Crusoé
12.01.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
    • Entrevistas
    • O Caminho do Dinheiro
    • Ilha de Cultura
    • Leitura de Jogo
    • Crônica
    • Colunistas
    • Assine já
      • Princípios editoriais
      • Central de ajuda ao assinante
      • Política de privacidade
      • Termos de uso
      • Política de Cookies
      • Código de conduta
      • Política de compliance
      • Baixe o APP Crusoé
    E siga a Crusoé nas redes
    Facebook Twitter Instagram

    Secretário de Cultura sai por discordar do que considerou atos de censura

    O secretário especial de Cultura do Ministério da Cidadania, Henrique Medeiros Pires (foto), pediu demissão do cargo nesta quarta-feira, 21. O secretário-adjunto de Cultura, José Paulo Soares Martins, assumirá o cargo. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, Pires havia sido informado ainda na noite de ontem pelo ministro Osmar Terra de que seria demitido,...

    Redação Crusoé
    2 minutos de leitura 21.08.2019 16:07 comentários 10
    Henrique Medeiros Pires
    • Whastapp
    • Facebook
    • Twitter
    • COMPARTILHAR

    O secretário especial de Cultura do Ministério da Cidadania, Henrique Medeiros Pires (foto), pediu demissão do cargo nesta quarta-feira, 21. O secretário-adjunto de Cultura, José Paulo Soares Martins, assumirá o cargo.

    Segundo a assessoria de imprensa da pasta, Pires havia sido informado ainda na noite de ontem pelo ministro Osmar Terra de que seria demitido, por não estar "desempenhando as políticas propostas pela pasta".

    O secretário, porém, resolveu se antecipar e pediu exoneração no início da tarde desta quarta-feira, alegando discordância com o que classificou de atos de censura do governo.

    Hoje, por exemplo, o ministério publicou no Diário Oficial da União a suspensão, por 180 dias, da concorrência para produção de série com temática LGBT para TVs públicas.

    A assessoria de Terra, porém, diz que o ministro ficou "surpreso" com o fato de que o agora ex-secretário, até ser comunicado da sua demissão, não havia manifestado qualquer discordância à frente da secretaria.

    Gaúcho, Pires acompanhava Osmar Terra desde o governo Michel Temer, quando era chefe de gabinete do então Ministério do Desenvolvimento Social, então comandado .

    Diários

    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Redação Crusoé Visualizar

    Entenda o acordo entre Mercosul e União Europeia

    Redação Crusoé Visualizar

    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    João Pedro Farah Visualizar

    Jair Bolsonaro quer ver Youtube na SmartTV

    Duda Teixeira Visualizar

    Captura de Maduro deve reverberar nas eleições brasileiras de 2026

    Guilherme Resck Visualizar

    STF faz escola no CFM e no TCU

    Duda Teixeira Visualizar

    Mais Lidas

    A guerra dos reinos e as eleições 2026

    A guerra dos reinos e as eleições 2026

    Visualizar notícia
    A milícia digital Master

    A milícia digital Master

    Visualizar notícia
    Abra o bico, Maduro!

    Abra o bico, Maduro!

    Visualizar notícia
    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Visualizar notícia
    Maria Oropeza: uma das vítimas do totalitarismo de Maduro

    Maria Oropeza: uma das vítimas do totalitarismo de Maduro

    Visualizar notícia
    Modo eleição

    Modo eleição

    Visualizar notícia
    O enigma Delcy

    O enigma Delcy

    Visualizar notícia
    O tal do artista engajado

    O tal do artista engajado

    Visualizar notícia
    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    Visualizar notícia
    STF faz escola no CFM e no TCU

    STF faz escola no CFM e no TCU

    Visualizar notícia

    Tags relacionadas

    demissão

    Henrique Medeiros Pires

    Ministério da Cidadania

    Osmar Terra

    Secretaria da Cultura

    < Notícia Anterior

    Mantega terá de usar tornozeleira eletrônica

    21.08.2019 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    Próxima notícia >

    Recusa em adiar análise de expulsão de Aécio indica derrota de Doria no PSDB

    21.08.2019 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar

    Redação Crusoé

    Suas redes

    Twitter Instagram Facebook

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (10)

    Veronica

    2019-09-03 20:18:34

    Tem temas mais importantes a serem promovidos com dinheiro público


    Paulo

    2019-08-23 01:09:01

    Esse sujeito tem caráter duvidoso. Já sabia qual era a pauta do PSL sobre a Ancine , e quando é demitido resolve dar uma de iludido. Safado


