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Como a condenação de um empreiteiro argentino afeta Cristina Kirchner

24.02.21 17:34

O empreiteiro Lázaro Báez (na foto, com jaqueta marrom, entre Cristina e Máximo Kirchner) foi condenado nesta quarta, 24, a doze anos de prisão por lavagem de dinheiro. Ele desviou 55 milhões de dólares entre 2003 e 2015 para contas no exterior.

Os dinheiro que alimentou essas contas foi obtido a partir de licitações públicas vencidas pela construtora de Báez nos governos de Néstor e Cristina Kirchner. Até a entrada do casal na Casa Rosada, em 2003, Báez era apenas um funcionário de um banco na província de Santa Cruz, ao sul do país.

O processo que se encerrou nesta quarta, 24, não investigou se ocorreu um direcionamento nas licitações governamentais para favorecer a empresa de Báez. Também não se analisou se Báez transferiu parte do butim para Cristina Kirchner e seus familiares. Mas essas questões seguem em processos que correm em paralelo na Justiça. “Caso Lázaro Báez fosse inocentado nesse caso de lavagem de dinheiro, seria muito difícil que as demais causas contra Cristina progredissem“, diz Pablo Secchi, diretor-executivo da ONG Poder Ciudadano, em Buenos Aires. “Assim, a condenação de Báez certamente é uma má notícia para a atual vice-presidente.”

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  1. Ela já tinha q estar presa há muito tempo. Lá como cá, o combate à corrupção, são espasmos q são combatidos pelos seres das trevas da justiça, do legislativo e do executivo. Q Deus ajude os argentinos a pô-la na cadeia.

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