Crusoé
10.04.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Lira barrou extinção da ‘taxa do Príncipe’ paga a herdeiros da família real em Petrópolis

A tragédia causada pelas chuvas em Petrópolis, que já deixou 120 mortes, levou à retomada de um debate antigo: o pagamento de uma taxa, chamada de “Imposto do Príncipe”, a herdeiros da família real. Criada por Dom Pedro II, a exigência incide sobre a venda de alguns imóveis da cidade e beneficia integrantes da família...

Crusoe
Redação Crusoé
3 minutos de leitura 19.02.2022 08:02 comentários 10
Lira barrou extinção da ‘taxa do Príncipe’ paga a herdeiros da família real em Petrópolis
Phillippe Orleans e Bragança
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

A tragédia causada pelas chuvas em Petrópolis, que já deixou 120 mortes, levou à retomada de um debate antigo: o pagamento de uma taxa, chamada de “Imposto do Príncipe”, a herdeiros da família real. Criada por Dom Pedro II, a exigência incide sobre a venda de alguns imóveis da cidade e beneficia integrantes da família Orleans e Bragança. Na Câmara dos Deputados, houve uma tentativa recente de acabar com os laudêmios, como também são conhecidos os repasses à antiga família real, mas o presidente da casa, Arthur Lira, barrou a tramitação do projeto.

O argumento de Lira para a devolução da proposta, apresentada pelo deputado Rogério Correia, do PT de Minas Gerais, foi uma menção à Constituição, que estabelece que “a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada”. Com isso, o presidente da Câmara devolveu o projeto em março do ano passado. O autor, entretanto, discorda do argumento e vai apresentar recurso contra a retirada de tramitação. Ele quer aproveitar a mobilização em torno da tragédia de Petrópolis para retomar a discussão e acabar com a taxa, que ele classifica como um “resquício da monarquia”. Por isso, o projeto foi reapresentado nesta sexta-feira, 18. Correia quer que a constitucionalidade do texto seja debatida na CCJ, e não apreciada de forma unilateral por Lira.

“O laudêmio é um benefício pecuniário que obriga o particular foreiro a pagar 2,5% do valor da venda do imóvel ao senhorio de direito do imóvel. Na cidade de Petrópolis, todo laudêmio pago nas transações de imóveis no centro da cidade tem como beneficiária a Companhia Imobiliária de Petrópolis. Essa companhia é dirigida pelos atuais herdeiros da extinta família real brasileira e os recursos vão para o sustento desses herdeiros de privilégios da monarquia”, argumenta Rogério Correia.

“Trata-se de uma oneração ao município que não traz retorno e aplicabilidade que favoreça a população, servindo apenas para ostentar um título de uma alta nobreza extinta há mais de 130 anos, para elevar o preço dos imóveis e afastar investimentos da cidade. A benfeitoria já não faz o menor sentido”, acrescenta o parlamentar.

Correia decidiu apresentar o projeto de lei após um confronto em plenário com o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (foto), do PSL -- o aliado do presidente Jair Bolsonaro é um dos herdeiros de Dom Pedro. O Príncipe, como é chamado o parlamentar, apresentou um projeto para acabar com o Dia de Tiradentes, celebrado em 21 de abril. Em reação à ofensiva contra o Dia da Inconfidência Mineira, o parlamentar de Minas Gerais propôs o projeto para acabar com a “taxa do Príncipe”. 

Diários

Economia e política desgastam gestão Milei

José Inácio Pilar Visualizar

Os atos mais imorais para os brasileiros

Redação Crusoé Visualizar

Gotham City fluminense

João Pedro Farah Visualizar

Starmer e Trump articulam plano para reabrir o Estreito de Ormuz

Redação Crusoé Visualizar

Netanyahu anuncia negociações com Líbano por cessar-fogo

Redação Crusoé Visualizar

Reino Unido e Noruega interceptam ação russa no mar

José Inácio Pilar Visualizar

Mais Lidas

A perplexidade é só o começo

A perplexidade é só o começo

Visualizar notícia
E se Trump enlouqueceu?

E se Trump enlouqueceu?

Visualizar notícia
Esquerda histérica contra Tabata Amaral

Esquerda histérica contra Tabata Amaral

Visualizar notícia
Jair Renan tenta explicar controle do governo com anime

Jair Renan tenta explicar controle do governo com anime

Visualizar notícia
Janja posa de 'tradwife': recatada e do lar?

Janja posa de 'tradwife': recatada e do lar?

Visualizar notícia
Janja se explica sobre carne de paca

Janja se explica sobre carne de paca

Visualizar notícia
Líder supremo do Irã está em coma?