    Mauro

    2019-08-22 18:08:25

    Não tem que bancar nenhum filme, tem que ter resultado. Empresta o dindin se tiver garantias, se não der resultado o filme, executa a garantia como qualquer área de iniciativa privada.


    umcvs

    2019-08-22 16:43:09

    Questões de aborto e cirurgias de mudança de sexo são mais complexas, mas a das artes não, filmes, peças de teatro, shows poderiam ser todos bancados via financiamento coletivo com a opção dos financiadores deduzirem no IR dentro de limites estabelecidos. O que não dá mais é pro coletivo ficar bancando temas e agendas que são periféricas e fogem do interesse 100% público.


    umcvs

    2019-08-22 16:38:02

    O sujeito é pobre e não tem como deduzir do IR? Ou não financia ou não deduz, ele já é beneficiado por não pagar IR, se quer ter a possibilidade de financiar e deduzir, então comece a ganhar mais. Veja que tal coisa nem precisa ser feita via Estado, basta uma legislação que permita a plataformas de financiamento coletivo uma opção de enviar a informação à RF e algum comprovante para o contribuinte ter como deduzir e comprovar depois a dedução.


    umcvs

    2019-08-22 16:33:28

    Na melhor das hipóteses, deveria ser a sociedade quem decide o que deve ser ou não financiado com dinheiro público, não um burocrata tentando avançar suas agendas. Por exemplo, querem que haja financiamento público de filmes? Então poderia ser feito uma espécie de financiamento coletivo em que cada cidadão arca com um determinado valor que depois poderá ser deduzido do IR. Quem quer filme com temática LGBT fica responsável e arca com o financiamento do filme.


    umcvs

    2019-08-22 16:27:14

    Desta forma, a complexidade que a pluralidade humana traz é reduzida a uma igualdade artificial que prega e tenta enquadrar todos em uma mesma matriz ancestral. Existe homem e mulher? Não, todos são bissexuais, pan ou seja o que for, portanto não faz sentido se falar de gênero, nem particularidades entre homens e mulheres. Este é o paradigma mais evidente, mas a lógica é aplicada a todo o resto (e marxismo é uma coisa, Marx é outra).


    umcvs

    2019-08-22 16:22:27

    Obviamente que o marxismo sabe que esta capacidade que o regime de mercado tem de atender a múltiplos interesses e agendas impõe ao Estado um desafio gigantesco, pois o gerenciamento de tudo isto dá forma mais eficiente por isto exige um alto grau de descentralização e especialização. Então o que ele faz, tenta transformar tudo em uma geleia amorfa, busca no primitivismo uma resposta e iguala todos por baixo em nossas condições mais animalescas possíveis.


    umcvs

    2019-08-22 16:17:45

    Exemplos simples, pq alguém que é contra o aborto deveria financiar com seus impostos a realização de abortos? Pq um evangélico deveria financiar com seus impostos temáticas LGBT. Em um cenário mais complexo, o cidadão deveria ter algum grau de liberdade para determinar onde o dinheiro dos impostos que ele paga seria aplicado (pelo menos o IR). Em essência, é para isto que o mercado existe, para atender demandas específicas que não apresentam caráter vital ou atendem o grosso da sociedade.


    umcvs

    2019-08-22 16:11:51

    Em uma sociedade aberta com cidadãos autônomos, cada um seria responsável por suas ações e sua própria subsistência, ao Estado caberia trabalhar para assegurar isto. Qualquer coisa que representasse questão periférica, privada ou de foro íntimo deveria ser realizada no âmbito privado. A falta de accountability, concentração do benefício com a dispersão dos custos levam a assimetrias e com grupos específicos tentando se valer do Estado para avançar com agendas que não tem apelo coletivo.


