Estêvão ficou fora da lista de convocados da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo 2026 por causa de uma lesão séria na coxa direita, sofrida em partida pelo Chelsea contra o Manchester United na Premier League. O jovem de 19 anos entrou em campo pela última vez em 18 de abril e atuou menos de 20 minutos naquela ocasião.
O diagnóstico apontou ruptura de 80% do bíceps femoral. A recomendação inicial dos médicos e da diretoria do Chelsea era cirurgia, mas Estêvão optou por um caminho diferente, junto com os pais.
A decisão e o resultado
O atacante escolheu o tratamento conservador, sem cirurgia. A previsão para esse tipo de lesão era que ele voltasse a jogar no início de agosto. A escolha pelo tratamento não-cirúrgico foi evitar meios invasivos, mesmo que a cirurgia fosse garantir um resultado e recuperação mais rápidos. No entanto, o que ninguém esperava era o que a segunda ressonância revelaria.
Durante um testemunho na Igreja Visão do Evangelho, em Franca, interior de São Paulo, o jogador contou que o médico não conseguia explicar o que as imagens mostravam: sem sinais visíveis da lesão, bem antes do prazo esperado. O profissional teria reconhecido que a recuperação estava além do esperado e elogiado a decisão do atleta.
Recuperação no Palmeiras
Parte do processo de reabilitação aconteceu na estrutura do Palmeiras, clube onde Estêvão foi revelado. O Chelsea autorizou o uso das instalações do time brasileiro durante esse período. De acordo com analistas, se não fosse pela lesão, a teoria é que Estevão teria sido “sem dúvidas” convocado para a Seleção Brasileira por Carlo Ancelotti.
Mesmo fora da Copa, o nome do atacante segue em evidência. Para especialistas, Estevão está entre as maiores promessas do futebol mundial e deve retornar aos gramados bem antes do que qualquer prognóstico inicial indicava.




