Crusoé
12.09.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Para parlamentares, fatiamento tumultua debate e atrasa reforma tributária

O governo entregou ao Congresso o primeiro projeto de reformulação do sistema tributário brasileiro na terça-feira, 21, com a promessa de envio de propostas complementares até o fim de agosto. Para deputados e senadores que integram a comissão mista responsável pela análise do tema, no entanto, o fatiamento da reforma tumultua o debate e atrasa...

Crusoe
Redação Crusoé
4 minutos de leitura 22.07.2020 18:50 comentários 0
Para parlamentares, fatiamento tumultua debate e atrasa reforma tributária
Plenário do Congresso
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

O governo entregou ao Congresso o primeiro projeto de reformulação do sistema tributário brasileiro na terça-feira, 21, com a promessa de envio de propostas complementares até o fim de agosto. Para deputados e senadores que integram a comissão mista responsável pela análise do tema, no entanto, o fatiamento da reforma tumultua o debate e atrasa a construção do texto final. Muitos estão céticos quanto à aprovação da matéria ainda neste ano.

A “primeira etapa” da reforma desenhada pelo governo Jair Bolsonaro estabelece a unificação de PIS e Cofins. Para substituí-los, será criada a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços, CBS, com alíquota de 12% para empresas e de 5,8% para instituições financeiras. Como a mudança alcança somente tributos federais, a alteração foi descrita em um projeto de lei, que tem tramitação mais simples e precisa de menos votos para passar a valer.

Na avaliação de parlamentares, as consequências dessa colcha de retalhos foram sentidas já nesta primeira fase da reforma. Responsável por mais de 70% do PIB brasileiro, o setor de serviços reprovou o texto apresentado por Guedes sob o argumento de que será prejudicado com a alta da carga tributária. Em resposta, o governo negou que o projeto eleve a tributação.  Apesar da negativa, como contrapartida, o governo prometeu uma ampla desoneração na folha de pagamento das empresas -- resta saber se haverá mais custo. Fala-se em uma nova CPMF.

O deputado Marcelo Ramos, do PL do Amazonas, analisou que o governo deveria ter enviado o pacote completo de modificações. "A fusão de PIS e Cofins não é nada do ponto de vista do enfrentamento da complexidade tributária ou da regressividade do sistema", disse.

De acordo com o parlamentar, com o fatiamento, "vai ser muito difícil" aprovar as modificações. Ele acrescentou que a proposta do governo, assim como as PECs que tramitam no Congresso, parte de uma premissa errada ao sobretaxar o setor de serviços e "ignorar uma tributação mais justa para as instituições financeiras". "Se você não fizer uma reforma estrutural, vai sempre puxar o cobertor e descobrir alguém", pontuou.

A Crusoé, o deputado Mauro Filho, do PDT, afirmou que o envio das propostas em separado "retarda" a efetiva mudança do sistema tributário. Com o descompasso, o texto inicial do governo Bolsonaro, na avaliação do parlamentar, resulta em um alívio pequeno à indústria e em uma sobrecarga ao setor de serviços.

Além disso, o pedetista ressaltou que, para combater desigualdades e otimizar a arrecadação, a reforma não pode se resumir à unificação de tributos, tampouco alcançar apenas impostos federais. Ele sustenta que a reformulação completa do sistema precisa ser a prioridade.

"O Brasil tem o terceiro maior sistema regressivo do mundo porque, proporcionalmente, o pobre paga mais impostos do que os ricos", avaliou. "Você, quando recebe seu salário, paga Imposto de Renda. Mas, se um banco ou uma empresa distribuírem dividendos, os acionistas que recebem não pagam o IR".

Líder do PSD no Senado, Otto Alencar considerou que, além apresentar uma reforma tímida e atrasar o debate ao fatiar a proposta, a equipe econômica errou o timing da entrega.

