A The Walt Disney Company divulgou, nesta semana, seus resultados financeiros do terceiro trimestre fiscal encerrado em julho. Nos resultados, a empresa mostra que seu lucro líquido caiu aproximadamente 50% em comparação ao mesmo período do ano anterior, mas a receita total aumentou 7%, atingindo a marca de US$ 25,25 bilhões.
O lucro líquido do trimestre foi de US$ 2,64 bilhões, uma redução de 49,9% frente aos US$ 5,26 bilhões registrados no terceiro trimestre de 2024. No entanto, a própria diretoria da empresa destaca que o resultado de 2024 foi inflado por um benefício fiscal de US$ 3,3 bilhões, relacionado à reclassificação tributária da Hulu nos Estados Unidos.
Bilheteria de Toy Story e parques sustentam a operação
Os fundamentos operacionais da gigante do entretenimento mostraram robustez, sustentados pelo desempenho excepcional de seus principais ativos. O lançamento de Toy Story 5 nos últimos dias do trimestre foi um dos grandes destaques, com o filme ultrapassando rapidamente a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria global.
A animação ajudou a compensar o desempenho modesto de Star Wars: The Mandalorian and Grogu, que arrecadou cerca de US$ 345 milhões nos cinemas, embora tenha impulsionado vendas de mercadorias e a visitação aos parques.
O segmento de Parques, Experiências e Produtos se consolidou como o principal motor de lucratividade. A receita dessa divisão cresceu 10%, alcançando US$ 9,97 bilhões, enquanto o lucro operacional disparou 20%, chegando a aproximadamente US$ 3,02 bilhões.
Nos parques domésticos nos EUA, apesar de uma leve queda de 1% na frequência de visitantes, a estratégia de preços e o aumento de 6% nos gastos por hóspede garantiram resultados recordes.
Internacionalmente, a recuperação foi ainda mais evidente, com a Disneyland Paris liderando um crescimento que resultou em um salto de 25% no lucro operacional da região.
Streaming também ajudou
O setor de entretenimento via streaming também apresentou evolução positiva, com a receita de assinaturas crescendo 11%, totalizando US$ 5,53 bilhões. O Disney+ continua a liderar a expansão da base de assinantes, contribuindo para a saúde financeira do segmento de mídia direta ao consumidor.







