Um caso surpreendente envolve um americano que fingiu sua própria morte para recomeçar a vida. Ryan Borgwardt, de 45 anos, chocou o estado de Wisconsin em agosto de 2024, ao falsamente simular um afogamento durante um passeio de caiaque no lago Green.
Meses depois, ele foi capturado na Europa. A investigação revelou que a suposta morte era parte de um plano elaborado para iniciar uma nova vida ao lado de uma mulher que conheceu online, oriunda do Uzbequistão.
Fuga minuciosamente planejada
Após deixar seu caiaque e pertences no lago, Borgwardt fugiu de bicicleta elétrica até Madison, a 100 quilômetros de distância.
De Madison, ele pegou um ônibus para Detroit, cruzou a fronteira para o Canadá e voou para Paris, antes de se estabelecer na Geórgia, no Leste Europeu.
Enquanto isso, as autoridades de Wisconsin conduziam buscas intensivas acreditando que ele estava morto.
Consequências legais e na vida pessoal
A operação para encontrar Borgwardt foi extensa e custosa, envolvendo mergulhadores e sonares, com gastos que ultrapassaram 50 mil dólares. No final de agosto deste ano, ele foi condenado a 89 dias de prisão por obstruir a justiça. Além disso, Borgwardt foi responsabilizado a reembolsar 30 mil dólares pelos esforços de busca.
Emily, sua esposa por 22 anos, pediu o divórcio quatro meses após o retorno dele, alegando que o casamento estava insustentável. Antes de sua simulação de morte, Borgwardt havia revertido uma vasectomia, indicando sua intenção de começar uma nova família com sua amante e, ainda, contratou um seguro de vida no valor de 375 mil dólares.
Com seu retorno aos Estados Unidos, Borgwardt afirmou arrepender-se das ações que prejudicaram profundamente sua família e amigos. As consequências não foram apenas legais, mas também tiveram um impacto emocional e financeiro significativos na sua família.




