Crusoé
26.02.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Crônica
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram
Diários

A fortuna bilionária do clã Assad

Tráfico de drogas, contrabando de armas, ajuda monetária: foi assim que o ditador sírio Assad conseguiu sua fortuna de bilhões de dólares

avatar
Redação Crusoé
5 minutos de leitura 10.12.2024 12:45 comentários 0
Reprodução
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

Tráfico de drogas, contrabando de armas, ajuda monetária: foi assim que o ditador sírio Assad conseguiu sua fortuna de bilhões de dólares.

Após a queda do regime, ficou claro o quão luxuosa a família Assad vivia.

De acordo com um relatório do Departamento de Estado americano, divulgado em 2022, a família tem entre 1 bilhão de dólares e 2 bilhões de dólares.

"Estimativas baseadas em informações de código aberto geralmente colocam o patrimônio líquido da família Assad entre US$ 1 e 2 bilhões, mas esta é uma estimativa inexata que o Departamento não consegue corroborar de forma independente" diz o texto.

Saqueadores e curiosos

Logo após a derrubada do líder sírio Bashar al-Assad por rebeldes islâmicos, saqueadores e curiosos invadiram o palácio presidencial e a residência de Assad.

O salão de recepção do palácio foi incendiado e a residência de Assad, a poucos quilômetros de distância, foi quase completamente evacuada.

Apenas alguns móveis, arquivos espalhados e um retrato do presidente deposto caído no chão puderam ser vistos nos quartos na tarde de domingo, 8 de dezembro. Resquícios de uma vida outrora luxuosa que a família Assad levou em Damasco.

Mas a riqueza não se limitou a Assad e à sua esposa. Depois de décadas no poder, a família Assad controlava a maior parte da economia síria.

Os negócios incluem empresas de telecomunicações, a indústria da construção, produção e processamento de petróleo e bancos.

Conexões globais e sanções internacionais

O regime de Bashar al-Assad não operava em um vácuo; suas conexões globais eram vastas e intricadas, desempenhando um papel crucial na manutenção do poder econômico e político do clã.

Essas conexões foram alimentadas por décadas de alianças estratégicas, tanto regionais quanto internacionais, que ajudaram a sustentar o regime, mesmo em tempos de crescente pressão interna e externa.

Internacionalmente, a Síria de Assad contava com o apoio de países como Rússia e Irã. Esses aliados forneceram ao regime suporte militar, econômico e político.

A Rússia, em particular, foi fundamental para garantir o veto em resoluções da ONU que poderiam ter imposto sanções mais duras ou intervenções militares diretas contra o regime sírio.

O envolvimento do regime em atividades ilícitas e violações dos direitos humanos acarretou mesmo assim sanções internacionais significativas. Países como os Estados Unidos, Canadá e membros da União Europeia impuseram várias rodadas de sanções que visavam isolar economicamente o governo sírio. Essas medidas incluíram congelamento de ativos no exterior e restrições ao comércio internacional de bens essenciais para a economia do país.

O impacto dessas sanções foi sentido nas finanças pessoais do clã Assad, especialmente com o congelamento de ativos substanciais localizados no exterior. As medidas tornaram mais difícil para o regime movimentar seu dinheiro globalmente e acessar sistemas financeiros internacionais.

Apesar das sanções, a habilidade do regime de criar empresas de fachada e usar paraísos fiscais permitiu que muitos de seus interesses econômicos continuassem a operar sob o radar das autoridades internacionais.

Essa rede complexa não só demonstra a resiliência do regime diante das pressões externas, mas também ressalta as dificuldades enfrentadas pela comunidade internacional em desmantelar totalmente a infraestrutura econômica construída por Assad ao longo dos anos.

Rami Makhlouf: O primo influente e sua queda

Rami Makhlouf, primo de Bashar al-Assad, emergiu como uma das figuras mais poderosas e influentes da Síria durante o regime Assad. Conhecido por sua habilidade empresarial, Makhlouf foi uma peça chave no domínio econômico do país pelo clã Assad.

No auge de sua influência, ele controlava aproximadamente 60% da economia síria, abrangendo setores vitais como telecomunicações, construção civil e até mesmo a indústria de petróleo.

Entre seus ativos mais notáveis estava a Syriatel, a maior operadora de telefonia móvel da Síria, que não só consolidou seu império financeiro, mas também reforçou o controle do regime sobre as comunicações do país.

No entanto, a trajetória ascendente de Makhlouf encontrou um obstáculo significativo em 2020. As tensões entre ele e Bashar al-Assad começaram a crescer, culminando em sua prisão domiciliar.

Esta ruptura foi amplamente vista como resultado de disputas internas pelo controle do vasto patrimônio econômico acumulado pela família. O colapso da relação entre os primos levou à transferência do controle dos ativos de Makhlouf para a esfera direta de Bashar al-Assad, reforçando ainda mais o poder centralizado do presidente.

Diários

Motta sai em defesa de Dias Toffoli

Redação Crusoé Visualizar

Um agradecimento de Carol de Toni a Michelle Bolsonaro

Redação Crusoé Visualizar

O que os brasileiros acham que melhoraria a segurança no país

Redação Crusoé Visualizar

Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Redação Crusoé Visualizar

Toffoli, Moraes e Gilmar em destaque na Economist

Redação Crusoé Visualizar

E agora, Sidônio?

Duda Teixeira Visualizar

Mais Lidas

As justificativas da Justiça para absolver Leo Lins

As justificativas da Justiça para absolver Leo Lins

Visualizar notícia
E agora, Sidônio?

E agora, Sidônio?

Visualizar notícia
Eduardo Bolsonaro elogia “mais um inglês perfeito” de Flávio

Eduardo Bolsonaro elogia “mais um inglês perfeito” de Flávio

Visualizar notícia
Funcionários da Receita contra-atacam Moraes

Funcionários da Receita contra-atacam Moraes

Visualizar notícia
"Guerra não vai acabar na mesa de negociação", diz analista ucraniano

"Guerra não vai acabar na mesa de negociação", diz analista ucraniano

Visualizar notícia
Longuíssimo discurso de Trump bate recorde

Longuíssimo discurso de Trump bate recorde

Visualizar notícia
Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Visualizar notícia
Ministra-cantora da Cultura se complica novamente

Ministra-cantora da Cultura se complica novamente

Visualizar notícia
Não se engane, OAB é STF Futebol Clube

Não se engane, OAB é STF Futebol Clube

Visualizar notícia
O que Tarcísio quer arrancar de Flávio

O que Tarcísio quer arrancar de Flávio

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Bashar al-Assad

Síria

< Notícia Anterior

Por que a Rússia prefere esconder Bashar Assad

10.12.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Governo transitório na Síria acaba em 1º de março

10.12.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
author

Redação Crusoé

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (0)

Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (0)


Notícias relacionadas

Motta sai em defesa de Dias Toffoli

Motta sai em defesa de Dias Toffoli

Redação Crusoé
26.02.2026 13:50 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Um agradecimento de Carol de Toni a Michelle Bolsonaro

Um agradecimento de Carol de Toni a Michelle Bolsonaro

Redação Crusoé
26.02.2026 09:53 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
O que os brasileiros acham que melhoraria a segurança no país

O que os brasileiros acham que melhoraria a segurança no país

Redação Crusoé
26.02.2026 09:18 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Redação Crusoé
25.02.2026 15:25 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso