Crusoé
08.06.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Abuso de poder religioso volta à pauta do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral, TSE, deve retomar nesta quinta-feira, 13, o julgamento sobre a criação da figura jurídica do abuso de poder religioso, incluindo-a na lista de hipóteses que podem levar à cassação de mandatos. Pela tese, levantada por Edson Fachin (foto), poderão ser punidos candidatos que se aproveitarem de sua influência sobre a comunidade...

avatar
Redação Crusoé
3 minutos de leitura 13.08.2020 10:01 comentários 5
Abuso de poder religioso volta à pauta do TSE
TSE
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

O Tribunal Superior Eleitoral, TSE, deve retomar nesta quinta-feira, 13, o julgamento sobre a criação da figura jurídica do abuso de poder religioso, incluindo-a na lista de hipóteses que podem levar à cassação de mandatos. Pela tese, levantada por Edson Fachin (foto), poderão ser punidos candidatos que se aproveitarem de sua influência sobre a comunidade religiosa para angariar votos a partir das eleições municipais deste ano. 

O placar está empatado em 1 a 1, e o resultado da deliberação promete ser apertado. O julgamento foi interrompido ao fim de junho após um pedido de vista do ministro Tarcísio Vieira. Logo depois da sessão, a bancada evangélica desencadeou uma articulação contra proposta em redes sociais e audiências com ministros.

O governo federal também entrou em campo para tentar derrubar a figura jurídica do abuso do poder religioso. Segundo aliados da Presidência, Bolsonaro escalou o ministro da Justiça e Segurança Pública e pastor da Igreja Presbiteriana Esperança de Brasília, André Mendonça, para a interlocução com os integrantes do TSE. 

A discussão começou na análise de um recurso especial eleitoral que contesta a cassação da vereadora Valdirene Tavares dos Santos, do Republicanos, partido ligado à Universal do Reino de Deus, eleita em 2016 no município de Luziânia, Goiás. O Ministério Público Eleitoral a acusa de abuso de poder religioso pelo pedido de votos em um templo da Assembleia de Deus.

Sob o entendimento de que o MPE não apresentou provas suficientes, Fachin votou pela revogação da condenação de Valdirene, imposta pelo Tribunal Regional Eleitoral. Contudo, sugeriu que a figura autônoma do abuso de poder de autoridade religiosa passasse a integrar o rol de condutas que podem ser questionadas em ações de investigação judicial eleitoral. Hoje, o TSE entende que apenas os abusos de poder político e econômico e o uso indevido de meios de comunicação podem resultar em perda do mandato.

Na concepção de Fachin, as normas já existentes, como a proibição do financiamento de campanhas por igrejas e da propaganda política dentro dos templos, não são suficientes para evitar sua influência no processo eleitoral. "Entendo que a intervenção das associações religiosas nos processos eleitorais deve ser observada com a devida atenção, tendo em consideração que as igrejas e seus dirigentes ostentam um poder com aptidão para amainar a liberdade para o exercício do sufrágio e debilitar o equilíbrio entre as chances das forças em disputa", defendeu.

A ideia, entretanto, enfrenta resistência. Mesmo após o pedido de vista, Alexandre de Moraes antecipou seu voto e abriu a divergência sob o argumento de que não é possível adotar uma figura não prevista em lei e alargar uma regra sancionatória. "Não se pode transformar religiões em movimentos absolutamente neutros sem participação política e sem legítimos interesses políticos na defesa de seus interesses assim como os demais grupos que atuam nas eleições”, pontuou. 

Com os votos de Fachin e Alexandre, faltam os posicionamentos de cinco ministros -- Tarcísio Vieira, Sérgio Banhos, Luís Felipe Salomão, Og Fernandes e o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso. Dada a polêmica do tema, a maioria não se arrisca a cravar o placar final do julgamento. 

Diários

Crusoé n° 423: Campanha artificial

Redação Crusoé Visualizar

Pintou climão entre Gustavo Petro e a seleção colombiana

Duda Teixeira Visualizar

Trump não está nem aí para as legislativas

Duda Teixeira Visualizar

A guerra de Flávio é a mesma de Lula, não a do Brasil

Duda Teixeira Visualizar

Messias vai para onde Deus mandar

Duda Teixeira Visualizar

Crise no principal programa de jornalismo dos EUA

José Inácio Pilar Visualizar

Mais Lidas

A cobrança social de um país real

A cobrança social de um país real

Visualizar notícia
A corrida de 80 bilhões de dólares da Alphabet

A corrida de 80 bilhões de dólares da Alphabet

Visualizar notícia
A democracia sobrevive quando ninguém mais quer enxergar?

