O bilionário Tim Boyle, CEO da Columbia Sportswear, lançou uma proposta intrigante, um prêmio de US$ 3 bilhões para quem conseguir uma foto da “borda da Terra“.
Anunciado no estado do Oregon (EUA), o desafio faz parte da campanha de marketing “Expedição Impossível”. A ideia é capturar um “fim físico e visível” do planeta.
O escopo da campanha
A Columbia Sportswear, com essa estratégia, tem como objetivo aumentar sua visibilidade. Para a validação da fotografia, os participantes devem apresentar evidências sólidas de um fim terrestre, como um precipício infinito.
A empresa estipulou que imagens de penhascos comuns ou objetos que possam parecer o “fim” de maneira convencional não serão aceitas. Tudo aponta para um movimento mais de provocação do que de credibilidade da teoria terraplanista.
Repercussão pública e o papel da ciência
A campanha da Columbia gerou um misto de ceticismo e humor, especialmente em fóruns online. Muitos enxergam essa iniciativa como uma crítica às teorias conspiratórias e à desinformação.
Toda a situação se desenrola em meio a uma longa história de debates sobre a esfericidade da Terra, estabelecida há milênios por filósofos e cientistas.
Estudos científicos confirmam que a Terra é esférica. Provas, como a sombra da Terra na Lua durante um eclipse e as imagens de satélites, sustentam essa verdade há tempos.
A proposta de US$ 3 bilhões de Tim Boyle trouxe à tona discussões e debates intensos, mesmo que a entrega efetiva do prêmio seja improvável.