Líder supremo do Irã está em coma?

Visualizar notícia
O que André Marinho já falou sobre o bolsonarismo

O que André Marinho já falou sobre o bolsonarismo

Visualizar notícia
Paes pede "diretas já!" no Rio de Janeiro

Paes pede "diretas já!" no Rio de Janeiro

Visualizar notícia
Presidente iraniano apela ao martírio dos outros

Presidente iraniano apela ao martírio dos outros

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Arthur Lira

família real

Orléans e Bragança

Petrópolis

PT

Rogério Correia

< Notícia Anterior

Filiação de Eduardo Leite ao PSD é dada como certa, mas sucessão no RS gera impasse

18.02.2022 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

'Tirou um peso do ombro', diz aliado de Azevedo e Silva sobre desistência de assumir direção do TSE

19.02.2022 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Fabio

2022-02-20 07:10:19

Essa taxa do principe é merreca para as taxas de principes que garantem a mordomia do judiciário e legislativo.


Max

2022-02-19 19:01:32

Laudêmio e terreno de marinha não passam de impostos baseados em ordenamento jurídico passado, em descompasso com a realidade atual e , como tal, devem ser extintos pela perda de finalidade, assim como pensão de anistiados e por aí vai.


Olga

2022-02-19 17:59:47

Como é possível em pleno século 21 ainda pensar em herdeiros do trono, vergonhoso


Maria

2022-02-19 16:51:40

MORO PRESIDENTE 2022! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷


Júlio

2022-02-19 15:45:13

O problema não está na tx que os herdeiros recebem. O problema está nos políticos populistas e nos maus administradores que durante seus mandatos vão deixando as pessoas fazerem suas casas nas áreas de morro, com o objetivo de ganharem voto e apoio. Fazem vista grossa às construções que vão surgindo a cada dia. Depois do último desastre, começaram a retirar as pessoas das encostas? Se pegarem o dinheiro dos herdeiros, vão roubar e empregar erroneamente. O caso do nosso país é grave.


PAULO

2022-02-19 14:34:03

Toda vez que alguém recebe sem trabalhar, outro trabalha sem receber o que lhe é justo. Nenhum ser humano digno, se sujeitaria a receber algo, em virtude somente do seu sobrenome. O único lugar que dinheiro vem antes que trabalho, é no dicionário. Chega de parasitas na nossa sociedade. MORO PRESIDENTE 🇧🇷


Paulo I

2022-02-19 13:31:42

O instituto da Enfiteuse é uma coisa arcaica e injustificada nos dias de hoje. Não é só em Petrópolis onde é cognominado de "taxa do príncipe". Os ´principais beneficiários são a União, pelos terrenos de marinha e a Igreja pelos patrimônios dos Santos, deixados em testamentos de pessoas falecidas. Laudêmio é o pagamento na venda dos imoveis; paga-se também, sobre eles, uma taxa anual chamada Foro. Então, não existe o menor interesse, principalmente da União e da Igreja, em acabar com o instituto


JO EL

2022-02-19 11:40:01

Estes direitos so permanecem ate hoje neste Brasil de politicos canalhas na maioria que compoem esta casta de bandidos privilegiados que so estao ai pra defenderem os privilegios deles proprios e eternizarem a cangalha e esporas nas costas da sociedade em geral. Tambem o povo reelege estes nefastos sempre. Tome-lhe cangalha. NEM PASSADO, NEM PRESENTE, MORO PRESIENTE. Neste Brasileiro eu tenho esperancas.


ANTONIO

2022-02-19 11:04:54

Ridícula, absurda e acintosa esta "taxa do príncipe". Tem que acabar mesmo. O argumento do Lira não procede pois inúmeros "direitos adquiridos" do povão já foram extintos. É uma mamata totalmente sem sentido.


Daniel

2022-02-19 11:02:36

O laudêmio é revertido na manutenção dos bens imóveis que ainda estão sob cuidado da família real, como o museu Imperial. Será que a Quinta da Boavista teria pegado fogo se os Orleans e Bragança a estivessem cuidando no lugar da UFRJ?


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Fabio

2022-02-20 07:10:19

Essa taxa do principe é merreca para as taxas de principes que garantem a mordomia do judiciário e legislativo.


Max

2022-02-19 19:01:32

Laudêmio e terreno de marinha não passam de impostos baseados em ordenamento jurídico passado, em descompasso com a realidade atual e , como tal, devem ser extintos pela perda de finalidade, assim como pensão de anistiados e por aí vai.


Olga

2022-02-19 17:59:47

Como é possível em pleno século 21 ainda pensar em herdeiros do trono, vergonhoso


Maria

2022-02-19 16:51:40

MORO PRESIDENTE 2022! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷


Júlio

2022-02-19 15:45:13

O problema não está na tx que os herdeiros recebem. O problema está nos políticos populistas e nos maus administradores que durante seus mandatos vão deixando as pessoas fazerem suas casas nas áreas de morro, com o objetivo de ganharem voto e apoio. Fazem vista grossa às construções que vão surgindo a cada dia. Depois do último desastre, começaram a retirar as pessoas das encostas? Se pegarem o dinheiro dos herdeiros, vão roubar e empregar erroneamente. O caso do nosso país é grave.


PAULO

2022-02-19 14:34:03

Toda vez que alguém recebe sem trabalhar, outro trabalha sem receber o que lhe é justo. Nenhum ser humano digno, se sujeitaria a receber algo, em virtude somente do seu sobrenome. O único lugar que dinheiro vem antes que trabalho, é no dicionário. Chega de parasitas na nossa sociedade. MORO PRESIDENTE 🇧🇷


Paulo I

2022-02-19 13:31:42

O instituto da Enfiteuse é uma coisa arcaica e injustificada nos dias de hoje. Não é só em Petrópolis onde é cognominado de "taxa do príncipe". Os ´principais beneficiários são a União, pelos terrenos de marinha e a Igreja pelos patrimônios dos Santos, deixados em testamentos de pessoas falecidas. Laudêmio é o pagamento na venda dos imoveis; paga-se também, sobre eles, uma taxa anual chamada Foro. Então, não existe o menor interesse, principalmente da União e da Igreja, em acabar com o instituto


JO EL

2022-02-19 11:40:01

Estes direitos so permanecem ate hoje neste Brasil de politicos canalhas na maioria que compoem esta casta de bandidos privilegiados que so estao ai pra defenderem os privilegios deles proprios e eternizarem a cangalha e esporas nas costas da sociedade em geral. Tambem o povo reelege estes nefastos sempre. Tome-lhe cangalha. NEM PASSADO, NEM PRESENTE, MORO PRESIENTE. Neste Brasileiro eu tenho esperancas.


ANTONIO

2022-02-19 11:04:54

Ridícula, absurda e acintosa esta "taxa do príncipe". Tem que acabar mesmo. O argumento do Lira não procede pois inúmeros "direitos adquiridos" do povão já foram extintos. É uma mamata totalmente sem sentido.


Daniel

2022-02-19 11:02:36

O laudêmio é revertido na manutenção dos bens imóveis que ainda estão sob cuidado da família real, como o museu Imperial. Será que a Quinta da Boavista teria pegado fogo se os Orleans e Bragança a estivessem cuidando no lugar da UFRJ?



Notícias relacionadas

Economia e política desgastam gestão Milei

Economia e política desgastam gestão Milei

José Inácio Pilar
10.04.2026 08:54 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Os atos mais imorais para os brasileiros

Os atos mais imorais para os brasileiros

Redação Crusoé
10.04.2026 08:02 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Starmer e Trump articulam plano para reabrir o Estreito de Ormuz

Starmer e Trump articulam plano para reabrir o Estreito de Ormuz

Redação Crusoé
09.04.2026 20:50 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Netanyahu anuncia negociações com Líbano por cessar-fogo

Netanyahu anuncia negociações com Líbano por cessar-fogo

Redação Crusoé
09.04.2026 15:09 3 minutos de leitura
Visualizar notícia

Variedades

Ver mais

Uma “nova” gasolina pode surgir no Brasil: entenda o caso

Uma “nova” gasolina pode surgir no Brasil: entenda o caso

Visualizar notícia
Aprovado: nova carga horária de 36 horas passa a valer no Brasil

Aprovado: nova carga horária de 36 horas passa a valer no Brasil

Visualizar notícia
A partir de 2027, todos serão proibidos de acessarem redes sociais neste país

A partir de 2027, todos serão proibidos de acessarem redes sociais neste país

Visualizar notícia
Astronautas revelam ter ouvido algo “não humano” no lado oculto da Lua

Astronautas revelam ter ouvido algo “não humano” no lado oculto da Lua

Visualizar notícia
O truque de 10 segundos para saber se o seu azeite é de alta qualidade ou uma imitação

O truque de 10 segundos para saber se o seu azeite é de alta qualidade ou uma imitação

Visualizar notícia
Sócrates, filósofo: “O amigo deve ser como o dinheiro; antes de precisar dele, é necessário saber o seu valor”

Sócrates, filósofo: “O amigo deve ser como o dinheiro; antes de precisar dele, é necessário saber o seu valor”

Visualizar notícia

Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso