O Ministério da Saúde confirmou que o Brasil enfrenta um aumento de casos de mpox, totalizando 81 ocorrências até o momento. Os dados indicam que São Paulo é o estado mais afetado, seguido pelo Rio de Janeiro.
Os casos foram identificados principalmente por exames clínicos e laboratoriais, com a maioria apresentando evolução clínica leve a moderada. Em 2025, o país registrou mais de 1.000 casos, o que reforça a necessidade de vigilância.
O que é a mpox?
A mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma infecção viral que afeta pessoas de todas as idades. Os sintomas iniciais incluem febre, dores de cabeça, dores musculares, cansaço e linfadenopatias, com lesões cutâneas características podem surgir depois.
O vírus é transmitido por contato próximo, seja por feridas na pele ou fluidos corporais. Casos graves podem ocorrer em grupos mais vulneráveis, como pessoas com comprometimento imunológico.
Distribuição geográfica da mpox no Brasil
Além de São Paulo e Rio de Janeiro, outros estados também reportaram casos: Rondônia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Paraná.
O Ministério da Saúde continua a monitorar a situação, priorizando a identificação precoce e o manejo clínico. O rastreamento de contatos é uma parte essencial do esforço para conter a doença.
Medidas de prevenção
A responsabilidade pela contenção da mpox não recai apenas sobre o governo e as instituições de saúde. A população também deve adotar medidas preventivas, como evitar contato direto com lesões de pele e manter boas práticas de higiene.
O Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para detectar e tratar os casos de mpox. A vigilância epidemiológica trabalha em conjunto com estados e municípios para fortalecer a rede de resposta e interromper cadeias de transmissão.
Embora a maioria dos casos até o momento sejam leves, o risco de complicações graves em grupos vulneráveis requer atenção.
O Ministério da Saúde recomenda o autoisolamento (isolamento domiciliar) para quem apresenta sintomas suspeitos e busca por avaliação clínica para efetivar a contenção da transmissão.
A vigilância e a colaboração da população são essenciais para controlar o avanço da mpox no Brasil. Manter-se informado e participar nas medidas de prevenção são passos essenciais para evitar um aumento nos casos.




