Embora quase cinco anos tenham se passado desde o ápice da pandemia, o COVID-19 permanece sendo um grande desafio para a medicina, uma vez que seus sintomas ainda não são totalmente compreendidos.
Enquanto alguns pacientes relatam efeitos como coriza, congestão nasal, dores no corpo e de garganta, a Organização Mundial da Saúde (OMS) também destaca a dificuldade respiratória como um dos sinais mais significativos da doença.
E apesar de frequentemente também aparecer associada aos sintomas da doença, a tosse, isoladamente, não deve ser interpretada como um indicativo de COVID-19, pois segundo especialistas, não há regra específica neste caso.
Isso porque, de acordo com médicos do Hospital Oswaldo Cruz, a tosse pode indicar tanto a COVID-19 quanto resfriados comuns. Além disso, vale destacar que há registros de casos de COVID-19 em que a tosse está ausente.
Desta forma, para saber se o sintoma pode estar associado com a doença, é preciso analisar se ele surge associada a algum outro indício de COVID-19. E a resposta final sobre a contaminação só será definida após a realização de um teste.
Tratamento para COVID-19: como aliviar os sintomas?
Até o momento, a vacinação continua sendo a principal ferramenta de proteção contra os efeitos do COVID-19, prevenindo que os sintomas se agravem a ponto de causar óbito. Entretanto, para algumas pessoas, eles ainda podem ser intensos.
Nestes casos, como ainda não existe nenhum tratamento específico, a principal indicação inclui repouso e ingestão de líquidos, para assim garantir que o corpo se mantenha forte para resistir à ação do coronavírus.
Em certos casos, o uso de medicamentos antitérmicos e analgésicos podem auxiliar com dores e febre, desde que sejam recomendados por especialistas. Além disso, banhos quentes e umidificadores podem aliviar as tosses e dores de garganta.
Se os sintomas se intensificarem ainda mais, é essencial procurar o sistema de saúde para a realização de exames detalhados e a aplicação de tratamentos mais eficazes contra a doença.




