até Carlos Fuentes, todo latino-americano profundo e sincero reconheceu, ao menos em algum momento, o fracasso, até agora, da América Latina". Naquela época, já existiam ideias liberais, mas a maior parte dos governantes preferia cometer os mesmos erros do passado. Repetiam as políticas de sempre à espera de um resultado diferente, que nunca chegava. Faziam isso não por um erro de aprendizagem, mas porque essa atitude é parte da natureza humana. A situação agora é diferente. Vários países já acolheram o liberalismo e experimentaram uma melhora no padrão de vida da população. Entre os valores adotados pelos seus governantes estão a desconfiança em relação a líderes muito fortes, a limitação do poder do estado, a rejeição das reclamações históricas e a aceitação do pluralismo democrático. Diversos líderes atualmente apoiam o liberalismo. Entre eles estão o presidente do Chile, Sebastián Piñera, o brasileiro Jair Bolsonaro e o ex-presidente mexicano Vicente Fox. Eis a principal diferença entre a América Latina de ontem e de hoje: há líderes e partidos que oferecem uma alternativa à hegemonia socialista, algo que não acontecia em 1976. O livro de meu pai contribuiu para essa mudança.

O pai, Carlos J. Rangel, que faleceu em 1988, escreveu o clássico "Do bom selvagem ao bom revolucionário", relançado este ano pela Faro Editorial

A elite latino-americana hoje pensa de forma diferente? 
Isso varia de país para país. Naqueles em que a democracia e o capitalismo funcionam, as elites mudaram. Não são mais as mesmas e há uma grande chance de pensarem de forma distinta das que as precederam. Nas nações em que a situação do estado de direito é fraca, não houve renovação. Nesses países, o comportamento das elites de 40 anos atrás é muito semelhante ao de hoje. Basicamente, o que fazem é uma apologia do caudilhismo.

Por que as elites se renovam em países com capitalismo e democracia? 
É um processo parecido com o que acontece no mundo do esporte. Os melhores atletas não podem subir para sempre no pódio. Há uma renovação orgânica. Da mesma forma, em uma democracia sadia, os partidos se revezam no poder. Na economia, as regras capitalistas também se encarregam de fazer isso. Nos Estados Unidos, um ditado muito comum afirma que o pai cria a fortuna, o filho gasta e o neto fica sem nada (“Rich dad, noble son, poor grandson”, em inglês). Quando alguém inventa uma coisa, seja um produto inovador ou um sistema de distribuição mais eficiente, ele fica rico porque tem um lucro maior. Com o tempo, as vantagens que o pioneiro obteve passam a ser copiadas por competidores e perdem relevância. Então, será necessário adaptar-se ou criar outra coisa. Como outras pessoas também estarão ávidas por empreender, a probabilidade de substituição das elites é grande.

Divulgação
Para o escritor Carlos J. Rangel, desdém e ojeriza pelos novos ricos é um exemplo do espírito de tribo das elites

Por que essa renovação às vezes não acontece? 
O ser humano é movido pelo instinto de sobrevivência. Em uma sociedade, é comum que ele se organize em grupos para se proteger da melhor forma. Foi assim que surgiram as tribos. Esses grupos, por sua vez, criam mecanismos para evitar perder poder e manter o status quo. Ninguém quer perder privilégios, especialmente se isso puder colocar em risco a própria sobrevivência. A elite, de certo modo, atua como uma tribo. O principal objetivo de qualquer elite é sobreviver. Então, elas elaboram mecanismos para estender os seus próprios benefícios e para impedir o surgimento de novos grupos. Seria mais ou menos como um atleta que consome drogas e hormônios para ir além do limite de seu organismo e continuar competindo por mais anos. O desdém e a ojeriza que as elites nutrem pelos novos ricos, ou emergentes, é uma demonstração desse espírito de tribo.

