A eliminação do Brasil diante da Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo não impede que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fature alto com o torneio. Ao terminar entre a nona e a 16ª colocação, a CBF garantiu 15 milhões de dólares em premiação, o equivalente a aproximadamente R$ 77,5 milhões na cotação atual.
Esse valor se soma aos 10,5 milhões de dólares que a seleção já havia recebido apenas por participar do Mundial, quantia distribuída a todas as 48 seleções presentes na competição. Desse montante, 1,5 milhão de dólares é destinado especificamente a custos de preparação das equipes. Somando as duas parcelas, a CBF deve arrecadar cerca de R$ 131,8 milhões só com esta edição da Copa do Mundo.
Premiação recorde
A distribuição de prêmios da Copa do Mundo de 2026 é a maior da história do torneio. Ao todo, a FIFA vai repassar 727 milhões de dólares, cerca de R$ 3,7 bilhões, valor 50% maior do que o distribuído na Copa do Catar, em 2022, quando pouco mais de R$ 2 bilhões foram pagos às seleções participantes.
Na época, o montante já representava um aumento de 10% em relação à Copa da Rússia, disputada em 2018.
A diferença também aparece quando se compara apenas a premiação destinada ao campeão. Neste ano, a seleção que erguer a taça vai receber 50 milhões de dólares, valor superior aos 42 milhões de dólares pagos à Argentina em 2022 e aos 38 milhões de dólares recebidos pela França em 2018.
Como ficou a ddistribuição de prêmios na Copa de 2026?
Campeão: US$ 50 milhões Vice-campeão: US$ 33 milhões Terceiro lugar: US$ 29 milhões Quarto lugar: US$ 27 milhões Quinto ao oitavo lugar: US$ 19 milhões Nono ao 16º lugar: US$ 15 milhões 17º ao 32º lugar: US$ 11 milhões 33º ao 48º lugar: US$ 9 milhões
De acordo com analistas, a ampliação do número de seleções participantes, que passou de 32 para 48 equipes nesta edição, também contribuiu para elevar o valor total distribuído pela FIFA, já que mais seleções garantem premiação apenas por disputar a fase de grupos do torneio.




