Por mais que o mercado de veículos eletrificados esteja em crescimento no país, a grande maioria dos carros e motocicletas em circulação no Brasil ainda é movida a combustível fóssil, como gasolina, diesel e etanol.
Desta forma, as redes de postos de gasolina continuam sendo cruciais na atualidade. Mas, apesar de sua importância, estes estabelecimentos nem sempre conseguem garantir segurança para os condutores, que ficam expostos à diversas fraudes.
Explorando fatores como a fragilidade na fiscalização e a falta de informação da população, golpistas colocam diversas práticas fraudulentas em ação, que vão desde a adulteração de bombas e combustíveis à venda de produtos duvidosos.
Por conta disso, na hora de abastecer o veículo, é fundamental que os condutores tenham um critério apurado para evitar dores de cabeça. E as seguintes dicas podem ser essenciais para garantir isso:
- Conhecer o carro: saber exatamente quantos litros cabem no tanque para evitar cobranças indevidas;
- Se atentar aos preços: verificar a média de valores do mercado para saber identificar possíveis ofertas fraudulentas. Além disso, sempre confirmar se o preço anunciado na tabela do posto é o mesmo da bomba;
- Planejar viagens: definir o consumo ideal para evitar postos desconhecidos;
- Escolher o posto: sempre optar por abastecer em postos confiáveis, ainda que sem bandeira;
- Evitar ofertas mirabolantes: desconfiar de preços extremamente baixos de combustíveis que, geralmente, são mais caros;
- Descer do carro: sair do veículo para analisar os detalhes do posto, tendo assim uma noção de confiabilidade mais assertiva.
Como denunciar postos de gasolina fraudulentos?
Ao identificar indícios de fraude em um posto de combustível, o mais adequado é deixar o local imediatamente, evitando qualquer utilização dos produtos oferecidos. Em seguida, é fundamental registrar denúncia para que o estabelecimento seja devidamente fiscalizado.
A denúncia pode ser feita através dos canais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Procon, Instituto Combustível Legal, Reclame Aqui, entre outros.
Em situações em que o consumidor já utilizou algum produto do estabelecimento, é recomendável ter em mãos a nota fiscal e, se possível, identificar a bomba utilizada, de modo a viabilizar a análise para eventual ressarcimento ou indenização.




