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    A fortuna bilionária do clã Assad

    Tráfico de drogas, contrabando de armas, ajuda monetária: foi assim que o ditador sírio Assad conseguiu sua fortuna de bilhões de dólares

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    Redação Crusoé
    5 minutos de leitura 10.12.2024 12:45 comentários 0
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    Tráfico de drogas, contrabando de armas, ajuda monetária: foi assim que o ditador sírio Assad conseguiu sua fortuna de bilhões de dólares.

    Após a queda do regime, ficou claro o quão luxuosa a família Assad vivia.

    De acordo com um relatório do Departamento de Estado americano, divulgado em 2022, a família tem entre 1 bilhão de dólares e 2 bilhões de dólares.

    "Estimativas baseadas em informações de código aberto geralmente colocam o patrimônio líquido da família Assad entre US$ 1 e 2 bilhões, mas esta é uma estimativa inexata que o Departamento não consegue corroborar de forma independente" diz o texto.

    Saqueadores e curiosos

    Logo após a derrubada do líder sírio Bashar al-Assad por rebeldes islâmicos, saqueadores e curiosos invadiram o palácio presidencial e a residência de Assad.

    O salão de recepção do palácio foi incendiado e a residência de Assad, a poucos quilômetros de distância, foi quase completamente evacuada.

    Apenas alguns móveis, arquivos espalhados e um retrato do presidente deposto caído no chão puderam ser vistos nos quartos na tarde de domingo, 8 de dezembro. Resquícios de uma vida outrora luxuosa que a família Assad levou em Damasco.

    Mas a riqueza não se limitou a Assad e à sua esposa. Depois de décadas no poder, a família Assad controlava a maior parte da economia síria.

    Os negócios incluem empresas de telecomunicações, a indústria da construção, produção e processamento de petróleo e bancos.

    Conexões globais e sanções internacionais

    O regime de Bashar al-Assad não operava em um vácuo; suas conexões globais eram vastas e intricadas, desempenhando um papel crucial na manutenção do poder econômico e político do clã.

    Essas conexões foram alimentadas por décadas de alianças estratégicas, tanto regionais quanto internacionais, que ajudaram a sustentar o regime, mesmo em tempos de crescente pressão interna e externa.

    Internacionalmente, a Síria de Assad contava com o apoio de países como Rússia e Irã. Esses aliados forneceram ao regime suporte militar, econômico e político.

    A Rússia, em particular, foi fundamental para garantir o veto em resoluções da ONU que poderiam ter imposto sanções mais duras ou intervenções militares diretas contra o regime sírio.

    O envolvimento do regime em atividades ilícitas e violações dos direitos humanos acarretou mesmo assim sanções internacionais significativas. Países como os Estados Unidos, Canadá e membros da União Europeia impuseram várias rodadas de sanções que visavam isolar economicamente o governo sírio. Essas medidas incluíram congelamento de ativos no exterior e restrições ao comércio internacional de bens essenciais para a economia do país.

    O impacto dessas sanções foi sentido nas finanças pessoais do clã Assad, especialmente com o congelamento de ativos substanciais localizados no exterior. As medidas tornaram mais difícil para o regime movimentar seu dinheiro globalmente e acessar sistemas financeiros internacionais.

    Apesar das sanções, a habilidade do regime de criar empresas de fachada e usar paraísos fiscais permitiu que muitos de seus interesses econômicos continuassem a operar sob o radar das autoridades internacionais.

    Essa rede complexa não só demonstra a resiliência do regime diante das pressões externas, mas também ressalta as dificuldades enfrentadas pela comunidade internacional em desmantelar totalmente a infraestrutura econômica construída por Assad ao longo dos anos.

    Rami Makhlouf: O primo influente e sua queda

    Rami Makhlouf, primo de Bashar al-Assad, emergiu como uma das figuras mais poderosas e influentes da Síria durante o regime Assad. Conhecido por sua habilidade empresarial, Makhlouf foi uma peça chave no domínio econômico do país pelo clã Assad.

    No auge de sua influência, ele controlava aproximadamente 60% da economia síria, abrangendo setores vitais como telecomunicações, construção civil e até mesmo a indústria de petróleo.

    Entre seus ativos mais notáveis estava a Syriatel, a maior operadora de telefonia móvel da Síria, que não só consolidou seu império financeiro, mas também reforçou o controle do regime sobre as comunicações do país.

    No entanto, a trajetória ascendente de Makhlouf encontrou um obstáculo significativo em 2020. As tensões entre ele e Bashar al-Assad começaram a crescer, culminando em sua prisão domiciliar.

    Esta ruptura foi amplamente vista como resultado de disputas internas pelo controle do vasto patrimônio econômico acumulado pela família. O colapso da relação entre os primos levou à transferência do controle dos ativos de Makhlouf para a esfera direta de Bashar al-Assad, reforçando ainda mais o poder centralizado do presidente.

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