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O penduricalho de Jorginho a militares de SC

Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL; foto) assinou um decreto que autoriza o estado a pagar um "vale-farda", de 1.700 reais anuais, a todos os policiais e bombeiros militares do estado. A assinatura do decreto ocorreu durante a cerimônia de formação de bombeiros militares do estado, em Florianópolis. Segundo o gabinete de Jorginho Mello, a...

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Redação Crusoé
2 minutos de leitura 01.02.2024 13:40 comentários 1
O penduricalho de Jorginho a militares de SC
Jorginho Mello decreto
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Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL; foto) assinou um decreto que autoriza o estado a pagar um "vale-farda", de 1.700 reais anuais, a todos os policiais e bombeiros militares do estado.

A assinatura do decreto ocorreu durante a cerimônia de formação de bombeiros militares do estado, em Florianópolis. Segundo o gabinete de Jorginho Mello, a medida prevê que no mês do aniversário do militar, o governo inclua no contracheque a indenização anual para aquisição de fardamento.

O objetivo do "vale-farda" é garantir que o militar possa ter mais do que a única peça que normalmente é entregue pelo estado no primeiro ano dos seus trabalhos.

“Com esse dinheiro o próprio militar tem autonomia para comprar sua farda diante da sua necessidade de renovação", disse Jorginho Mello. "Nosso objetivo é garantir conforto e agilidade na aquisição do fardamento dos bombeiros e policiais militares.”

O governo diz que a medida tem outro benefício indireto: deve eliminar a burocracia envolvida em licitações para a compra de fardamento.

Já o comandante da PM catarinense, o coronel Aurélio José Pelozato da Rosa, indicou satisfação com a proposta. “O governador hoje oficializa uma mudança de gestão importante para as corporações militares de Santa Catarina. Delega ao policial militar o gerenciamento e o cuidado com o seu fardamento, o que possibilita que todos possam estar equipados e protegidos como demandam as suas ações em favor do cidadão catarinense”, declarou.

Leia em Crusoé: União reconhece emergência por vazamento de ácido na maior cidade de SC

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Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (1)

JOSÉ NILTON DE JESUS PEREIRA

2024-02-01 20:20:54

Isto chama-se subserviência a uma categoria direcionada e talvez seja até uma medida inconstitucional, que tal estender o " privilégio " aos demais servidores estaduais, cada um com sua devida importância no serviço público.


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Comentários (1)

JOSÉ NILTON DE JESUS PEREIRA

2024-02-01 20:20:54

Isto chama-se subserviência a uma categoria direcionada e talvez seja até uma medida inconstitucional, que tal estender o " privilégio " aos demais servidores estaduais, cada um com sua devida importância no serviço público.



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