Flávio já começou a campanha pelo voto útil
O filho de Jair Bolsonaro tem se consolidado nas simulações de primeiro turno das principais sondagens eleitorais e ultrapassado Lula no segundo turno
A três semanas do primeiro turno, o candidato à Presidência do PL, Flávio Bolsonaro, já começou a campanha pelo voto útil.
"Não deixe para o 2º turno o que vc pode fazer no 1º", publicou o senador nos stories do Instagram.

Flávio Bolsonaro tem se consolidado nas simulações de primeiro turno das principais sondagens eleitorais.
Na pesquisa BTG/Nexus, Lula cresceu três pontos percentuais, passando de 39% para 42% das intenções de voto.
O filho de Jair Bolsonaro subiu dois pontos, avançando de 35% para 37%.
Em contrapartida, o escritor Augusto Cury (Avante), que já havia oscilado de 11% para 9%, agora tem 6% das intenções de voto.
Ronaldo Caiado (PSD) tem 5%; Renan Santos (Missão), 2%; Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP), 1% cada.
Brancos e nulos são 4%; indecisos, 2%.
Na Quaest, também divulgada nesta segunda, Flávio Bolsonaro está numericamente à frente de Lula (PT) no segundo turno.
Na semana passada, o petista e o filho de Jair Bolsonaro estavam empatados com 41% das intenções de voto.
Agora, Flávio subiu para 42%, enquanto Lula recuou para 40%.
Votos em branco, nulos e não vão votar se mantiveram em 13%.
Indecisos são 5%.
Onde Flávio está ganhando força
Flávio melhorou principalmente em três setores: mulheres, eleitores do Sudeste e aqueles que ganham entre 2 e 5 salários mínimos.
No início de agosto, Flávio tinha a preferência de 35% das mulheres em um eventual segundo turno.
Lula aparecia doze pontos à frente, com 47%.
Essa diferença diminuiu para três pontos. Lula agora aparece com 41% e Flávio com 38%.
Sudeste
Na região Sudeste, Flávio e Lula estavam praticamente empatados no início de agosto.
O senador tinha 40% e Lula 38% em um possível segundo turno.
Agora, Flávio abriu uma dianteira de dezesseis pontos: 47% contra 31% de Lula.
Entre 2 e 5 salários mínimos
Flávio também ampliou sua vantagem para Lula entre os brasileiros que ganham entre 2 e 5 salários mínimos.
Nesse público, ele tinha, no início de agosto, 43% dos votos em um eventual segundo turno. Subiu para 46%.
Lula caiu de 41% para 36%.
A diferença entre os dois candidatos subiu de dois para dez pontos percentuais.
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