Variedades - Crusoé
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato
Sem resultados
Ver todos os resultados
Variedades - Crusoé
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Geral

Brasil fechou mais de mil lojas de gigantes varejistas nos últimos quatro anos

Por Júlio Nesi
31/08/2026
Em Geral
0
Imagem meramente ilustrativa.

Reprodução: ha ha / Pexels

Imagem meramente ilustrativa. Reprodução: ha ha / Pexels

O varejo brasileiro vive um momento de recordes no comércio online, com R$ 423 bilhões em vendas em 2025, alta de 21%, segundo o banco UBS BB, mas, ao mesmo tempo, encolhe suas redes físicas.

Desde o fim de 2022, cinco das maiores redes do país, Casas Bahia, Americanas, Carrefour, Marisa e Magazine Luiza, fecharam, juntas, mais de 1,1 mil lojas, segundo um levantamento do Estadão.

De acordo com especialistas, o recuo marca o fim de uma era em que crescer significava abrir portas. Agora, a disputa pelo consumidor acontece na tela do celular, e o custo de manter milhares de unidades, como aluguéis, equipe e operação, se tornou insustentável para boa parte do setor.

Recomendado para você

  • Santos acerta valor de parcelas e vai quitar dívida com Neymar em mais de seis anos
  • Santos acerta valor de parcelas e vai quitar dívida com Neymar em mais de seis anos
  • Bate martelo comunica decisão participarPaís bate martelo e comunica decisão de não participar da União Europeia
  • Maioridade penal é reduzida para 14 anos neste país e inicia debate mundial

Além disso, os empregos também foram impactados: o setor varejista eliminou 46 mil vagas líquidas em 2026, puxado por vestuário, calçados e supermercados.

Quem cortou quanto?

A Casas Bahia lidera o ranking de fechamentos. A rede tinha 1.133 lojas no fim de 2022 e deve encolher em cerca de 400 pontos em menos de quatro anos. Com R$ 17,3 bilhões em dívidas submetidas à recuperação judicial, a companhia prevê fechar 298 lojas e demitir cerca de 3.000 funcionários.

O presidente, Renato Franklin, já afirmou que não prevê retomada do crescimento nos próximos dois anos.

Já a Americanas perdeu 333 unidades no mesmo período, caindo de 1.803 para 1.470 lojas entre o fim de 2022 e dezembro de 2025. O corte acompanhou a recuperação judicial deflagrada após a crise contábil de janeiro de 2023, com a estratégia de concentrar a operação nos pontos de maior potencial de retorno.

O Carrefour reduziu sua rede de 1.203 para cerca de 1.000 unidades durante a integração do Grupo BIG. A diferença de 203 pontos reúne fechamentos, vendas e mudanças de bandeira; 123 lojas foram definitivamente encerradas.

Na Marisa, a redução ganhou um símbolo: o fechamento, no início deste ano, de uma das principais vitrines da marca, na Avenida Paulista, após 15 anos de funcionamento. A rede terminou 2025 com 230 lojas, contra 334 três anos antes, um corte de 104 unidades.

O Magazine Luiza foi o mais discreto no recuo: chegou a junho deste ano com 1.246 lojas, 93 a menos que no fim de 2022, em um movimento de maior disciplina financeira.

Qual é o motivo disso?

Segundo representantes, as empresas iniciaram o movimento por motivos diferentes. Casas Bahia e Americanas enfrentaram crises financeiras e perda de confiança; o Carrefour reorganizou a rede após incorporar o Grupo BIG; a Marisa encerrou unidades deficitárias; e o Magazine Luiza buscou maior eficiência.

Economistas e especialistas do setor, no entanto, apontam que o pano de fundo é o mesmo: o avanço do e-commerce e dos marketplaces, inclusive os internacionais, na decisão de compra. As vendas online já representam 14,4% do varejo brasileiro, e a tendência é de crescimento.

Devido a isso, diversos varejistas vêm redesenhando seus modelos para garantir menos dependência da expansão física e mais foco em logística, experiência omnichannel e presença digital competitiva. As lojas que restarem não ficarão apenas como pontos de venda e tenderão a funcionar como hubs de entrega, devolução e experiência.

 

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

Próximo post
Principais planos assalto banco era

Há 20 anos, um dos principais planos de assalto a banco era descoberto pelas autoridades brasileiras

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confira!

Homem aranha novo segue topo

Homem-Aranha: Um Novo Dia segue no topo mas não vai quebrar o último recorde

01/09/2026
Tradicional montadora aposta novo modelo

Tradicional montadora aposta em novo modelo para dominar mercado brasileiro

01/09/2026
Vaiado torcida atacante campeão mundo

Vaiado pela torcida, atacante campeão do mundo volta aos treinos ao lado dos companheiros

01/09/2026
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato

Agradecemos por escolher a “CRUSOÉ”, revista eletrônica de conteúdos jornalísticos de titularidade da “Mare Clausum Publicações Ltda.”, sociedade empresária limitada, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1234 - Jd. Paulistano - São Paulo - SP - CEP 01451-001, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 25.163.879/0001-13 e com IE/SEFAZ nº 118.877.810.111.

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato

Agradecemos por escolher a “CRUSOÉ”, revista eletrônica de conteúdos jornalísticos de titularidade da “Mare Clausum Publicações Ltda.”, sociedade empresária limitada, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1234 - Jd. Paulistano - São Paulo - SP - CEP 01451-001, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 25.163.879/0001-13 e com IE/SEFAZ nº 118.877.810.111.