É cientificamente comprovado que fatores como a uma alimentação de baixa qualidade e a solidão podem trazer sérios prejuízos ao organismo. Entretanto, um estudo recente revelou os impactos de um hábito ainda pior.
Isso porque, de acordo com uma análise realizada por cientistas da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, a falta de sono figura em uma posição alta entre os principais fatores que afetam diretamente a expectativa de vida.
Os pesquisadores avaliaram dados de mais de 3 mil pacientes, coletados pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), e conseguiram identificar uma relação entre o descanso insuficiente com a redução da longevidade.
Vale lembrar que o sono é tão importante quanto a hidratação e a alimentação, já que representa uma fase crucial da restauração do organismo, pois permite que órgãos, células e tecidos se recuperem plenamente para continuarem funcionando adequadamente.
Quando o ciclo de descanso é interrompido com frequência, o corpo não consegue se revigorar totalmente, e isso resulta em uma perda literal de anos de vida, sobretudo por favorecer o surgimento de diversas doenças perigosas.
Prolongando o tempo de vida: como dormir melhor
Uma boa noite de sono pode ser afetada por diversos fatores, como a má alimentação e o estresse. Portanto, para dormir melhor e, consequentemente, estender o tempo de vida, é essencial adotar os seguintes hábitos para reduzir esses impactos:
- Definir um horário consistente: dormir e acordar no mesmo horário todos os dias, incluindo nos fins de semana, para regular o relógio biológico;
- Praticar a higiene do sono: antes de deitar, evitar telas (celulares, TV, etc.), refeições pesadas, cafeína e bebidas alcoólicas;
- Realizar rituais de relaxamento: meditar, ouvir músicas suaves ou até mesmo tomar um banho quente podem estimular o sono;
- Garantir um ambiente confortável: além de reduzir as luzes, manter o quarto silencioso e com temperatura agradável para favorecer o relaxamento.