A democracia sobrevive quando ninguém mais quer enxergar?

Visualizar notícia
Campanha artificial

Campanha artificial

Visualizar notícia
Crusoé n° 423: Campanha artificial

Crusoé n° 423: Campanha artificial

Visualizar notícia
Imposto é roubo e o Estado é um parasita

Imposto é roubo e o Estado é um parasita

Visualizar notícia
O doping comercial chinês

O doping comercial chinês

Visualizar notícia
O golpe da maioridade

O golpe da maioridade

Visualizar notícia
O jogo dos 7 erros no debate sobre terrorismo

O jogo dos 7 erros no debate sobre terrorismo

Visualizar notícia
O jogo grande mudou para o Brasil

O jogo grande mudou para o Brasil

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Abuso de poder religioso

André Mendonça

Jair Bolsonaro

política

TSE

< Notícia Anterior

Apesar das pressões e do 'descontente' Amoedo, Novo mantém candidatura de Sabará

13.08.2020 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Trump melhora aprovação e reduz diferença para Biden

13.08.2020 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
author

Redação Crusoé

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (5)

Walter

2020-08-13 16:53:46

Porque as igrejas desejam tanto entrar na política! Afinal elas devem pregar o Evangelho de Cristo, ou o interesse de receber as beneces do governo. Como disse Jesus:"Daí a César o que é de César e a Deus o que é Deus".


Brasilino

2020-08-13 12:36:08

Com idêntico argumento o TSE deve proibir também que jornalistas, sindicalistas, professores ou qualquer líder de associação emitam opiniões em seus discursos contra ou a favor de qualquer candidato.


Eduardo Duprat

2020-08-13 12:28:57

Daqui a pouco, ser corintiano, sãopaulino, flamenguista também será passível de discussão no STF por influenciarem eleitores. Não é verdade Crusnãoé?


Heitor

2020-08-13 11:24:54

O maior absurdo é proibir as pessoas de falar em política em qualquer lugar que seja. Não é possível que vi jornalista na Globo News defender a ideia de que religiosos não podem falar de política nos cultos. Não sou religioso, mas até quem fez curso de massinha 1 sabe que isso é censura da grossa. Até a velhinha de Taubaté ficou escandalizada. Então deveria ser crime políticos populistas que prometem aquilo que nunca cumprirão. Sabe, isso é ridículo.


Roberto

2020-08-13 10:40:59

novamente a censura em ação


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (5)

Walter

2020-08-13 16:53:46

Porque as igrejas desejam tanto entrar na política! Afinal elas devem pregar o Evangelho de Cristo, ou o interesse de receber as beneces do governo. Como disse Jesus:"Daí a César o que é de César e a Deus o que é Deus".


Brasilino

2020-08-13 12:36:08

Com idêntico argumento o TSE deve proibir também que jornalistas, sindicalistas, professores ou qualquer líder de associação emitam opiniões em seus discursos contra ou a favor de qualquer candidato.


Eduardo Duprat

2020-08-13 12:28:57

Daqui a pouco, ser corintiano, sãopaulino, flamenguista também será passível de discussão no STF por influenciarem eleitores. Não é verdade Crusnãoé?


Heitor

2020-08-13 11:24:54

O maior absurdo é proibir as pessoas de falar em política em qualquer lugar que seja. Não é possível que vi jornalista na Globo News defender a ideia de que religiosos não podem falar de política nos cultos. Não sou religioso, mas até quem fez curso de massinha 1 sabe que isso é censura da grossa. Até a velhinha de Taubaté ficou escandalizada. Então deveria ser crime políticos populistas que prometem aquilo que nunca cumprirão. Sabe, isso é ridículo.


Roberto

2020-08-13 10:40:59

novamente a censura em ação



Notícias relacionadas

Crusoé n° 423: Campanha artificial

Crusoé n° 423: Campanha artificial

Redação Crusoé
06.06.2026 08:08 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Pintou climão entre Gustavo Petro e a seleção colombiana

Pintou climão entre Gustavo Petro e a seleção colombiana

Duda Teixeira
05.06.2026 17:19 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Trump não está nem aí para as legislativas

Trump não está nem aí para as legislativas

Duda Teixeira
05.06.2026 16:39 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
A guerra de Flávio é a mesma de Lula, não a do Brasil

A guerra de Flávio é a mesma de Lula, não a do Brasil

Duda Teixeira
05.06.2026 15:38 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso