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    Macron tenta adiar mega acordo comercial UE-América do Sul

    Agricultores franceses planejam novos protestos contra o acordo para a próxima segunda-feira, durante a cúpula do G20, que ocorrerá no Rio de Janeiro, quando Emmanuel Macron se encontrará com Lula

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    Redação Crusoé
    3 minutos de leitura 15.11.2024 10:57 comentários 0
    Lula e Macron
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    Após encontro com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o seu responsável cessante pelo comércio, Valdis Dombrovskis, o primeiro ministro francês, Michel Barnier manifestou-se categoricamente contrário ao acordo com o Mercosul, qualificando-o como "desastroso".

    Durante a reunião, von der Leyen teria informado Barnier sobre a possibilidade de anunciar o avanço do acordo em uma cúpula dos países do Mercosul no início de dezembro.

    O primeiro-ministro francês alertou, então, von der Leyen sobre a potencial reação negativa na França caso o acordo seja firmado, sugerindo um adiamento, conforme relatado por um diplomata francês que pediu anonimato devido à sensibilidade do tema.

    Um assessor de Barnier esclareceu que ele não estava negociando concessões, mas sim expressando sua "recusa total" diante do atual estado do acordo.

    Um funcionário do Parlamento Europeu, sob condição de anonimato, afirmou que Paris está utilizando o cenário político como principal estratégia. A intenção é transformar o Mercosul em um debate público para obter vantagem política e mobilizar a opinião pública contra as decisões de Bruxelas.

    Agricultores franceses planejam novos protestos contra o acordo para a próxima segunda-feira, durante a cúpula do G20, que ocorrerá no Rio de Janeiro, quando Emmanuel Macron se encontrará com Luiz Inácio Lula da Silva e outros líderes mundiais,

    As manifestações anteriores conseguiram interromper temporariamente as negociações e forçar Bruxelas a recuar em regras ambientais contestadas pelo setor agrícola europeu.

    A oposição ao acordo é transversal ao espectro político francês e amplamente compartilhada pela população francesa. Até o momento, a poderosa associação empresarial Medef tem sido a única entidade não governamental expressiva a se manifestar favoravelmente ao tratado.

    Ainda assim, Bruxelas assegura à França que há poucos motivos para preocupação e destaca os possíveis benefícios econômicos do pacto comercial, como a abertura de novos mercados para os produtores franceses de vinho e laticínios: "Há ganhos potenciais para o setor agrícola francês no acordo com o Mercosul", afirmou um representante da Comissão Europeia.

    Atrasar o acordo e obter concessões

    Com a França tendo perdido muito de sua influência no cenário da UE, é improvável que Macron consiga impedir o acordo. Os franceses sabem que a batalha para reunir países para acabar com o acordo do Mercosul já está praticamente perdida, então o presidente se concentrará em atrasar o acordo e extrair concessões.

    “As autoridades francesas foram claras, o presidente disse isso, o primeiro-ministro disse isso, o acordo não é aceitável como está”, disse uma autoridade do Elysée a repórteres na quinta-feira, 14 de novembro. “Nossas demandas são conhecidas”, ela acrescentou, observando que a França quer medidas que exijam que os agricultores do Mercosul atendam aos padrões de produção da UE.

    Segundo a ministra do Comércio da França, Sophie Primas, assinar o acordo como construído atualmente alimentaria o descontentamento e os protestos na França e constituiria “uma quebra na confiança dos franceses na Europa”. “Se o Mercosul for aprovado sem a aprovação dos dois poderes do parlamento francês e sem o apoio da opinião pública, isso terá sérias consequências políticas”, disse ela.

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