Algumas etapas são fundamentais para renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Com isso, referem-se aos exames que devem ser feitos.
Não contendo somente a comprovação dos fatores oftalmológicos, alguns deles afetam a condução de um carro.
Quanto ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran), este conta com pessoas designadas para cumprir seus respectivos papéis quanto à segurança das vias.
As restrições
São muitos os questionamentos quanto às proibições, onde o Dr. Flávio Adura disse ao Autoesporte: “Certas patologias oftalmológicas limitam ou proíbem a emissão da CNH de um paciente. Aqui podemos enumerar catarata, glaucoma e até doenças na retina. Em quadros muito avançados, o risco de sinistros é alto”.
Como parte da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), ele já atuou por cerca de 40 anos na Câmara Temática de Saúde, que age em conjunto com o Contran. Ainda sobre a não renovação da carteira de motorista, existem algumas categorias. Estas são apto, apto, mas com algumas restrições, inapto e inapto definitivo.
A primeira diz respeito às possibilidades de dirigir. Na outra, a pessoa precisa de óculos, lentes ou algumas adaptações. Essas podem ser, por exemplo, itens para audição. Continuando, a seguinte é para algo que pode ser combatido por meio de cirurgia ou algum tratamento específico. A última é sobre a permanência de alguma condição que limite o ato de conduzir um volante.
Na função otorrinolaringológica, Adura falou: “Audição não é tão importante quanto a visão, mas ainda é fundamental para detectar sinais de alerta, buzinas, cancelas e sirenes”. Ao se referir a uma pessoa que é surda, ela não pode ser aprovada, especialmente porque está proibida de dirigir pela categoria C. Essa, por sua vez, é sobre caminhões, vans, entre outros.
Sobre a questão cardiológica, ele ainda disse: “A principal doença orgânica causadora de acidentes fatais no trânsito é o mal súbito por condições cardiológicas”. Continuando: “Aqui podemos enumerar arritmias, dores torácicas, infartos e outras doenças arteriais coronarianas”.