Quais são os mecanismos mais empregados pelas elites para manter seus privilégios? 
Na política, é comum a manipulação dos processos seletivos dentro dos partidos para evitar a ascensão de dissidências internas. Os líderes das siglas raramente permitem a escolha livre de seus substitutos. Com isso, eles debilitam a função primária dos partidos, que é a de agrupar pessoas com interesses comuns para influenciar as políticas ou, até, assumir o governo. Esse comportamento de autopreservação acaba afastando o resto da cidadania da política, o que é muito ruim. Na economia, as elites tentam se manter por meio da instituição de monopólios. Não raro, as elites políticas e as elites econômicas acabam se aliando para permanecer no poder. Contra isso, o liberalismo efetivo se esforça em garantir o estado de direito, para que a lei seja aplicada igualmente e para que a elite não possa criar distorções.

O que acontece quando as elites não se renovam? 
Ao afastar os cidadãos da política, há uma queda de representatividade, o que cria condições propícias para o desenvolvimento do populismo. A meu ver, este é um dos fatores pelos quais temos visto um aumento do populismo na América Latina. Sem renovação das elites, o populismo prospera.

O ditador da Veneuela, Nicolás Maduro, é um populista?
Claramente. Como seu objetivo maior é manter-se no poder, Maduro tem feito todo o possível para evitar que a democracia e o capitalismo funcionem. Como tampouco é um político popular, tem usado seu aparato repressivo para alcançar seus objetivos políticos. Maduro também fala o tempo todo de complôs contra ele. Dessa forma, espera nutrir o sentimento tribal de seu grupo e ganhar força. Para seus seguidores, ele também faz promessas cada vez mais impossíveis. Como não consegue cumprir aquelas que já fez, precisa sempre criar uma nova, aumentando ainda mais as expectativas em torno de seu governo.

A ideologia socialista ou comunista o ajuda nessa missão? Maduro não é um ideólogo. Melhor seria descrevê-lo como um doutrinário. Ele simplesmente segue o manual, a doutrina, aproveitando a natureza do socialismo comunista para concentrar poder e riqueza. Maduro usa todas as ferramentas disponíveis para aferrar-se ao poder. A ideologia o ajuda nisso.

A ideologia marxista precisou se adaptar para continuar servindo as elites que querem se manter no poder? 
Sim. O que vimos ao longo dos séculos foi uma reviravolta histórica. Quando ficou evidente que a promessa de promover o bem-estar ilimitado do comunismo não se realizou, ocorreu uma mudança de posicionamento. A ideologia marxista, então, começou a denunciar a sociedade de consumo. Passou a condenar o verdadeiro bem-estar, criado pelos incentivos à criatividade do capitalismo. O que se manteve foi a ideia de que, para paliar as misérias dos mais desafortunados, é preciso distribuir riqueza. O comunismo, nesse ponto, é uma das manifestações do mercantilismo.

Divulgação
Capa da reedição do livro "Do bom selvagem ao bom revolucionário", publicado este ano pela Faro Editorial

O sr. poderia explicar melhor a relação entre comunismo e mercantilismo? 
No mercantilismo, que foi adotado pela Península Ibérica entre os séculos XIV e XVIII na América Latina, a economia é vista como um jogo de ganhadores e perdedores, em uma relação de soma zero. No passado, os reis europeus concederam licenças para que grupos explorassem as riquezas das colônias. Os frutos e rendas advindos desses negócios deveriam ser enviados para as metrópoles. No mercantilismo, um país rico era aquele que tinha mais joias, ouro e outros bens. Para os reformadores, que iam contra esse sistema, a solução passava por distribuir a riqueza que já tinha sido acumulada. Essas visões de mundo se cristalizaram muito bem na América Latina. Quando a ideologia comunista surgiu, ela se identificou diretamente com essa herança cultural e ganhou a simpatia de muitos proprietários de terras. O liberalismo vê o mundo de outro ângulo. Segundo disse Adam Smith, em 1776, uma negociação não necessariamente acarreta o prejuízo de uma das partes, mas beneficia todos os envolvidos. Na venda de um pão, uma pessoa fica com a comida e a outra leva o dinheiro. As duas partes recebem o que querem em uma relação ganha-ganha.

