Crusoé
01.03.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Crônica
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram
Diários

Senador apresenta projeto de lei para blindar Pix contra taxações

Plínio Valério (PSDB-AM) repete no projeto uma previsão que ele incluiu também na PEC da autonomia orçamentária do Banco Central

avatar
Guilherme Resck
3 minutos de leitura 23.08.2025 14:00 comentários 0
Senador apresenta projeto de lei para blindar Pix contra taxações
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) protocolou nesta semana, no Senado, um projeto de lei que protege e blinda o Pix contra eventuais taxações.

O parlamentar repete no projeto uma previsão que ele incluiu também, por meio do seu último relatório, na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da autonomia financeira e orçamentária do Banco Central (BC).

Assim como a PEC, o texto apresentado nesta semana diz que compete exclusivamente ao Banco Central a regulação e operação do arranjo de pagamentos Pix e da sua infraestrutura operacional. Além disso, novamente, que essa competência não pode ser delegada a outra entidade e que a operação e a regulamentação do Pix observarão diferentes princípios que o texto elenca, incluindo gratuidade de uso por pessoas físicas.

Os outros princípios que a PEC e o projeto determinam que sejam observados são: acesso não discriminatório aos seus serviços e à infraestrutura necessária ao seu funcionamento; eficiência dos serviços; e segurança em seu uso.

"O Pix, arranjo de pagamento instituído pelo Banco Central do Brasil por meio da Resolução BCB nº 1, de 12 de agosto de 2020, tornou-se uma das inovações mais relevantes no sistema de pagamentos brasileiro", afirma Plínio na justificativa do projeto.

Porém, pontua o senador, diante do sucesso do sistema e do interesse crescente sobre sua governança e seus dados, "torna-se urgente garantir que o Pix permaneça gratuito e sob responsabilidade exclusiva do Banco Central".

"Atualmente, o regime jurídico aplicável ao Pix encontra-se estabelecido em norma infralegal que, embora assegure seu pleno funcionamento, permanece suscetível a alterações com relativa facilidade".

Ele prossegue:  "A título de exemplo, para acabar com a gratuidade do Pix para pessoas físicas, basta uma alteração de um normativo infralegal. Essa blindagem é necessária para evitar riscos de fragmentação, privatização, captura comercial, ou ingerência indevida por outros entes - públicos ou privados - que possam comprometer sua gratuidade, sua segurança e sua acessibilidade universal".

O senador afirma ainda que o projeto de lei está plenamente alinhado com os princípios constitucionais da eficiência administrativa e responde aos desafios contemporâneos de soberania digital e proteção de dados.

Mais fácil para aprovar

A Mesa Diretora do Senado ainda precisa definir por quais comissões o projeto vai tramitar. De todo modo, tende a ser mais fácil para o Congresso aprovar uma lei do que uma PEC. Um dos motivos é quantidade de votos necessários para aprovação no plenário.

Enquanto uma PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis no Senado, em dois turnos de votação, e 308 votos na Câmara, também em dois turnos, um projeto é aprovado com maioria de votos (maioria simples), desde que esteja presente no plenário a maioria absoluta dos senadores (41) e dos deputados (257).

Além disso, no caso da PEC relatada por Plínio, ela não trata apenas do Pix. Ela é mais ampla, e seu objetivo principal é conceder autonomia financeira e orçamentária ao BC. Atualmente, o texto encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, aguardando ser pautada para votação.

Diários

Crusoé nº 409: O antilula

Redação Crusoé Visualizar

Ex-reféns israelenses e a informação filtrada no cativeiro

João Pedro Farah Visualizar

Gilmar, Toffoli e o Supremo que perdeu o pudor

Wilson Lima Visualizar

Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Redação Crusoé Visualizar

Por que a PF não indiciou o desembargador que relatava o caso TH Joias

Redação Crusoé Visualizar

O que já se sabe sobre Lulinha e os desvios do INSS

Duda Teixeira Visualizar

Mais Lidas

A mãe de todas as reformas

A mãe de todas as reformas

Visualizar notícia
A raiz psicológica das ideologias políticas

A raiz psicológica das ideologias políticas

Visualizar notícia
Alcolumbre vai matar no peito e anular a quebra de sigilo bancário de Lulinha?

Alcolumbre vai matar no peito e anular a quebra de sigilo bancário de Lulinha?

Visualizar notícia
Casal presidencial

Casal presidencial

Visualizar notícia
Ex-reféns israelenses e a informação filtrada no cativeiro

Ex-reféns israelenses e a informação filtrada no cativeiro

Visualizar notícia
Gilmar, Toffoli e o Supremo que perdeu o pudor

Gilmar, Toffoli e o Supremo que perdeu o pudor

Visualizar notícia
Meu Mounjaro; minha vida. Versão partido Missão

Meu Mounjaro; minha vida. Versão partido Missão

Visualizar notícia
Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Visualizar notícia
O Judiciário e as razões que a razão jurídica desconhece

O Judiciário e as razões que a razão jurídica desconhece

Visualizar notícia
O que já se sabe sobre Lulinha e os desvios do INSS

O que já se sabe sobre Lulinha e os desvios do INSS

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Banco Central

Pix

Plinio Valerio

projeto de lei

Proposta de Emenda à Constituição

Senado Federal

Taxação

< Notícia Anterior

Crusoé nº 381: Barraco bolsonarista

23.08.2025 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Hugo Motta promete reforma da máquina pública

25.08.2025 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
author

Guilherme Resck

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (0)

Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (0)


Notícias relacionadas

Crusoé nº 409: O antilula

Crusoé nº 409: O antilula

Redação Crusoé
28.02.2026 07:56 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Ex-reféns israelenses e a informação filtrada no cativeiro

Ex-reféns israelenses e a informação filtrada no cativeiro

João Pedro Farah
28.02.2026 01:17 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Gilmar, Toffoli e o Supremo que perdeu o pudor

Gilmar, Toffoli e o Supremo que perdeu o pudor

Wilson Lima
27.02.2026 17:45 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Moro: "Blindagem todo mundo sabe que se escreve com G"

Redação Crusoé
27.02.2026 16:56 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso