EUA ampliam sanções contra o Hezbollah
Secretário do Tesouro americano cobra desarmamento do grupo terrorista para estabilidade do Líbano
O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta quinta, 18, a aplicação de novas sanções contra autoridades, empresas e empresários libaneses ligados ao grupo terrorista Hezbollah.
A medida foi divulgada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) em meio ao acordo de paz firmado entre Estados Unidos e Irã.
O secretário, Scott Bessent, afirmou que o Hezbollah precisa se desarmar para que o Líbano tenha um "futuro seguro e próspero".
“O Tesouro continuará a mirar as redes financeiras do Hezbollah e a responsabilizar aqueles que permitem que o grupo prejudique o Estado libanês e ameace as perspectivas de uma paz duradoura.”
Figuras sancionadas
Entre os nomes incluídos na nova rodada de sanções está Sleiman Frangieh, líder do Movimento Marada.
Segundo o governo americano, ele teria recebido apoio financeiro do Hezbollah em troca de respaldo a estratégias destinadas a enfraquecer candidatos independentes e reformistas nas eleições parlamentares libanesas.
Outro alvo foi Mahmoud Qamati, apontado pelos EUA como uma das principais lideranças políticas da organização.
"O vice-chefe do conselho político do Hezbollah, Mahmoud Qamati, coordena o contrabando de dinheiro do Irã para o Hezbollah e defende os interesses do grupo no Líbano."
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