A Fifa entregou a Rodri, meio-campista espanhol campeão do torneio, o prêmio de melhor jogador da Copa do Mundo de 2026.
Entretanto, a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS) discordou publicamente e apontou Lionel Messi como o verdadeiro destaque da competição.
Segundo a entidade, o veredito seria “inequívoco”: aos 39 anos, Messi disputou os oito jogos da Argentina no torneio, marcou oito gols, deu quatro assistências e somou nota média de 8,33 pontos, considerando a metodologia própria usada pela IFFHS para avaliar o desempenho dos jogadores.
O argumento da entidade
A IFFHS destacou que Messi se sobressaiu em um Mundial repleto de jovens promessas, como Kylian Mbappé, Lamine Yamal, Jude Bellingham e Erling Haaland, e considerou o argentino o jogador mais influente e decisivo de toda a competição, mesmo sem o título final.
A seleção ideal também diverge da Fifa
Além do prêmio individual, a IFFHS divulgou sua própria seleção do torneio, com Messi entre os três atacantes titulares, ao lado de Mbappé e Yamal.
Rodri, escolhido pela Fifa como melhor jogador da Copa, sequer apareceu entre os meio-campistas selecionados pela entidade, formados por Jude Bellingham, Michael Olise e Ousmane Dembélé.
Fundada pelo alemão Alfredo W. Pöge, a IFFHS é uma organização independente dedicada à análise histórica e estatística do futebol mundial, reconhecida por elaborar rankings e levantamentos próprios, mas sem qualquer vínculo institucional com a Fifa.
Um reconhecimento que se soma a outros
A entidade também já havia colocado Messi no topo de seu ranking dos maiores jogadores de todos os tempos, à frente de Pelé, Maradona e Cristiano Ronaldo.
Com 39 anos e uma trajetória marcada por sete Bolas de Ouro, o desempenho do camisa 10 nesta Copa afirma, segundo a IFFHS, sua permanência entre os maiores nomes já vistos no torneio, mesmo com a eliminação argentina na final.








