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    O que aconteceu com os 'impeachments tardios' na história dos EUA

    Caso os democratas enviem o impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (foto), para o Senado, a votação só ocorrerá depois de ele deixar o posto. A situação, apesar de paradoxal, é conhecida como "impeachment tardio" e tem precedentes na história dos Estados Unidos. A Constituição dos Estados Unidos afirma que um presidente, um...

    Redação Crusoé
    2 minutos de leitura 14.01.2021 07:33 comentários 1
    Donald Trump muro Estados Unidos
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    Caso os democratas enviem o impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (foto), para o Senado, a votação só ocorrerá depois de ele deixar o posto. A situação, apesar de paradoxal, é conhecida como "impeachment tardio" e tem precedentes na história dos Estados Unidos.

    A Constituição dos Estados Unidos afirma que um presidente, um vice e todos os oficiais civis "devem ser destituídos dos seus cargos por impeachment e condenação por traição, suborno ou outros crimes graves ou contravenções". Não se diz expressamente que a pessoa em questão ainda precisa estar exercendo seu cargo. A Constituição também prevê a "desqualificação para exercer qualquer cargo de honra ou de confiança dentro dos Estados Unidos". É nesse ponto que os democratas entendem que Trump poderia ficar inelegível.

    Alguns especialistas, contudo, entendem que essa punição não é automática, e o Senado teria de fazer uma segunda votação para retirar os direitos políticos de Trump. Trata-se, portanto, de um terreno inexplorado.

    Quando o presidente Richard Nixon renunciou em 1974, após o escândalo do Watergate, o Congresso decidiu suspender o processo de impeachment, porque entendeu que não havia mais motivos para tanto. Com Trump, o Congresso poderia seguir adiante e deixar para que a Suprema Corte avaliasse se a decisão tem ou não cabimento.

    O que existem na história americana são exemplos de pessoas que exerceram outros cargos e enfrentaram um impeachment tardio após deixar o posto. Foi o caso do senador William Blount, acusado de conspirar para entregar a Flórida e a Louisiana aos britânicos. Quando o Senado votou seu impeachment, ele já não era senador. Ao final, Blount foi perdoado. Em 1876, o secretário de guerra dos Estados Unidos, William Belknap, renunciou após um caso de corrupção. A Câmara dos Deputados votou seu impeachment mesmo assim, e ele foi absolvido.

    Como são necessários dois terços dos votos no Senado para aprovar o impeachment de Trump, é bem provável que, caso o atual presidente seja levado a um impeachment tardio, ele também seja absolvido. Os republicanos terão 50 dos 100 senadores na próxima legislatura.

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    Comentários (1)

    Antonio Bento de Arruda

    2021-01-14 23:16:17

    O Hitler também cometeu crime que o levaria a pena de morte. Ficou pouco tempo preso e o judiciário foi conivente com o ditador. Anos depois a Alemanha perdeu a guerra e estava tudo destruído inclusive o judiciário. Passem a mão na cabeça de louco e ninguém saberá o que o futuro reserva ao povo americano.


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    Comentários (1)

    Antonio Bento de Arruda

    2021-01-14 23:16:17

    O Hitler também cometeu crime que o levaria a pena de morte. Ficou pouco tempo preso e o judiciário foi conivente com o ditador. Anos depois a Alemanha perdeu a guerra e estava tudo destruído inclusive o judiciário. Passem a mão na cabeça de louco e ninguém saberá o que o futuro reserva ao povo americano.



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