Qual seria, então, a diferença entre uma economia capitalista e uma economia mercantilista ou comunista? 
A economia mercantilista é centralizada, favorece setores ou pessoas com base na razão e no critério do planejador, seja ele um rei, um autocrata ou um comitê central. Como essas pessoas ou órgãos jamais conseguem captar e trabalhar com todas as variáveis de maneira efetiva, isso gera ineficiência e estagnação. A economia capitalista é de livre-mercado, em que o estado se limita a controlar as falhas naturais do mercado, favorece a inovação e a criatividade, gerando renovação e crescimento eficiente. Não é à toa que o liberalismo e sua manifestação econômica, o capitalismo, geraram a maior acumulação de bem-estar na História.

Diários

Reatime indica o melhor desafiante de Tarcísio em SP

Redação Crusoé Visualizar

Janja virou vendedora da Amazon?

Redação Crusoé Visualizar

O que Tarcísio acha da candidatura do PSD

Redação Crusoé Visualizar

Khamenei vira ghostwriter

Redação Crusoé Visualizar

PM é exonerado por desejar vitória de ACM Neto na Bahia

Redação Crusoé Visualizar

Presidente do Irã pede desculpas a países vizinhos

Redação Crusoé Visualizar

Mais Lidas

Ana Paula Valadão Bessa e as verdades incômodas sobre o Irã

Ana Paula Valadão Bessa e as verdades incômodas sobre o Irã

Visualizar notícia
Arquitetura do colapso

Arquitetura do colapso

Visualizar notícia
Guerra silenciosa pelo TCU

Guerra silenciosa pelo TCU

Visualizar notícia
Janja virou vendedora da Amazon?

Janja virou vendedora da Amazon?

Visualizar notícia
O que mais tem prejudicado Lula nas redes?

O que mais tem prejudicado Lula nas redes?

Visualizar notícia
O que Tarcísio acha da candidatura do PSD

O que Tarcísio acha da candidatura do PSD

Visualizar notícia
Os degraus da soberba do Flamengo

Os degraus da soberba do Flamengo

Visualizar notícia
Prisão de Vorcaro reforça alerta sobre infiltração de organizações criminosas no Estado

Prisão de Vorcaro reforça alerta sobre infiltração de organizações criminosas no Estado

Visualizar notícia
Sítio de Atibaia volta para atormentar Lula

Sítio de Atibaia volta para atormentar Lula

Visualizar notícia
Vorcaro disse ter "orgulho" de relação com Moraes

Vorcaro disse ter "orgulho" de relação com Moraes

Visualizar notícia

Tags relacionadas

América Latina

Chile

Jair Bolsonaro

liberalismo

Sebastián Piñera

socialismo

Venezuela

Vicente Fox

< Notícia Anterior

Ratinho incentiva filho a disputar Planalto

30.06.2019 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Atos de apoio a Moro têm críticas a políticos e ao STF

30.06.2019 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Viviane

2019-07-01 17:34:23

Enquanto se teoriza o já vivido ,se esquece o que há de novo na política e nas questões sociais .As pessoas comuns trabalham e pagam impostos ,despertadas graças às redes sociais querem apenas a diginidade e o respeito do fruto de seu trabalho que vai diretamente aos pesados impostos , retornar em forma de educação,saúde,segurança e dignidade. Só isso,sem filosofar e citar Foucalt ,o método de justificar o gozo dos beneficiados por dinheiro público: a turma Lulodilma e políticos em geral.


Alberto

2019-07-01 12:07:32

É muita erudição para o lulismo entender.


Tania

2019-07-01 08:52:51

Excelente como sempre. Parabéns Duda!


Luiz

2019-07-01 07:24:36

Uma entrevista que todos, com o mínimo de interesse de entender a nossa realidade, deveria ler e reler.


Flavio

2019-07-01 02:43:41

Uau parabéns pela reportagem muito elucidativa . já vou comprar o livro de cabeceira


Fabricio

2019-06-30 23:31:21

Excelente matéria!


Lilia

2019-06-30 21:47:42

Acabei ontem de ler esse livro e o recomendo a todos os interessados em ampliar os horizontes sobre a América Latina. Excelente!


Waldemar

2019-06-30 20:27:07

Recomendo a leitura do livro. Ainda que escrito nos anos 70 e olhando a América Latina colonizada pela Espanha e não a colonização pó Portugal, as ideias do livro são dignas de uma reflexão, mesmo para nós brasileiros. A capa, porém, não faz jus ao conteúdo, que é muito mais profundo e não trata de uma associação socialista de praticantes de esquerda.


Máxima

2019-06-30 18:13:21

excelente entrevista.


Márcia

2019-06-30 14:25:21

Que ótima entrevista!! Parabéns


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Viviane

2019-07-01 17:34:23

Enquanto se teoriza o já vivido ,se esquece o que há de novo na política e nas questões sociais .As pessoas comuns trabalham e pagam impostos ,despertadas graças às redes sociais querem apenas a diginidade e o respeito do fruto de seu trabalho que vai diretamente aos pesados impostos , retornar em forma de educação,saúde,segurança e dignidade. Só isso,sem filosofar e citar Foucalt ,o método de justificar o gozo dos beneficiados por dinheiro público: a turma Lulodilma e políticos em geral.


Alberto

2019-07-01 12:07:32

É muita erudição para o lulismo entender.


Tania

2019-07-01 08:52:51

Excelente como sempre. Parabéns Duda!


Luiz

2019-07-01 07:24:36

Uma entrevista que todos, com o mínimo de interesse de entender a nossa realidade, deveria ler e reler.


Flavio

2019-07-01 02:43:41

Uau parabéns pela reportagem muito elucidativa . já vou comprar o livro de cabeceira


Fabricio

2019-06-30 23:31:21

Excelente matéria!


Lilia

2019-06-30 21:47:42

Acabei ontem de ler esse livro e o recomendo a todos os interessados em ampliar os horizontes sobre a América Latina. Excelente!


Waldemar

2019-06-30 20:27:07

Recomendo a leitura do livro. Ainda que escrito nos anos 70 e olhando a América Latina colonizada pela Espanha e não a colonização pó Portugal, as ideias do livro são dignas de uma reflexão, mesmo para nós brasileiros. A capa, porém, não faz jus ao conteúdo, que é muito mais profundo e não trata de uma associação socialista de praticantes de esquerda.


Máxima

2019-06-30 18:13:21

excelente entrevista.


Márcia

2019-06-30 14:25:21

Que ótima entrevista!! Parabéns



Notícias relacionadas

Reatime indica o melhor desafiante de Tarcísio em SP

Reatime indica o melhor desafiante de Tarcísio em SP

Redação Crusoé
09.03.2026 09:08 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Janja virou vendedora da Amazon?

Janja virou vendedora da Amazon?

Redação Crusoé
08.03.2026 11:22 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
O que Tarcísio acha da candidatura do PSD

O que Tarcísio acha da candidatura do PSD

Redação Crusoé
08.03.2026 09:09 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Khamenei vira ghostwriter

Khamenei vira ghostwriter

Redação Crusoé
07.03.2026 12:38 2 minutos de leitura
Visualizar notícia

Variedades

Ver mais

Brasileiros usam o horário de Brasília há décadas, mas ele é definido no Rio de Janeiro

Brasileiros usam o horário de Brasília há décadas, mas ele é definido no Rio de Janeiro

Visualizar notícia
Após 8 anos longe das novelas, ator clássico da Globo está de volta à TV

Após 8 anos longe das novelas, ator clássico da Globo está de volta à TV

Visualizar notícia
Justiça manda prender novamente o goleiro Bruno após ele quebrar mais uma regra

Justiça manda prender novamente o goleiro Bruno após ele quebrar mais uma regra

Visualizar notícia
Os pais realmente têm um filho favorito? Um novo estudo afirma que é provável que sim

Os pais realmente têm um filho favorito? Um novo estudo afirma que é provável que sim

Visualizar notícia
Pesquisa afirma que 59% das mulheres terão essa condição até 2050: veja como reduzir o risco

Pesquisa afirma que 59% das mulheres terão essa condição até 2050: veja como reduzir o risco

Visualizar notícia
Cientistas descobrem que esta bebida popular faz parte de mais de 330.000 mortes por ano

Cientistas descobrem que esta bebida popular faz parte de mais de 330.000 mortes por ano

Visualizar notícia

Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso