Pesquisa Indexa reforça estabilidade entre Flávio e Lula
Cenário de estabilidade no segundo turno também foi registrado na pesquisa PoderData/Aya
Pesquisa Indexa/Broadcast, divulgada nesta quinta-feira, 22, reforçou a estabilidade na disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) à Presidência da República.
O senador tem 45,2% das intenções de voto, contra 44,1% do atual presidente.
Brancos e nulos são 4,3%; indecisos, 1,6%.
Pelo menos 4,8% dos entrevistados disseram que não irão votar no domingo, 25 de outubro.
A diferença de 1,1 ponto percentual configura empate técnico, considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
No levantamento anterior, divulgado na semana passada, Flávio tinha 43,6% das intenções de voto, enquanto Lula registrava 42,3%.
A diferença entre os dois candidatos era de 1,3 ponto percentual.
"Esta eleição chega à reta final com uma das disputas mais apertadas que já acompanhamos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados, com eleitorados muito consolidados e pouco espaço para grandes movimentações. É uma eleição que pode ser decidida nos mínimos detalhes. Em um cenário como esse, cada movimento ganha importância e quem cometer menos erros pode acabar saindo vencedor", disse o CEO da Indexa Pesquisas, Arilton Freres.
A Indexa ouviu 2 mil eleitores, por telefone, entre 20 e 21 de outubro. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02348/2026.
PoderData
O cenário de estabilidade no segundo turno também foi registrado na pesquisa PoderData/Aya.
A três dias da eleição, o filho de Jair Bolsonaro tem 51% dos votos válidos, enquanto o petista registra 49%.
Como a margem de erro do levantamento é de 1,6 ponto percentual, para mais ou para menos, Flávio e Lula estão tecnicamente empatados.
A pesquisa anterior, divulgada na segunda-feira, 19, indicava uma vantagem de quatro pontos percentuais (52% a 48%) nos votos válidos para o senador do PL.
Na ocasião, a sondagem captou parte da influência da entrevista dada pela lobista Roberta Luchsinger, na qual a amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, chamou Lula de mentiroso e falou em fazer uma delação premiada.
Contudo, a influência do agressivo debate da Band entre os dois candidatos a presidente, ocorrido na noite de domingo, 18, não foi captada.
Agora, além do debate e da entrevista de Roberta Luchsinger, o instituto diz ter captado a onda de propagandas negativas de Lula contra Flávio nas redes socias e o disparo de mensagens em massa do governo federal, via WhatsApp, para beneficiários de programas sociais.
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