"Esperávamos uma reforma mais abrangente, o que não ocorreu. Além disso, houve atraso na entrega. Nada contra a reforma, mas não vejo como aprovar o texto nas duas Casas em meio à pandemia e com a proximidade das eleições municipais. Não vai ser tão rápido como o governo está pensando", declarou.

A reforma tributária passará pelo crivo da comissão mista, que já trabalha com duas propostas de Emenda à Constituição bem mais abrangentes, apresentadas por deputados e senadores — um dos textos prevê a unificação de até cinco impostos.

Com os trabalhos interrompidos desde março devido à Covid-19, a comissão será reinstalada na próxima quinta-feira e deve retomar as discussões em 4 de agosto.

"Pretendemos limpar a pauta, ou seja, de forma remota, fazer as audiências públicas aprovadas na comissão antes da pandemia e, à frente, ainda neste ano, votar um texto convergente, que unifica os interesses da Câmara, do Senado, dos governos federal, estadual e municipal e também do privado", disse o presidente da comissão, senador Roberto Rocha.

Diários

Crusoé n° 437: Sensação de Lava Jato

Redação Crusoé Visualizar

Caiado questiona se “Careca do INSS” é sócio de Flávio

Redação Crusoé Visualizar

Haddad fala em tirar "laranjas podres" do STF

Redação Crusoé Visualizar

Gonet deveria ficar quieto e sair de fininho

Duda Teixeira Visualizar

Fachin dá 24h para Mendonça levantar sigilos e enviar autos do caso Master

Guilherme Resck Visualizar

De Disney a Taylor Swift: como é barato corromper no Brasil

Duda Teixeira Visualizar

Mais Lidas

A PF no fogo cruzado do Supremo

A PF no fogo cruzado do Supremo

Visualizar notícia
Caiado questiona se “Careca do INSS” é sócio de Flávio

Caiado questiona se “Careca do INSS” é sócio de Flávio

Visualizar notícia
Crusoé n° 437: Sensação de Lava Jato

Crusoé n° 437: Sensação de Lava Jato

Visualizar notícia
De Disney a Taylor Swift: como é barato corromper no Brasil

De Disney a Taylor Swift: como é barato corromper no Brasil

Visualizar notícia
Estrela sem brilho

Estrela sem brilho

Visualizar notícia
Gonet deveria ficar quieto e sair de fininho

Gonet deveria ficar quieto e sair de fininho

Visualizar notícia
Haddad fala em tirar "laranjas podres" do STF

Haddad fala em tirar "laranjas podres" do STF

Visualizar notícia
Já se distingue o réptil perfeitamente formado

Já se distingue o réptil perfeitamente formado

Visualizar notícia
Pelo fim das cotas femininas nas eleições

Pelo fim das cotas femininas nas eleições

Visualizar notícia
Por que alguns homens públicos querem ser milionários?

Por que alguns homens públicos querem ser milionários?

Visualizar notícia

Tags relacionadas

CBS

Cofins

governo federal

Paulo Guedes

PIS

reforma tributária

< Notícia Anterior

Governo estima rombo de R$ 787,4 bi nas contas públicas em 2020

22.07.2020 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Em novo recorde, Brasil contabiliza 67.860 casos de coronavírus em 24 horas

22.07.2020 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (0)

Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (0)


Notícias relacionadas

Crusoé n° 437: Sensação de Lava Jato

Crusoé n° 437: Sensação de Lava Jato

Redação Crusoé
12.09.2026 08:02 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Caiado questiona se “Careca do INSS” é sócio de Flávio

Caiado questiona se “Careca do INSS” é sócio de Flávio

Redação Crusoé
11.09.2026 17:30 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Haddad fala em tirar "laranjas podres" do STF

Haddad fala em tirar "laranjas podres" do STF

Redação Crusoé
11.09.2026 15:29 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Gonet deveria ficar quieto e sair de fininho

Gonet deveria ficar quieto e sair de fininho

Duda Teixeira
11.09.2026 15:17 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso