Crusoé
10.01.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
    • Entrevistas
    • O Caminho do Dinheiro
    • Ilha de Cultura
    • Leitura de Jogo
    • Crônica
    • Colunistas
    • Assine já
      • Princípios editoriais
      • Central de ajuda ao assinante
      • Política de privacidade
      • Termos de uso
      • Política de Cookies
      • Código de conduta
      • Política de compliance
      • Baixe o APP Crusoé
    E siga a Crusoé nas redes
    Facebook Twitter Instagram
    Diários

    ONU é marginalizada na solução para o Líbano

    Estados Unidos vão comandar comitê de cinco membros, que ficará encarregado de impedir retorno do Hezbollah ao sul do Líbano

    avatar
    Duda Teixeira
    3 minutos de leitura 27.11.2024 13:03 comentários 3
    Foto: Pasqual Gorriz/ONU
    • Whastapp
    • Facebook
    • Twitter
    • COMPARTILHAR

    O anúncio de um cessar-fogo de 60 dias entre Israel e o grupo terrorista libanês Hezbollah tem uma grande novidade: a ONU ficou em segundo plano na busca de uma solução.

    A marginalização da ONU no Líbano abre a possibilidade de que uma solução parecida seja encontrada na Faixa de Gaza.

    No acordo que entrou em vigor nesta quarta, 27, a retirada dos terroristas do Hezbollah do sul do Líbano e o deslocamento de 5 mil soldados do Exército libanês para a região serão monitorados por um comitê formado por cinco membros, comandados pelos Estados Unidos.

    Os cinco membros são os Estados Unidos, a França (que já exerceu um mandato na região), o Líbano, Israel e a Unifil — a força multinacional temporária da ONU criada em 1978 e da qual o Brasil faz parte, não terá um papel.

    Israel ainda manterá o direito de atacar alvos no sul do Líbano caso veja "ameaças imediatas".

    Sai da frente, ONU

    O novo desenho coloca Estados Unidos e França acima da Unifil.

    O objetivo é fazer agora aquilo que a Unifil foi incapaz de realizar no passado.

    Em 2006, a ONU aprovou a Resolução 1701, para acabar com a Segunda Guerra do Líbano e permitir a retirada das forças israelenses do país.

    O documento estabelecia que o Hezbollah deveria sair da região entre o rio Litani e a fronteira com Israel.

    O vácuo seria preenchido pelas Forças Armadas do Estado libanês e das forças de paz da Unifil.

    Foi uma decepção.

    Hezbollah

    Desde 2006, o Hezbollah construiu túneis, armazéns de armas e alojamentos no sul do Líbano.

    A Unifil foi conivente com essa expansão dos terroristas. 

    As Forças Armadas do país mal conseguiram se estabelecer nesse território.

    Com isso, o grupo terrorista foi capaz de construir uma infraestrutura militar, que tem sido usada para atacar Israel.

    Solução

    O cessar-fogo de agora tenta fazer com que os objetivos da antiga Resolução 1701 sejam cumpridos.

    O acordo, aliás, só foi anunciado depois que as tropas israelenses conseguiram chegar às margens do rio Litani, que marca o limite permitido para atuação do Hezbollah.

    A diferença é que, enquanto em 2006 a responsabilidade para impedir o Hezbollah ficava só com a Unifil, agora ficará com o comitê de cinco membros.

    UNRWA

    Com a Unifil deixada de lado na solução para o Líbano, agora é esperar para ver se a Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA) também será relegada a segundo plano no pós-guerra da Faixa de Gaza.

    Diários

    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Redação Crusoé Visualizar

    Entenda o acordo entre Mercosul e União Europeia

    Redação Crusoé Visualizar

    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    João Pedro Farah Visualizar

    Jair Bolsonaro quer ver Youtube na SmartTV

    Duda Teixeira Visualizar

    Captura de Maduro deve reverberar nas eleições brasileiras de 2026

    Guilherme Resck Visualizar

    STF faz escola no CFM e no TCU

    Duda Teixeira Visualizar

    Mais Lidas

    A milícia digital Master

    A milícia digital Master

    Visualizar notícia
    Abra o bico, Maduro!

    Abra o bico, Maduro!

    Visualizar notícia
    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Visualizar notícia
    Europa: o MDB do plano internacional

    Europa: o MDB do plano internacional

    Visualizar notícia
    Maria Oropeza: uma das vítimas do totalitarismo de Maduro

    Maria Oropeza: uma das vítimas do totalitarismo de Maduro

    Visualizar notícia
    Modo eleição

    Modo eleição

    Visualizar notícia
    O enigma Delcy

    O enigma Delcy

    Visualizar notícia
    O tal do artista engajado

    O tal do artista engajado

    Visualizar notícia
    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    Visualizar notícia
    STF faz escola no CFM e no TCU

    STF faz escola no CFM e no TCU

    Visualizar notícia

    Tags relacionadas

    Guerra

    Israel

    Líbano

    ONU

    Unifil

    UNRWA

    < Notícia Anterior

    A confissão de fake news de Mauro Cid

    27.11.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    Próxima notícia >

    EUA fecham cerco a alto escalão da ditadura de Maduro

    27.11.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    author

    Duda Teixeira

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (3)

    Amaury G Feitosa

    2024-12-02 10:09:18

    Ué ainda existe a tal ridícula ONU? Israel faz bem em cagar quilo e meio prá eles ... e que venha a paz justa a todos, difícil mas não impossível afinal cacete no lombo ou no rabo só não é santo mas milagres obra,.


    MARCOS

    2024-11-28 18:22:52

    CORRETÍSSIMA DECISÃO JÁ QUE A ONU ESTÁ "VENDIDA" AOS TERRORISTAS APOIADOS PELO ALMAGRO.


    Francisco fontenele tahim

    2024-11-27 15:56:55

    Força, Israel. Se os terrorista voltarem, a solucao é uma bomba atomica o sul do liba o, uma em gaza e duas no Irã. Sem mais delongas.


    Torne-se um assinante para comentar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (3)

    Amaury G Feitosa

    2024-12-02 10:09:18

    Ué ainda existe a tal ridícula ONU? Israel faz bem em cagar quilo e meio prá eles ... e que venha a paz justa a todos, difícil mas não impossível afinal cacete no lombo ou no rabo só não é santo mas milagres obra,.


    MARCOS

    2024-11-28 18:22:52

    CORRETÍSSIMA DECISÃO JÁ QUE A ONU ESTÁ "VENDIDA" AOS TERRORISTAS APOIADOS PELO ALMAGRO.


    Francisco fontenele tahim

    2024-11-27 15:56:55

    Força, Israel. Se os terrorista voltarem, a solucao é uma bomba atomica o sul do liba o, uma em gaza e duas no Irã. Sem mais delongas.



    Notícias relacionadas

    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Crusoé nº 402: Abra o bico, Maduro!

    Redação Crusoé
    10.01.2026 07:27 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Entenda o acordo entre Mercosul e União Europeia

    Entenda o acordo entre Mercosul e União Europeia

    Redação Crusoé
    09.01.2026 19:11 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    Rubio e Trump avaliam cenário de Cuba após queda de Maduro

    João Pedro Farah
    09.01.2026 18:16 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Jair Bolsonaro quer ver Youtube na SmartTV

    Jair Bolsonaro quer ver Youtube na SmartTV

    Duda Teixeira
    09.01.2026 17:05 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Crusoé
    o antagonista
    Facebook Twitter Instagram

    Acervo Edição diária Edição Semanal

    Redação SP

    Av Paulista, 777 4º andar cj 41
    Bela Vista, São Paulo-SP
    CEP: 01311-914

    Acervo Edição diária

    Edição Semanal

    Facebook Twitter Instagram

    Assine nossa newsletter

    Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

    Crusoé, 2026,
    Todos os direitos reservados
    Com inteligência e tecnologia:
    Object1ve - Marketing Solution
    Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso