Dr. Furlan lidera corrida ao governo no Amapá, aponta AtlasIntel
Ex-prefeito de Macapá tem 65,7% das intenções de voto no primeiro turno
Pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira, 1º de abril, aponta que o ex-prefeito de Macapá Antônio Furlan, o Dr. Furlan (PSD, foto), lidera a corrida ao governo do Amapá.
Dr. Furlan tem 65,7% das intenções de voto no primeiro turno, contra 31% do atual governador e pré-candidato à reeleição, Clécio Luís (União Brasil).
Outros não chegam a 1%. Brancos, nulos e indecisos somam 2,4%.
Em um eventual segundo turno, Dr. Furlan tem 65,4% das intenções de voto. Clécio Luís tem 31,7%.
Brancos, nulos e indecisos somam 2,8%.
Imagem
Favorito na disputa, Dr. Furlan tem uma imagem positiva para 75% dos entrevistados, ante 21% que o veem de forma negativa.
Por outro lado, a imagem de Clécio Luís é positiva para 35% e negativa para 60%.
Desaprovação de Clécio Luis
Clécio Luís é aprovado por 35% dos eleitores do Amapá e desaprovado por 59%. Outros 6% não souberam dizer.
O desempenho do atual governador é considerado "ótimo/bom" por 38%, regular para 27% e "ruim/péssimo" por 35%.
A pesquisa
O instituto AtlasIntel ouviu 1.029 pessoas, por recrutamento digital aleatório, entre 23 e 28 de março.
Com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06808/2026.
Realtime Big Data
O ex-prefeito de Macapá apareceu à frente na corrida ao governo do Amapá também na pesquisa Realtime Big Data divulgada em 10 de fevereiro.
No levantamento, Dr. Furlan tinha 66% das intenções de voto, enquanto o atual governador, Clécio Luís (União), tinha 29%.
Brancos e nulos eram 3%; e indecisos, 2%.
Operação Paroxismo
Dr. Furlan foi um dos alvos da segunda fase da Operação Paroxismo, deflagrada em 4 de março, para apurar um possível esquema de fraude à licitação no âmbito de contrato firmado pela Secretaria de Saúde de Macapá, capital do Amapá.
As investigações indicam haver indícios da existência de um esquema criminoso, envolvendo agentes públicos e empresários, “voltado ao direcionamento da licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no projeto de engenharia e execução das obras do Hospital Geral Municipal da cidade”, afirmou a PF, em comunicado.
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