Dez anos atrás, o Brasil conquistava o primeiro ouro olímpico do futebol masculino.
A final disputada no estádio do Maracanã em 20 de agosto de 2016 reuniu mais de 63 mil torcedores.
Comandada pelo técnico Rogério Micale, a seleção venceu a Alemanha nos pênaltis após empate de 1 a 1 que se manteve na prorrogação.
Neymar abriu o placar, e Meyer igualou para os alemães. E na cobrança de pênaltis Weverton defendeu a tentativa de Petersen antes de Neymar converter o gol da vitória.
O título ganhou peso especial por acontecer em casa, quatro anos após a derrota para o México nos Jogos de Londres.
Desde aposentados a jogadores de Copa do Mundo: como estão os campeões olímpicos de 2016
Marquinhos permanece no Paris Saint-Germain e esteve na Copa do Mundo de 2026.
Neymar segue no Santos, disputou a Copa do Mundo de 2026 e continua sendo referência técnica em campo, consolidando uma carreira que começou a deslanchar naqueles Jogos.
Gabriel Jesus e Felipe Anderson seguiram caminhos opostos depois das Olimpíadas.
Jesus saiu do Palmeiras para o Manchester City durante os Jogos de 2016 e agora defende o Arsenal, enquanto Anderson retornou ao futebol brasileiro e veste a camisa do Palmeiras após sua passagem pelo exterior.
Weverton, herói da decisão por pênaltis, deixou o Palmeiras após oito temporadas e assinou com o Grêmio no início de 2026.
Gabigol trilhou caminho parecido: saiu do Santos rumo à Inter de Milão durante a competição olímpica, mas voltou ao clube que o revelou e atingiu a marca de 100 gols pelo time em agosto deste ano.
Os que deixaram o futebol profissional
Nem todos permaneceram nos gramados. Luan, peça importante do Grêmio campeão da Libertadores de 2017, não atua profissionalmente desde 2024.
Rodrigo Caio encerrou a carreira como jogador e chegou a trabalhar como auxiliar técnico no Flamengo.
Renato Augusto também se aposentou, migrou para os estúdios de televisão e hoje atua como comentarista esportivo.
Esses nomes fazem parte de um grupo que ainda encontra espaço no futebol de outras formas, seja dentro de clubes, seja acompanhando a modalidade como analista.
Outros integrantes da geração, entre eles Douglas Santos, William, Walace, Thiago Maia e Rodrigo Dourado, seguem suas carreiras por diferentes clubes, tanto no Brasil quanto no exterior.
Após aquele ouro de agosto de 2016, cada um seguiu seu próprio caminho.








