Quem pagou a viagem de Lulinha para ver a aurora boreal?
Roberta Luchsinger teria custeado viagem de R$ 300 mil de filho de Lula à Noruega e Finlândia
Filho do presidente Lula (PT), o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, viajou à Noruega e Finlândia com todas as despesas pagas pela lobista Roberta Luchsinger.
Segundo o portal Metrópoles, a viagem, realizada em janeiro do ano passado custou cerca de R$ 300 mil por família e teria sido organizada pela influenciadora Marina Mantega, filha do ex-ministro Guido Mantega.
Marina tem uma agência de viagens de luxo.
A CPMI do INSS aponta que Roberta era financiada diretamente por Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
A viagem foi registrada por ela em fotos publicadas no Instagram.
Luxo
Lulinha e a família chegaram à Europa em um voo da Swiss Airlines, com custo estimado em cerca de R$ 60 mil.
De acordo com a reportagem, o empresário e seus familiares ficaram hospedados em um hotel de luxo na Lapônia, com diárias que chegam a R$ 37 mil por pessoa.
A propriedade é exclusiva, sem compartilhamento com outros hóspedes. Para se hospedar no local, é necessário entrar em uma fila de espera e passar por uma análise prévia do perfil dos clientes.
“Na fronteira do infinito, no coração da Lapônia finlandesa. Um refúgio onde a simplicidade encontra a exclusividade. Experimente a serenidade em isolamento profundo, cercado apenas por natureza intocada e pelo ar mais puro que se pode imaginar”, diz o site do hotel.
Os turistas viajam para o local para assistir o fenômeno da Aurora Boreal.
Amizade
Lulinha é suspeito de receber uma mesada de R$ 300 mil do “Careca do INSS”, paga por intermédio de Roberta.
As investigações indicam que ela recebeu cinco transferências de R$ 300 mil, totalizando R$ 1,5 milhão, por ordem de Antunes.
No mesmo período, Lulinha registrou entradas no Palácio do Planalto nos dias 17 e 31 de janeiro e 7 de março. A Presidência informou que não é possível identificar com quem ele se reuniu, pois não há registro do visitante pretendido nem do motivo das visitas.
A suspeita sobre o filho do presidente ganhou força após o depoimento de um ex-funcionário de Antunes à Polícia Federal.
De acordo com o relato, os valores seriam destinados a viabilizar lobby para a venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde.
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