Crusoé
26.02.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Crônica
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

As reações do Google e Facebook ao projeto australiano que prevê remunerar mídia

O Google e o Facebook reagiram de maneiras muito diferentes a um projeto de lei que está sendo debatido no Parlamento da Austrália. Batizado de Código de Negociação de Notícias, o texto tem como objetivo "garantir que as empresas de mídia de notícias sejam remuneradas de forma justa pelo conteúdo que geram, ajudando a sustentar...

Redação Crusoé
3 minutos de leitura 21.02.2021 18:31 comentários 2
Google James Vreeland
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

O Google e o Facebook reagiram de maneiras muito diferentes a um projeto de lei que está sendo debatido no Parlamento da Austrália. Batizado de Código de Negociação de Notícias, o texto tem como objetivo "garantir que as empresas de mídia de notícias sejam remuneradas de forma justa pelo conteúdo que geram, ajudando a sustentar o jornalismo de interesse público na Austrália". O Google (foto) aceitou negociar com o governo, enquanto o Facebook bloqueou todas as notícias no país, prejudicando, inclusive, o acesso a informações confiáveis de saúde em plena pandemia de Covid-19.

A reação distinta se explica pela importância das notícias em cada uma das plataformas. "O fato de o Facebook ter tirado todas as notícias, proibindo os usuários australianos não apenas de ver, mas de compartilhar qualquer item em sua plataforma, sugere que eles não esperam perder muitos usuários. O Facebook afirma que apenas 4% de todos os itens que aparecem para os usuários são notícias jornalísticas", diz Sandra Peter, pesquisadora da Escola de Negócios da Universidade de Sidney, na Austrália.

No país, contudo, cerca de 30% das pessoas afirmam que recebem notícias pelo Facebook, o que sugere que elas têm uma definição mais ampla do que seja uma notícia -- provavelmente, incluem nesse conceito informações que não são produzidas por veículos de imprensa. "Há portanto uma grande probabilidade de que as pessoas que estavam obtendo notícias no Facebook continuem nessa plataforma e passem a consumir informações de fontes menos confiáveis."

O Google tem outra abordagem: possui um serviço de notícias próprio, o Google News, e se envolveu de maneira construtiva com o governo e os parlamentares na elaboração do projeto de lei. Existe também o Google ADS, que você pode inclusive, aprender no curso gpa dominio estrategico. Na Austrália, como também já havia ocorrido na França, a empresa concordou em remunerar os produtores de notícias e ampliar o espaço das reportagens na página de resultados de busca. "Para o Facebook, ao contrário, talvez não valha a pena pagar pelas notícias porque eles têm outros conteúdos capazes de envolver os usuários e, assim, direcionar o modelo de negócios baseado em propaganda", diz Sandra Peter.

Diários

Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Redação Crusoé Visualizar

Toffoli, Moraes e Gilmar em destaque na Economist

Redação Crusoé Visualizar

E agora, Sidônio?

Duda Teixeira Visualizar

Longuíssimo discurso de Trump bate recorde

Redação Crusoé Visualizar

Trump cobra "palavras mágicas" do Irã sobre programa nuclear

Redação Crusoé Visualizar

"Guerra não vai acabar na mesa de negociação", diz analista ucraniano

João Pedro Farah Visualizar

Mais Lidas

As justificativas da Justiça para absolver Leo Lins

As justificativas da Justiça para absolver Leo Lins

Visualizar notícia
E agora, Sidônio?

E agora, Sidônio?

Visualizar notícia
Eduardo Bolsonaro elogia “mais um inglês perfeito” de Flávio

Eduardo Bolsonaro elogia “mais um inglês perfeito” de Flávio

Visualizar notícia
Funcionários da Receita contra-atacam Moraes

Funcionários da Receita contra-atacam Moraes

Visualizar notícia
"Guerra não vai acabar na mesa de negociação", diz analista ucraniano

"Guerra não vai acabar na mesa de negociação", diz analista ucraniano

Visualizar notícia
Longuíssimo discurso de Trump bate recorde

Longuíssimo discurso de Trump bate recorde

Visualizar notícia
Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Visualizar notícia
Ministra-cantora da Cultura se complica novamente

Ministra-cantora da Cultura se complica novamente

Visualizar notícia
Não se engane, OAB é STF Futebol Clube

Não se engane, OAB é STF Futebol Clube

Visualizar notícia
O que Tarcísio quer arrancar de Flávio

O que Tarcísio quer arrancar de Flávio

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Austrália

Big Techs

Facebook

França

Google

imprensa

redes sociais

< Notícia Anterior

Movimento anti-Doria mira reedição da dobradinha Alckmin-França em SP

21.02.2021 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Processos dos 'quadrilhões' do PT, MDB e PP travam na Justiça

22.02.2021 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (2)

Maria

2021-02-22 13:35:44

Da forma como Zuckerberg vem controlando os conteúdos de caráter político no Facebook, Instagram e agora certamente fará o mesmo no WhatsApp, jamais vai concordar em pagar à informativos que não estejam conformes aos seus ideários políticos.


Stefano

2021-02-22 05:29:06

Só criar um imposto maior para propagandas. #wakeupdeadman


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (2)

Maria

2021-02-22 13:35:44

Da forma como Zuckerberg vem controlando os conteúdos de caráter político no Facebook, Instagram e agora certamente fará o mesmo no WhatsApp, jamais vai concordar em pagar à informativos que não estejam conformes aos seus ideários políticos.


Stefano

2021-02-22 05:29:06

Só criar um imposto maior para propagandas. #wakeupdeadman



Notícias relacionadas

Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Maioria do Congresso aposta em derrubada do veto ao PL da Dosimetria

Redação Crusoé
25.02.2026 15:25 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Toffoli, Moraes e Gilmar em destaque na Economist

Toffoli, Moraes e Gilmar em destaque na Economist

Redação Crusoé
25.02.2026 10:48 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
E agora, Sidônio?

E agora, Sidônio?

Duda Teixeira
25.02.2026 09:41 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Longuíssimo discurso de Trump bate recorde

Longuíssimo discurso de Trump bate recorde

Redação Crusoé
25.02.2026 08:38 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso