Em Campo Grande, uma farmácia precisou ser interditada por meio da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária. O que motivou foi a possibilidade de estarem disponibilizando remédios para emagrecer.
Tendo a proibição quanto a esses métodos, eles são somente para uso em hospitais. A ação ainda concluiu que poderiam colocar as pessoas em risco.
Denominada “Galeno”, esta é sobre uma série de investigações por parte do Conselho Regional de Farmácia, da Polícia Civil, do Procon/MS e da Vigilância Sanitária.
A fiscalização
Foram precisos cerca de 11 mandados de apreensão, que aconteceram em casas e comércios, tendo ligação com todos os que estavam sendo investigados. Ainda sobre isso, existe a possibilidade de terem vínculos em um grupo de troca de mensagens, o “Farmácia Livre”.
Agentes localizaram em carros alguns medicamentos que estavam guardados inadequadamente. Para isso, é preciso que eles estejam em temperaturas adequadas, sem alterar o efeito dos mesmos. Nesse escândalo na saúde pública, na farmácia interditada, havia também comidas vencidas.
Quanto aos remédios, eles não tinham comprovações nem indicativos de suas respectivas origens. Além daquilo que comercializam quanto ao emagrecimento, tudo que foi encontrado na farmácia se enquadrava como crime, especialmente por ir contra o uso adequado daquilo que deveria ajudar as pessoas.
Sobre o dono do estabelecimento, que foi visto diante do escândalo público, foi levado para a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon). Categorizando o flagra, é possível que responda pela venda proibida, sendo os medicamentos aqueles que violam as determinações sanitárias.
O recomendado é saber de onde vêm determinados medicamentos, sendo o caso da farmácia interditada um escândalo público. Por isso, as pessoas devem analisar não só as validades, mas também comprar em lugares que sejam realmente regularizados. Sendo assim, é fundamental que os órgãos atuem em conjunto para evitar danos à saúde.