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Diários

Líder iraniano faz política com morte de crianças

Ghalibaf divulga imagens de menores vítimas de bombardeio a caminho de negociações com os EUA

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João Pedro Farah
2 minutos de leitura 10.04.2026 19:53 comentários 1
Líder iraniano faz política com morte de crianças
Mohammad Bagher Ghalibaf/Reprodução.
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O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf (foto), publicou uma foto no X com a imagens de crianças vítimas de um bombardeio a uma escola primária feminina em Minab, no Irã.

Na imagem, ele aparece observando retratos de crianças dispostos nos assentos do avião que levou a delegação iraniana ao Paquistão.

"Meus companheiros de voo", escreveu na legenda.

Hoje, Ghalibaf é considerado uma das figuras mais influentes do regime, principalmente na interlocução com os Estados Unidos.

A delegação americana será liderada pelo vice-presidente JD Vance. Também estarão presentes Steve Witkoff, enviado especial de Trump, e Jared Kushner, genro do presidente.

Antes de embarcar para o Paquistão, ele afirmou que os Estados Unidos tentarão "manter uma negociação positiva".

“Se os iranianos estiverem dispostos a negociar de boa fé, certamente estaremos dispostos a estender-lhes a mão. Se tentarem nos enganar, a equipe de negociação não será muito receptiva ”, disse.

Bombardeio

O bombardeio ocorreu em 28 de fevereiro, no primeiro dia da guerra entre Estados Unidos e Irã.

Pelo menos 175 civis morreram, entre eles cerca de 100 crianças em idade escolar.

Fontes ligadas à investigação interna do Exército americano indicam que o ataque pode ter sido realizado pelos próprios EUA, embora a conclusão oficial ainda não tenha sido divulgada.

A conclusão, contudo, ainda não foi fechada.

O episódio foi condenado pelo Irã e por organizações de direitos humanos.

Hipocrisia

É fato que a morte de civis - ainda mais crianças - é reprovável independentemente de quem seja o responsável.

Ainda assim, chama atenção o uso político do episódio por Ghalibaf, integrante de um regime frequentemente notoriamente conhecido por repressão interna.

Nos protestos de janeiro, estimativas apontam que mais de 15 mil iranianos foram mortos pela ditadura teocrática.

Durante as manifestações, forças de segurança também detiveram adolescentes, levados a centros de detenção ou “reeducação”.

A indignação seletiva de Ghalibaf só comprova as reais intenções do regime iraniano.

Leia mais: O Irã venceu a guerra?

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Comentários (1)

André Miguel Fegyveres

2026-04-12 00:31:45

Quando os covardes ayatoilets irãnianos explodiram a embaixada israelense em Buenos Aires em 1992 mataram 32 pessoas e feriram dezenas de pessoas todos civis inocentes, depois, em 1994, também em Buenos Aires, explodiram a Amia - Associação Mutual Israelita Argentina, mataram 85 pessoas e feriram mais de 300 pessoas também todos civis inocentes, muitas pessoas eram transeuntes que por infelicidade passavam no local, assim sempre agiram os ayatoilets iranianos fora os milhares de vítimas destes assassinos em dezenas de anos desde 1979 quando tomaram o poder no Irã. Os ayatoilets xiitas iranianos são sanguinários cruéis contra sua própria população torturando e matando desde sempre e agora em janeiro estima-se que mataram de 15.000 a 40.000 civis que protestavam contra a falta de comida e de água. Eles começaram essa guerra e estão pedindo tregua pois estão perdendo...


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André Miguel Fegyveres

2026-04-12 00:31:45

Quando os covardes ayatoilets irãnianos explodiram a embaixada israelense em Buenos Aires em 1992 mataram 32 pessoas e feriram dezenas de pessoas todos civis inocentes, depois, em 1994, também em Buenos Aires, explodiram a Amia - Associação Mutual Israelita Argentina, mataram 85 pessoas e feriram mais de 300 pessoas também todos civis inocentes, muitas pessoas eram transeuntes que por infelicidade passavam no local, assim sempre agiram os ayatoilets iranianos fora os milhares de vítimas destes assassinos em dezenas de anos desde 1979 quando tomaram o poder no Irã. Os ayatoilets xiitas iranianos são sanguinários cruéis contra sua própria população torturando e matando desde sempre e agora em janeiro estima-se que mataram de 15.000 a 40.000 civis que protestavam contra a falta de comida e de água. Eles começaram essa guerra e estão pedindo tregua pois estão perdendo...



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