    Torne-se um assinante para comentar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (10)

    Veronica

    2019-09-03 20:18:34

    Tem temas mais importantes a serem promovidos com dinheiro público


    Paulo

    2019-08-23 01:09:01

    Esse sujeito tem caráter duvidoso. Já sabia qual era a pauta do PSL sobre a Ancine , e quando é demitido resolve dar uma de iludido. Safado


    Mauro

    2019-08-22 18:08:25

    Não tem que bancar nenhum filme, tem que ter resultado. Empresta o dindin se tiver garantias, se não der resultado o filme, executa a garantia como qualquer área de iniciativa privada.


    umcvs

    2019-08-22 16:43:09

    Questões de aborto e cirurgias de mudança de sexo são mais complexas, mas a das artes não, filmes, peças de teatro, shows poderiam ser todos bancados via financiamento coletivo com a opção dos financiadores deduzirem no IR dentro de limites estabelecidos. O que não dá mais é pro coletivo ficar bancando temas e agendas que são periféricas e fogem do interesse 100% público.


    umcvs

    2019-08-22 16:38:02

    O sujeito é pobre e não tem como deduzir do IR? Ou não financia ou não deduz, ele já é beneficiado por não pagar IR, se quer ter a possibilidade de financiar e deduzir, então comece a ganhar mais. Veja que tal coisa nem precisa ser feita via Estado, basta uma legislação que permita a plataformas de financiamento coletivo uma opção de enviar a informação à RF e algum comprovante para o contribuinte ter como deduzir e comprovar depois a dedução.


    umcvs

    2019-08-22 16:33:28

    Na melhor das hipóteses, deveria ser a sociedade quem decide o que deve ser ou não financiado com dinheiro público, não um burocrata tentando avançar suas agendas. Por exemplo, querem que haja financiamento público de filmes? Então poderia ser feito uma espécie de financiamento coletivo em que cada cidadão arca com um determinado valor que depois poderá ser deduzido do IR. Quem quer filme com temática LGBT fica responsável e arca com o financiamento do filme.


    umcvs

    2019-08-22 16:27:14

    Desta forma, a complexidade que a pluralidade humana traz é reduzida a uma igualdade artificial que prega e tenta enquadrar todos em uma mesma matriz ancestral. Existe homem e mulher? Não, todos são bissexuais, pan ou seja o que for, portanto não faz sentido se falar de gênero, nem particularidades entre homens e mulheres. Este é o paradigma mais evidente, mas a lógica é aplicada a todo o resto (e marxismo é uma coisa, Marx é outra).


    umcvs

    2019-08-22 16:22:27

    Obviamente que o marxismo sabe que esta capacidade que o regime de mercado tem de atender a múltiplos interesses e agendas impõe ao Estado um desafio gigantesco, pois o gerenciamento de tudo isto dá forma mais eficiente por isto exige um alto grau de descentralização e especialização. Então o que ele faz, tenta transformar tudo em uma geleia amorfa, busca no primitivismo uma resposta e iguala todos por baixo em nossas condições mais animalescas possíveis.


    umcvs

    2019-08-22 16:17:45

    Exemplos simples, pq alguém que é contra o aborto deveria financiar com seus impostos a realização de abortos? Pq um evangélico deveria financiar com seus impostos temáticas LGBT. Em um cenário mais complexo, o cidadão deveria ter algum grau de liberdade para determinar onde o dinheiro dos impostos que ele paga seria aplicado (pelo menos o IR). Em essência, é para isto que o mercado existe, para atender demandas específicas que não apresentam caráter vital ou atendem o grosso da sociedade.


    umcvs

    2019-08-22 16:11:51

    Em uma sociedade aberta com cidadãos autônomos, cada um seria responsável por suas ações e sua própria subsistência, ao Estado caberia trabalhar para assegurar isto. Qualquer coisa que representasse questão periférica, privada ou de foro íntimo deveria ser realizada no âmbito privado. A falta de accountability, concentração do benefício com a dispersão dos custos levam a assimetrias e com grupos específicos tentando se valer do Estado para avançar com agendas que não tem apelo coletivo.



    Notícias relacionadas

    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Redação Crusoé
    10.01.2026 07:27 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Entenda o acordo entre Mercosul e União Europeia

    Entenda o acordo entre Mercosul e União Europeia

    Redação Crusoé
    09.01.2026 19:11 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    João Pedro Farah
    09.01.2026 18:16 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Jair Bolsonaro quer ver Youtube na SmartTV

    Jair Bolsonaro quer ver Youtube na SmartTV

    Duda Teixeira
    09.01.2026 17:05 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Crusoé
    o antagonista
    Facebook Twitter Instagram

    Acervo Edição diária Edição Semanal

    Redação SP

    Av Paulista, 777 4º andar cj 41
    Bela Vista, São Paulo-SP
    CEP: 01311-914

    Acervo Edição diária

    Edição Semanal

    Facebook Twitter Instagram

    Assine nossa newsletter

    Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

    Crusoé, 2026,
    Todos os direitos reservados
    Com inteligência e tecnologia:
    Object1ve - Marketing Solution
    Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso