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    Conselheiro de Putin questiona legalidade da dissolução da União Soviética

    Anton Kobjakow argumentou que o Soviete Supremo, que tomou a decisão de dissolver a união em 1991, não tinha autoridade para fazê-lo

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    Redação Crusoé
    3 minutos de leitura 23.05.2025 12:59 comentários 2
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    A nostalgia pela era soviética permanece profundamente enraizada na sociedade russa, mesmo após a dissolução da União Soviética em 1991.

    Este sentimento não se restringe apenas ao cidadão comum, mas também permeia as esferas políticas e administrativas do país, onde alguns líderes demonstram um desejo de reviver aspectos do passado soviético.

    O legado da União Soviética evoca reações ambivalentes: enquanto alguns anseiam por tempos que consideram mais favoráveis, outros lutam contra as memórias de violência e repressão associadas a esse período histórico.

    Essa dualidade reflete uma sociedade que ainda não conseguiu se desvincular completamente de sua herança soviética.

    A teoria de Kobjakow

    Recentemente, um conselheiro de Vladimir Putin, Anton Kobjakow, questionou a legalidade da dissolução da União Soviética, propondo que ela ainda existe de alguma forma.

    Durante o Fórum Internacional de Juristas em São Petersburgo, Kobjakow afirmou que a dissolução não seguiu os procedimentos jurídicos corretos e insinuou que especialistas em direito constitucional, tanto na Rússia quanto no Ocidente, sustentam essa visão.

    Segundo Kobjakow, a União Soviética foi fundada em 1922 pelo Primeiro Conselho Geral dos Sovietes e deveria ter sido dissolvida pelo mesmo órgão.

    Ele argumentou que o Soviete Supremo, que tomou a decisão de dissolver a união em 26 de dezembro de 1991, não possuía autoridade para fazê-lo.

    O acordo de Belavezha

    Além disso, o Acordo de Belavezha, que formalizou o fim da União Soviética entre os líderes da Rússia, Ucrânia e Bielorrússia, teria sido ratificado, segundo ele, por entidades não autorizadas.

    No entanto, a teoria de Kobjakow foi contestada pela jurista constitucional Jelena Lukjanowa, que vive no exílio na Letônia.

    Ela criticou sua interpretação da fundação da União Soviética e esclareceu que esta foi estabelecida por delegados das repúblicas soviéticas antes da sessão do Conselho Geral dos Sovietes.

    Lukjanowa também destacou que as normas sobre a revogação de tratados foram formalizadas apenas em 1969, portanto não se aplicam retroativamente ao ato de fundação da União Soviética.

    Embora concorde que o acordo de Belavezha é juridicamente controverso, Lukjanowa reafirmou que a União Soviética já não existe mais.

    Relação com a guerra na Ucrânia

    A provocativa afirmação de Kobjakow provocou espanto e reflete uma tentativa velada de desafiar a independência da Ucrânia.

    Ele insinuou que se a União Soviética não foi dissolvida corretamente, então os conflitos atuais na Ucrânia devem ser considerados como questões internas da Rússia.

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    Comentários (2)

    ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO

    2025-05-24 10:15:14

    Certo fez a Finlândia em correr logo para o "guarda-chuva" da OTAN, afinal fez parte do Império da Rússia entre 1809 e 1917.


    Denise Pereira da Silva

    2025-05-23 16:43:22

    Será que alguém em sã consciência ainda acredita que Putin vai parar de avançar se tiver sucesso em ocupar a Ucrânia?


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    Comentários (2)

    ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO

    2025-05-24 10:15:14

    Certo fez a Finlândia em correr logo para o "guarda-chuva" da OTAN, afinal fez parte do Império da Rússia entre 1809 e 1917.


    Denise Pereira da Silva

    2025-05-23 16:43:22

    Será que alguém em sã consciência ainda acredita que Putin vai parar de avançar se tiver sucesso em ocupar a Ucrânia?



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