Variedades - Crusoé
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato
Sem resultados
Ver todos os resultados
Variedades - Crusoé
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Geral

Risco de demissões causadas por IA reduz após empresas acomodarem tecnologia com funcionários

Por Júlio Nesi
24/08/2026
Em Geral
0
Imagem meramente ilustrativa.

Foto: Matheus Bertelli / Pexels

Imagem meramente ilustrativa. Foto: Matheus Bertelli / Pexels

O receio dos trabalhadores brasileiros de serem substituídos pela inteligência artificial (IA) registrou uma grande queda em 2026, à medida que empresas revertem demissões em massa após constatarem falhas operacionais e perda de qualidade na automação total.

Segundo pesquisa do Datafolha, 48% dos profissionais afirmam ter medo de que suas profissões sejam substituídas pela IA, uma redução em relação aos 56% registrados há um ano.

Paralelamente, a parcela que não teme a substituição subiu de 41% para 49%, impulsionada pela familiaridade com ferramentas como chatbots e pela percepção de que a tecnologia atua mais como ferramenta auxiliar do que como substituta.

Recomendado para você

  • Voltar estudar traz incontáveis benefíciosVoltar a estudar traz incontáveis benefícios em adultos e idosos, revela estudo
  • Como as emissoras de TV podem retomar audiência perdida para os streamings após pandemia
  • Tricampeão fórmula responde sonegação impostosTricampeão de Fórmula 1 responde processo na justiça por sonegação de impostos
  • Jogador de Copa do Mundo é multado por desrespeitar normas de clube brasileiro

Efeito bumerangue

De acordo com analistas, a mudança de cenário é reflexo do chamado “efeito bumerangue da IA”. Um levantamento da consultoria Robert Half revelou que 29% das empresas que demitiram funcionários para implementar soluções de inteligência artificial precisaram recontratá-los posteriormente para as mesmas funções.

As áreas de Finanças, Recursos Humanos e Tecnologia lideram o índice de recontratação, com essas mudanças ocorrendo após organizações perceberem que a eliminação do fator humano resultou em erros críticos, queda na qualidade do atendimento e perda de conhecimento institucional.

Casos globais chegaram a se tornar exemplos disso, como o caso da montadora Ford, que trouxe de volta engenheiros experientes para corrigir falhas em veículos após realizar uma demissão em massa para usar IAs.

Além disso, o custo dessa reversão tem sido alto: empresas que recontrataram gastaram, em média, 1,27 vezes o valor que teriam despendido para manter os colaboradores, sem contar o desgaste na confiança da equipe.

Mercado aquecido

De acordo com especialistas, mesmo diante do avanço da IA, o mercado de trabalho brasileiro apresenta vigor, com o país ocupando a quarta posição mundial em intenção de contratação para o terceiro trimestre de 2026, com 52% das empresas planejando expandir seus quadros, segundo dados do ManpowerGroup.

O setor de Informação, que engloba tecnologia e telecomunicações, lidera a demanda com 55% de expectativa de novas vagas. A procura é impulsionada não pela substituição, mas pela necessidade de profissionais capazes de gerenciar e operar as novas ferramentas de IA.

Vale destacar, no entanto, que apesar da redução do medo da substituição, os trabalhadores mantêm resistência ao uso de algoritmos em decisões sensíveis.

A pesquisa do Datafolha indica que 79% dos brasileiros consideram inadequado o uso de IA em processos de contratação e demissão, reforçando a demanda por supervisão humana em questões que afetam diretamente a vida profissional.

Especialistas também apontam que o modelo que prevalece em 2026 é o da “augmentação”, onde a tecnologia potencializa a capacidade humana, em contraste com a automação pura que mostrou limites práticos e financeiros no último ano.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

Próximo post
Pai abandona filho trilha seguir

Pai abandona filho em trilha para seguir subida de montanha no Japão

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confira!

Fim era tradicional marca sorvete

Fim de uma era: tradicional marca de sorvete encerra produção e deixa o Brasil

25/08/2026
Pai abandona filho trilha seguir

Pai abandona filho em trilha para seguir subida de montanha no Japão

24/08/2026
Imagem meramente ilustrativa.

Foto: Matheus Bertelli / Pexels

Risco de demissões causadas por IA reduz após empresas acomodarem tecnologia com funcionários

24/08/2026
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato

Agradecemos por escolher a “CRUSOÉ”, revista eletrônica de conteúdos jornalísticos de titularidade da “Mare Clausum Publicações Ltda.”, sociedade empresária limitada, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1234 - Jd. Paulistano - São Paulo - SP - CEP 01451-001, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 25.163.879/0001-13 e com IE/SEFAZ nº 118.877.810.111.

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Contato

Agradecemos por escolher a “CRUSOÉ”, revista eletrônica de conteúdos jornalísticos de titularidade da “Mare Clausum Publicações Ltda.”, sociedade empresária limitada, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 1234 - Jd. Paulistano - São Paulo - SP - CEP 01451-001, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 25.163.879/0001-13 e com IE/SEFAZ nº 118.877.810.111.