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A morte de Basavaraju: um golpe para o movimento maoísta na Índia

Índia se livra de um dos seus piores inimigos matando o líder maoísta. A polícia anunciou que Basavaraju foi um dos 27 maoístas abatidos durante um confronto no estado central de Chhattisgarh.

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Redação Crusoé
4 minutos de leitura 27.05.2025 11:03 comentários 0
A morte de Basavaraju: um golpe para o movimento maoísta na Índia
Reprodução
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A luta armada promovida por grupos guerrilheiros de extrema esquerda contra o Estado indiano remonta à década de 1960.

A recente eliminação do líder maoísta Basavaraju representa um avanço significativo do governo indiano em sua tentativa de erradicar essa insurreição.

O serviço de inteligência da Índia informou que ele tinha 70 anos e costumava carregar um fuzil AK-47. O único registro fotográfico conhecido dele datava de 1980, antes de sua eliminação nas operações das forças de segurança.

A polícia anunciou que Basavaraju foi um dos 27 maoístas abatidos durante um confronto no estado central de Chhattisgarh.

Desde 2018, ele ocupava a posição de secretário-geral do Partido Comunista da Índia (Maoísta) — a principal facção guerrilheira do país. Sua morte é considerada um golpe severo para o PCI (Maoista), podendo ser vista como um ponto de inflexão na luta contra a violência extremista na Índia.

Maoístas na Índia

Inicialmente, o movimento insurgente se voltou contra a exploração dos camponeses sem terra pelos grandes proprietários rurais.

Com o tempo, os maoístas ganharam apoio nas universidades e, atualmente, recrutam majoritariamente entre as comunidades Adivasi, em áreas negligenciadas e pouco desenvolvidas do centro da Índia.

Hoje, seu principal antagonista são as grandes corporações mineradoras, que se tornaram o novo alvo da revolta.

Começo da insurgência

A insurgência começou em 1967 na região de Naxalbari, próxima à fronteira com o Nepal, e desde então os maoístas passaram a ser conhecidos como Naxalitas.

Inspirados pela estratégia da "guerra popular" de Mao Tse Tung, esses grupos se especializaram em conduzir uma guerra de guerrilha no campo. Com o passar das décadas, a movimentação se dividiu em várias facções rivais.

O Ministro do Interior da Índia, Amit Shah, estabeleceu como meta a erradicação da insurgência até março de 2026.

Nos últimos anos, as forças de segurança intensificaram suas operações contra os guerrilheiros, resultando em cerca de 200 mortos entre os insurgentes somente neste ano, muitos deles em florestas remotas no sul acidentado de Chhattisgarh.

Corredor Vermelho

Historicamente conhecido como o Corredor Vermelho — área afetada pela insurreição maoísta — este movimento já dominou extensões significativas do território indiano. Atualmente, sua presença ainda é sentida em 38 distritos, especialmente nos estados de Chhattisgarh, Jharkhand e Maharashtra.

A última grande fortaleza dos maoístas encontra-se nas florestas de Abujhmadh, uma região montanhosa predominantemente habitada por comunidades tribais e que sofre com o subdesenvolvimento.

Violência

As forças de segurança são frequentemente acusadas de usar métodos brutais contra os insurgentes. Relatos sugerem que prisioneiros maoístas têm sido assassinados sob pretextos forjados durante confrontos.

Organizações de direitos humanos denunciam que civis inocentes também foram mortos e apresentados como insurgentes pelas autoridades.

A situação é complexa e muitas informações permanecem obscuras devido à dificuldade dos jornalistas em acessar essas áreas conflituosas.

Por outro lado, os próprios maoístas não hesitam em empregar táticas cruéis. Muitos combatentes são menores de idade e recrutados à força.

Eles impõem à população local a obrigação de fornecer alimentos para suas tropas sob ameaça de punições severas.

Policiais, políticos e professores também figuram entre seus alvos frequentes; nos últimos anos, centenas de agentes foram mortos em emboscadas e ataques armados.

A morte de Basavaraju

A morte de Basavaraju levanta questionamentos sobre o futuro do movimento maoísta na Índia.

Acusado por muitos ataques recentes, ele se uniu aos guerrilheiros durante seus estudos em engenharia na década de 1980 e assumiu a liderança do PCI (Maoista) em 2018

Fontes do serviço secreto citadas pelo "Indian Express" afirmam que sua morte pode desestabilizar significativamente a moral das tropas guerrilheiras e potencialmente levar ao colapso da organização.

No mês passado, o CPI (Maoist) ofereceu uma trégua caso o governo suspendesse todas as operações contra eles e não estabelecesse novos acampamentos em suas áreas controladas.

Em resposta, o governo prometeu anistia a todos os combatentes dispostos a depor suas armas.

 

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