Crusoé
09.10.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Relator lê parecer sobre reforma tributária e CCJ do Senado adia votação

Relator da reforma tributária no Senado, Roberto Rocha (foto), do PSDB do Maranhão, leu nesta quarta-feira, 23, parecer sobre a proposta de emenda à Constituição. A votação do projeto, no entanto, acabou adiada para depois do Carnaval devido a um pedido de vista coletivo. A proposta prevê a simplificação do sistema de cobrança de impostos...

Crusoe
Redação Crusoé
3 minutos de leitura 23.02.2022 12:00 comentários 1
Relator lê parecer sobre reforma tributária e CCJ do Senado adia votação
Roberto Rocha
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

Relator da reforma tributária no Senado, Roberto Rocha (foto), do PSDB do Maranhão, leu nesta quarta-feira, 23, parecer sobre a proposta de emenda à Constituição. A votação do projeto, no entanto, acabou adiada para depois do Carnaval devido a um pedido de vista coletivo.

A proposta prevê a simplificação do sistema de cobrança de impostos no país. O principal eixo do texto estabelece o Imposto sobre Valor Agregado dual, o qual visa evitar a tributação acumulada em diferentes etapas da produção.

Dessa forma, na prática, serão criados dois impostos:

  • A Contribuição sobre Bens e Serviços, CBS, que unifica PIS e Cofins, de competência federal
  • O Imposto sobre Operações com Bens e Serviços, IBS, que unifica ICMS e ISS, de competência estadual e municipal, respectivamente

Além disso, o projeto determina que, em uma fase posterior, seja criado um Imposto Seletivo, em substituição ao atual IPI, que incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. A arrecadação, neste caso, caberá à União.

A última versão do projeto, apresentada e lida por Roberto Rocha nesta quarta-feira, contém uma série de diferenças em relação ao relatório encaminhado à CCJ em outubro do ano passado.

Um dos trechos de destaque concede um prazo de 40 anos para a transição da cobrança do IBS da origem para o destino, em duas etapas de 20 anos, cada. Esse dispositivo, em específico, afeta apenas os entes, que arrecadam, e, não, o contribuinte, que paga.

  • Nos primeiros 20 anos após a promulgação da PEC, a arrecadação com o IBS vai garantir aos estados e municípios o mesmo valor da atual arrecadação deles com os impostos que serão unificados, com a correção da inflação. O excedente vai ser repassado aos entes de "destino" dos produtos
  • Nos 20 anos subsequentes, esse "seguro" contra perdas será gradualmente desfeito, convergindo para a distribuição integral de recursos pelo destino ao fim do prazo.
  • Durante a transição, fica garantida uma parcela de 3% da receita do IBS ao mecanismo de compensação contra perdas de estados e municípios cuja participação na arrecadação total será mais impactada. Uma lei complementar irá dispor sobre a forma de eliminação gradual do “seguro”.

No caso dos consumidores, o prazo de transição para os novos impostos foi mantido em sete anos.

Em outra ponta, o relatório permite que uma lei complementar do IBS, a ser editada após a promulgação da PEC, possa instituir regimes diferenciados de tributação para combustíveis, lubrificantes e produtos do fumo, serviços financeiros, e operações com bens imóveis. Na versão anterior, ficava em aberto quais setores poderiam ser enquadrados.

Além disso, o novo texto define que, até 2032, os recursos do Fundo de Desenvolvimento Regional, abastecido com parte da arrecadação do IBS, "serão aplicados prioritariamente à manutenção da competitividade das empresas que receberam benefícios fiscais de ICMS".

Diários

Ajudado pelo STF, Vaccari volta à cena

Duda Teixeira Visualizar

Lula agora fala em ir a debates

Redação Crusoé Visualizar

TSE manda remover publicações de Lula, Janja e aliados contra Flávio

Guilherme Resck Visualizar

Fora, Gonet

Duda Teixeira Visualizar

Filme do Lula ou Dark Horse? Qual o mais sujo?

Duda Teixeira Visualizar

Vencedora do Nobel da Paz acusou Israel de cometer genocídio em Gaza

Redação Crusoé Visualizar

Mais Lidas

A falha estratégica do vitimismo geopolítico

A falha estratégica do vitimismo geopolítico

Visualizar notícia
A liderança humilde de Messi

A liderança humilde de Messi

Visualizar notícia
AtlasIntel aponta Flávio com 52,8% dos votos válidos contra Lula

AtlasIntel aponta Flávio com 52,8% dos votos válidos contra Lula

Visualizar notícia
Filme do Lula ou Dark Horse? Qual o mais sujo?

Filme do Lula ou Dark Horse? Qual o mais sujo?

Visualizar notícia
"Flávio é o virtual presidente da República", diz Bruno Soller

"Flávio é o virtual presidente da República", diz Bruno Soller

Visualizar notícia
Israel, 7/10: as cadeiras vazias e as quebradas pela esquerda

Israel, 7/10: as cadeiras vazias e as quebradas pela esquerda

Visualizar notícia
Nikolas rebate Janones com "Tropa do Flávio"

Nikolas rebate Janones com "Tropa do Flávio"

Visualizar notícia
Nova aposta no medo

Nova aposta no medo

Visualizar notícia
O cinema como guia moral

O cinema como guia moral

Visualizar notícia
O medo requentado

O medo requentado

Visualizar notícia

Tags relacionadas

CCJ

Cofins

ICMS

ISS

PIS

reforma tributária

Roberto Rocha

Senado

< Notícia Anterior

Acho difícil Brasil reconhecer independência de regiões separatistas da Ucrânia, diz Mourão

23.02.2022 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Definição do valor do fundo eleitoral é 'debate próprio do parlamento', avalia Fachin

23.02.2022 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (1)

Marcello

2022-02-23 12:43:26

Melhor instituir o imposto único, como defendido pelo prof. Marcos Cintra: todos pagam, automaticamente; fácil de cobrar; fácil de pagar; torna desnecessário manter uma máquina de arrecadação de proporções paquidérmicas (economia de custos); agilidade para empresas, que não mais precisarão perder tempo para atender às infindáveis normas burocráticas.


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (1)

Marcello

2022-02-23 12:43:26

Melhor instituir o imposto único, como defendido pelo prof. Marcos Cintra: todos pagam, automaticamente; fácil de cobrar; fácil de pagar; torna desnecessário manter uma máquina de arrecadação de proporções paquidérmicas (economia de custos); agilidade para empresas, que não mais precisarão perder tempo para atender às infindáveis normas burocráticas.



Notícias relacionadas

Ajudado pelo STF, Vaccari volta à cena

Ajudado pelo STF, Vaccari volta à cena

Duda Teixeira
09.10.2026 15:14 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Lula agora fala em ir a debates

Lula agora fala em ir a debates

Redação Crusoé
09.10.2026 15:06 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
TSE manda remover publicações de Lula, Janja e aliados contra Flávio

TSE manda remover publicações de Lula, Janja e aliados contra Flávio

Guilherme Resck
09.10.2026 13:05 5 minutos de leitura
Visualizar notícia
Fora, Gonet

Fora, Gonet

Duda Teixeira
09.10.2026 10:51 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso